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Arquivo mensal: setembro 2010

Entrevista com diretor Wilson Caetano

Mariana Nepomuceno – Diário de Mogi

No limite entre o moderno e a tradição, o profano e o sagrado, as trevas e a luz está Harry Haller. Depois de muito tempo seguindo com passos firmes os bons costumes da burguesia, do início do século XX, ele se deixa levar. É durante uma noite de bebedeira na companhia de Hemínia que nasce mais que uma paixão, um conflito. Por qual caminho continuar? Melhor a vida erudita sem sobressaltos ou a boemia libertadora? Até o fim desta história, o homem ainda atravessa momentos conturbados. Não existem apenas dois pólos, mas sim várias personalidades habitando um único corpo, uma única alma.

A história é mesmo complexa. Obra do escritor Herman Hess que volta a ser adaptada pelo Núcleo de Artes Cênicas do Serviço Social da Indústria de Mogi das Cruzes (Sesi). O espetáculo “Lobo da Estepe”, entra em cartaz amanhã (22/09) (pré-estreia) e segue até dezembro, todas as quintas-feiras, sábados e domingos, sempre às 20 horas, no auditório da entidade, em Braz Cubas.

A primeira vez que a adaptação escrita por Alípio Correia de Franca Neto chegou às mãos do diretor Wilson Caetano, era 1984. Já naquele ano, a vontade foi de levar o texto aos palcos. Em 1995 a história ainda ganhou mais uma versão. Nas duas ocasiões, no entanto, os tempos eram outros. “Não tinha a vivencia que tenho agora. Durante todo este tempo li muita coisa. Para conceber o espetáculo o grupo todo aprofundou os conhecimentos na obra de Sigmund Freud, por exemplo”, conta o diretor.

Além de mergulhar no universo da psicanálise para entender e construir a personalidade dos personagens, o grupo formado por jovens e adultos, desenvolveu trabalhos corporais, sob a supervisão de Fernanda Moretti. “Esse é um cuidado que sempre tenho. A expressão corporal é super importante e a Fernanda é uma parceira neste sentido. Temos uma linha de pensamento semelhante”, aponta o diretor.

Essa preocupação com a formação do ator fica evidente em cena, não apenas pela interpretação, propriamente dita, como também na concepção do cenário e figurino. Ainda que ajudem a compor o clima, o foco está sempre no personagem, na expressão facial, corporal. “Mas temos uma iluminação muito bacana. As roupas são do grupo e o cenário, apesar de simples é bem feito”, ressalta Wilson.

Causar a reflexão dentro e fora do palco tem sido a marca do trabalho feito pelo diretor, desde que assumiu o grupo do Sesi, há 16 anos. Não é à toa que, geralmente, escolhe clássicos do teatro. No ano passado, por exemplo, montou Hamlet de Willian Shakespeare. “As escolhas também tem a ver com o meu momento. Tenho estado mais reflexivo. Por isso o ‘Lobo da Estepe'”.

 
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Publicado por em 23/09/2010 em Uncategorized

 

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PELOMUNDO CULTURAL

LOBO DA ESTEPE- SESI

22/09/2010 – Fátima Carvalho

 

O Núcleo de Artes Cênicas do SESI de Mogi das Cruzes tem a honra de convidá-los para mais um espetáculo: “O Lobo da Estepe”, adaptação da obra de Hermann Hesse, por Alípio Correia de Franca Neto. O espetáculo “Lobo da Estepe”, entra em cartaz amanhã, 23/09/10  (pré-estréia) e segue até dezembro, todas as quintas-feiras, sábados e domingos, sempre às 20hs. no auditório da entidade, em Braz Cubas.

Elenco: Cristiane Almeida; Douglas Garcia; Everton Prado; Geni Sau; Ricardo D’Arcanjo; Sheila Andrade; Warllen Martins; Wilson Caetano

Ficha Técnica:

Direção: Wilson Caetano

Adaptação: Alípio Correia de Franca Neto

Criação de Luz: Marcelo Esteves

Corpo: Fernanda Moretti

Fotografia: Guilherme Brum

Preparação Vocal: Márcia Pantaleão

NÃO RECOMENDADO PARA MENOS DE 14 ANOS.

TEXTO COM TEMÁTICA ADULTA.  –  GRÁTIS

O auditório do SESI fica na Rua Valmet, 171 – Braz Cubas

Informações podem ser obtidas pelo telefone 4727-1777.

Mogi das Cruzes – SP

 
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Publicado por em 23/09/2010 em Uncategorized

 

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Ouvindo Amadeus Mozart

 
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Publicado por em 21/09/2010 em Uncategorized

 

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IMPRESSIONISMO

18/09/2010 – Fátima Carvalho

“Mulheres no Jardim” de Claude Monet.

Surgido na França em 1874, o impressionismo foi um movimento artístico que passou a explorar, de forma conjunta, a intensidade das cores e a sensibilidade do artista. A denominação “impressionismo” foi dada após a declaração pejorativa do crítico de arte francês Louis Leroy ao ver a tela “Impression du Soleil Levant”, de Monet, um dos principais artistas do movimento.

Os impressionistas buscavam retratar em suas obras os efeitos da luz do sol sobre a natureza, por isso, quase sempre pintavam ao ar livre. A ênfase, portanto, era dada na capacidade da luz solar em modificar todas as cores de um ambiente, assim, a retratação de uma imagem mais de uma vez, porém em horários e luminosidades diferentes, era algo normal. O impressionismo explora os contrastes e a claridade das cores, resplandecendo a ideia de felicidade e harmonia.

Para os impressionistas, os objetos deveriam ser retratados como se estivessem totalmente iluminados pelo sol, valorizando as cores da natureza. Além disso, as figuras não deveriam ter contornos nítidos e o preto jamais poderia ser utilizado; até as sombras deveriam ser luminosas e coloridas.

Os principais artistas impressionistas foram Monet, Manet, Renoir, Camile Pissaro, Alfred Sisley, Vincent Van Gogh, Degas, Cézanne, Caillebotte, Mary Cassatt, Boudin, Morisot, etc. No Brasil, o representante máximo do impressionismo foi Eliseu Visconti, o qual teve contato com a obra dos impressionistas e soube transformar as características do movimento conforme a cor e a atmosfera luminosa do nosso país.

Por Tiago Dantas
Equipe Brasil Escola

 
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Publicado por em 18/09/2010 em Uncategorized

 

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PELOMUNDO CULTURAL

“TEMPO DE LUCIA” discute o universo feminino.‏&059;

de 18/9 a 17/10 – São Paulo – SP

“(…) Mas por enquanto, a gente apenas continua.”

“TEMPO DE LUCIA” é a quinta peça de Juliana Gonçalves a ser montada nos palcos de São Paulo. Antes dela, vieram “Apartamento 21”, “Só mais uma história”, “Uma sexta-feira qualquer” e “PH2”, (encenadas no Teatro Crisantempo, Teatro Cultura Inglesa e Auditório Cultura Inglesa).

A autora, que também é atriz formada pela PUC-SP, sentiu necessidade de questionar a ética e a solidão dos relacionamentos amorosos. A ação do espetáculo se passa nos corredores de um hospital, onde uma paciente terminal envolve a vida de quatro pessoas de maneira definitiva.

“TEMPO DE LUCIA” trata de faltas e perdas. Dentro de um relacionamento amoroso e no campo da amizade. Mas fala também da ausência ética. Dos espaços vazios que precisam ser preenchidos com urgência a qualquer custo. É preciso saber deixar ir. Desapegar-se acaba sendo sempre o melhor caminho.

Espetáculo: Tempo de Lucia

Direção: Rogério Rizzardi

Dramaturgia: Juliana Gonçalves

Sinopse: A peça se passa em uma sala de espera de um hospital. Uma paciente terminal detona conflitos entre um ex-casal de médicos, enquanto seu marido e sua amiga de infância não aceitam a internação. “Tempo de Lucia” fala de pessoas que já desistiram de esperar, mas ainda assim, anseiam por algo.

Elenco:

Alexandre Ogata
Juliana Gonçalves
Pedro Garrafa
Talita Tilieri

Serviço:

Temporada: De 18 de setembro até 17 de outubro
Sábados às 21h e Domingos às 19h
Duração: 60 minutos
Faixa etária recomendada: a partir de 14 anos
Gênero: Drama

Bilheteria: De terça-feira a domingo, das 14h às 20h
Aceita cheque, não aceita cartão de crédito
Faz reservas pelo telefone: 2093 2464
Tem ar condicionado e acesso para deficientes físicos.

Teatro Silvio Romero
Rua Coelho Lisboa, 334 – Tatuapé (próximo ao metrô Tatuapé)
Telefone: 2093 2464
Lugares: 200

18/9/2010 a 17/10/2010, às 21:00h

Ingressos: R$ 30,00 / R$ 15,00

contato

Paulo Duek

Setembro Freire 2010

de 20/9 a 30/10 · Cuiabá – MT

Circuito Cultural Setembro Freire 2010: Poesias em Diálogo
Setembro Freire é um circuito cultural composto por atividades que estimulam o conhecimento da literatura mato-grossense a partir da obra do poeta Benedito Sant’Ana da Silva Freire. Consiste em uma mostra de arte e poesia com interpretações de poemas de autoria do poeta Silva Freire por mais de vinte artistas de diferentes expressões.
O evento é uma realização da Casa de Cultura Silva Freire e acontece no período de 20 de setembro a 30 de outubro de 2010, no Palácio da Instrução – Pavilhão das Artes, na cidade de Cuiabá, Mato Grosso.

Horário de funcionamento: das 8h às 12h e das 14h às 18. Todos os dias exceto finais de semana e feriados.

Pavilhão das Artes – Palácio da Instrução, Rua Antônio Maria, 151 – Centro. CEP.: 78.500-440 Cuiabá – MT (ao lado da catedral)
20/9/2010 a 30/10/2010 –               Gratuito
casa.silvafreire@gmail.com
 
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Publicado por em 16/09/2010 em Uncategorized

 

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PELOMUNDO CULTURAL

Trio 3-63 interpreta Moacir Santos na Sala Funarte

16/9 – Rio de Janeiro – RJ

Nome do trio vem do ano de nascimento de seus integrantes, 1963

Formado pela flautista Andrea Ernest, pelo pianista Paulo Braga e pelo percussionista Marcos Suzano, o Trio 3-63 vai homenagear o genial Moacir Santos no concerto a ser realizado em 16 de setembro na Sala Funarte Sidney Miller. Na noite anterior, eles se apresentam no piano-bar Lapinha. No programa, clássicos do maestro pernambucano, como “Paraíso” e “Coisa nº1”, e pérolas inéditas dele, como os mojos “Isto é bom” e “The beautiful life”, a balada “Love go down” e “Coisa Nordestina”. Essas composições foram descobertas durante a pesquisa realizada por Andrea no acervo do compositor na Califórnia (e utilizada em sua recém defendida tese de doutorado sobre a biografia e a obra de Moacir, a ser publicada em breve).

O trio apresentará também músicas gravadas no disco ‘Trio 3-63’, lançado em 2009 pela Sambatown, gravadora de Suzano, como “Radamés y Pelé”, de Tom Jobim, e “Lundu característico”, de Joaquim Callado. O trio, cujo nome vem do ano de nascimento de seus integrantes, 1963, é considerado pela crítica especializada como exemplar na construção de um novo paradigma de atuação profissional, de músicos que processam e expressam, com naturalidade, as diversas influências recebidas e experiências sonoras, seja da música de concerto, do jazz, do samba, do choro e da música eletroacústica. A homenagem contará com a participação especial do cantor e percussionista Carlos Negreiros, profundo conhecedor da tradição musical afrobrasileira. O site do trio é: www.trio363.com

Quem foi Moacir Santos
Grã Cruz da Ordem do Mérito Cultural e Prêmio Shell da Música Brasileira em 2006, Moacir Santos é considerado um dos ícones da música instrumental brasileira. Autor da aclamada obra ‘Coisas’, entre as quais se inclui “Nanã”, um de seus maiores sucessos, vem tendo, ao longo dos últimos dez anos, a sua obra divulgada pelo país e exterior a partir do álbum duplo ‘Ouro Negro’ (2001), com arranjos e produção de Mario Adnet e Zé Nogueira. O projeto compilou seus hoje raros LPs: ‘Coisas’, lançado no Brasil em 1965 pela gravadora Forma mais ‘The maestro’ (1972), ‘Saudade’ (1974) e ‘Carnival of the spirits’ (1975), os três via selo Blue Note, e ‘Opus 3 Nº 1’, via selo Discovery. Em 2005, a gravadora Biscoito Fino lançou ‘Choros & alegria’, com várias composições do inicio da carreira do maestro, nunca antes gravadas.

Rua da Imprensa, 16 (Térreo), Centro do Rio de Janeiro. Saída Pedro Lessa, Metrô Cinelândia. A bilheteria funciona de quarta a sexta, a partir das 15h30 e só vende ingressos para o próprio dia.

16/9/2010, às 19:00h

R$ 10 (inteira), R$ 5 (meia entrada)

www.salafunarterj.com.br/

BELMIRA COMUNICAÇÃO: Monica Ramalho (moniramalho@gmail.com) e Marcelo Pacheco (mpachecco@gmail.com)

Vendendo Peixe no Mercado Novo

18/9 –  Belo Horizonte – MG

Algumas das atrações que vão acontecer nesta tarde de sábado

Vendendo Peixe ocupa terceiro andar do Mercado Novo

Evento aberto a participações no dia 18 de setembro terá artes plásticas, grafite, lambes, cinema, vídeo, instalações e shows

Um sábado, uma área quase esquecida no centro de Belo Horizonte e pessoas reunidas pela vontade de agir e criar farão acontecer o Vendendo Peixe, que será realizado no dia 18 de setembro, entre 10h e 18h, no Mercado Novo.

Mais que um espaço de exposição, o Vendendo Peixe é um encontro aberto à participação, gratuita, de pessoas interessadas em criar com liberdade, compartilhando ideias e passeando por um espaço inusitado da cidade.

Estarão presentes artistas plásticos, grafiteiros, músicos, fotógrafos, artistas digitais convidados e quem mais se apresentar espontaneamente. Por ser aberto, o que acontecerá no Vendendo Peixe é imprevisível e sua essência está justamente no acaso desses encontros.

Mercado Novo – av. Olegário Maciel, 742, Centro. Belo Horizonte – MG

18/9/2010

Entrada franca

http://urubois.org/vendendopeixe

vendendopeixe@urubois.org

 
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Publicado por em 16/09/2010 em Uncategorized

 

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ARTE CÊNICA

14-09-2010 Fátima Carvalho

Dança: Um dos gêneros da Arte Cênica

Arte Cênica é uma forma de arte apresentada em um palco ou lugar destinado a espectadores. O palco é compreendido como qualquer local onde acontece uma representação, sendo assim, estas podem acontecer tanto em praças como em ruas.
A arte Cênica abrange o estudo e a prática de toda forma de expressão que necessita de uma representação, como o teatro, a música ou a dança.

A Arte Cênica ou Teatro divide-se em cinco gêneros: Trágico, Dramático, Cômico, Musical e Dança.

O gênero Trágico imita a vida por meio de ações completas.

O Drama descreve os conflitos humanos.

A comédia apresenta o lado irônico e contraditório.

O Musical é desenvolvido através de músicas, não importa se a história é cômica, dramática ou trágica.

A dança utiliza-se da música e das expressões propiciadas pela “mímica”.

Por Patrícia Lopes
Equipe Brasil Escola

 
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Publicado por em 14/09/2010 em Uncategorized

 

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