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Arquivo mensal: janeiro 2011

PELOMUNDO CULTURAL

Exposição “Bem do Brasil”

28-01-2011 – Fátima de Carvalho

O Rio de Janeiro recebe a diversidade cultural brasileira em 150 obras, reunidas pelo IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional que retratam as múltiplas expressões da base da identidade nacional e valorizam a criatividade do brasileiro.

A grande variedade artística inclui épocas e materiais diversificados, mesclando arte popular e erudida, folclore, religião. A mostra propõe o fim da hierarquização dos produtos artísticos brasileiros e leva a reflexão sobre a diversidade cultural do País. São objetos dos cenários da religosidade do Brasil, cerâmicas indígenas do Espírito Santo, carrancas do Rio São Francisco, Cabeça Boi Tinga do Pará, bonecos do Vale do Jequitinhonha, viola e cocho do Mato Grosso, obras de Di Cavalcanti, Segall, Djanira, Taunay, Athos Bulcão e Mestre Valentim e muitos outros.

” A exposição constitui uma justa homenagem e um reconhecimento à criatividade de brasileiros e brasileiras que legaram ao país e às gerações futuras, ao longo dos séculos, múltiplas expressões materiais e simbólicas que atestam as bases de nossa identidade”.
Texto extraído do catálogo da exposição.

Vale conferir!

Endereço:
Paço Imperial
Praça 15 de Novembro, 48 – Centro – Rio de Janeiro
De terça a domingo, das 12h às 18h.

Data: 20-10-2010 a 20-02-2011

Preço: Entrada franca

Texto:  Arte Sacra
Fonte: OVERMUNDO

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Publicado por em 28/01/2011 em Uncategorized

 

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TEATRO NO BRASIL

De acordo com alguns escritores a atividade teatral chegou ao Brasil na época da colonização,  com o Pe. José de Anchieta, prática usada pelos jesuítas para evangelização dos índios e apaziguar os conflitos entre os colonos portugueses, espanhóis e eles.
O teatro em solo brasileiro utilizado como instrumento catequéticonasce no século XVI,pelos missionários vindos de Coimbra, mas só entra em pleno desenvolvimento nos séculos XIX e XX.
Foram dois os grupos de jesuítas a desembarcarem no Brasil,o primeiro em 1549 na Bahia de Todos os Santos, mas José de Anchieta fez parte do segundo. Em 13 de julho de 1553,  chegou a Província do Brasil, como parte da comitiva de  Duarte da Costa.  O jovem missionário estava com apenas dezenove anos de idade (1534-1597).
Os jesuítas mantinham os indígenas isolados dos terríveis perigos, e convívio com colonos, muitos deles criminosos. Ficavam abrigados em pequenas aldeias. Isolados de dois terríveis perigos: a vida desregrada e a escravidão imposta pelo homem branco explorador e o conseqüente retorno ao paganismo.

Foi na dança e no canto dos índios onde os jesuítas encontraram um solo fértil, e os religiosos passaram a se valer dos hábitos e costumes para a introdução do teatro jesuítico com finalidades catequéticas.
A realidade local dos colonos e índios era mesclada pelas produções temáticas, com narrativas das vidas dos santos.Como toda espécie de dominação cultural prescinde um conhecimento da cultura do dominado, o Padre Anchieta  seguiu o preceito da Companhia de Jesus que determinava ao jesuíta o aprendizado da língua onde mantivesse missões.
Ao ser  incumbido de organizar uma gramática da língua tupi, fez com sucesso.O gênero predominante é o auto, e alguns deles não têm autoria comprovada; muitos outros como se sabe, são atribuídos aoPe. Anchieta por vezes contando com a colaboração do Pe. Manuel da Nóbrega.

Sabemos da existência de 25 obras teatrais, de tradição medieval, com forte influência do teatro  de Gil Vicente na forma e conteúdo, produzidos no século XVI.
Os espetáculos, na maioria das vezes, eram ao ar livre, alguns nos átrios das pequenas igrejas, ao estilo do teatro medieval outros tendo a selva por cenário e no elenco os índios já catequizados.Em maio de 1583, foi encenado o maior espetáculo com a participação de todo o povo da Bahia, em homenagem aos padres Cardim e Gouveia, foi o grandioso “Auto das Onze Mil Virgens”.
O pesquisador Mario Cacciaglia em sua “Pequena História do Teatro Brasileiro” faz uma rica descrição do que teria sido a primeira apresentação (1583), que ele adjetiva como espetacular, como segue: “…depois da missa, com acompanhamento de um coro de índios, com flautas e, da capela da Catedral, com órgãos e cravos, teve início uma procissão de estudantes precedida pelos vereadores e pelos sobrinhos ou netos do governador; os estudantes carregavam três cabeças de virgens cobertas por um pálio e puxavam sobre rodas uma esplêndida nau sobre a qual eram levadas em triunfo as virgens mártires (estudantes travestidos), enquanto da própria nau eram feitos disparos de arcabuz. De vez em quando, durante o percurso, falavam das janelas personagens alegóricas, em esplêndidos costumes: a cidade, o próprio colégio e alguns anjos. À noite foi celebrado na nau o martírio das virgens, com o aparato cênico de uma nuvem que descia do céu e dos anjos que chegavam para sepultar as mártires.”
Outras narrativas chegam até nós, algumas envolvendo embarcações, salvas de arcabuzes, uivos e gritos de índios, flautas e percussões; todas elas assistidas pelos colonos, pelos índios e, claro, pelas autoridades locais, todos chegando às lágrimas ante os dramas encenados por vezes nos adros das igrejas, noutras em anfiteatros montados no entorno dos templos.

Pesquisa e Resumo: Fátima de Carvalho
Fonte: Wikipéia
Twitter

 
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Publicado por em 24/01/2011 em Uncategorized

 

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PELOMUNDO CULTURAL

TODOS POR UM

15-01-2011 Carlosspock – Santo André-SP


 

Como os mosqueteiros POR Dumas, além como era no princípio. Que princípio? Oras TODOS os princípios são UM.  Agora que nos explicamos vamos: TODOS POR UM.

Atrizes, bailarinos, poetas, desenhistas, escritores, artistas plásticos, artistas da rua, artistas do mundo e do sub mundo, das praças e dos becos, desde os malucos que acham que vão mudar o mundo aos mais insanos que esperam mantê-lo assim como está. São Todos Por UM. 

Nascido em Ribeirão Pires como encontro teatral onde os grupos se revezavam entre bilheteria, divulgação, iluminação, etc enquanto as apresentações de suas peças iam se sucedendo.   Todos esses esforços foram embrião de UM evento que a ARCA realiza já POR tantos anos.

São todas as manifestações artísticas disponíveis em um momento de TODOS os artistas POR UM outro mundo possível.

Queremos um evento como obra artística onde o UM signifique o EU e o eu somos nós.

Para  apresentar-se envie e-mail
cidadaosartistas@gmail.com
Para assistir é só comparecer.

Endereço:  Praça Central em Ribeirão Pires
Centro de Ribeirão Pires/SP 

Data: 30/1/2011,  a partir das 14:00 hs.

Preço:  GRÁTIS é só participar
Contato: Rafael
Site:  Cidadãos Artistas
Fonte:
Overmundo
 
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Publicado por em 15/01/2011 em Uncategorized

 

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EXPRESSIONISMO

O expressionismo foi um movimento artístico que surgiu no final do século XIX e início do século XX como uma reação à objetividade do impressionismo, apresentando características que ressaltavam a subjetividade.
Suas origens são os desdobramentos do pós-impressionismo, principalmente através de Vincent Van Gogh, Edvard Munch e Paul Klee. De fato, a noção do expressionismo foi empregada pela primeira vez em 1911, na revista Der Sturm (‘A Tempestade’), marcando uma oposição clara ao impressionismo francês.
A visão expressionista encontra suas fontes na defesa à expressão do irracional, dos impulsos e das paixões individuais. No expressionismo, não há uma preocupação em relação à objetividade da expressão, mas sim, com a exteriorização da reflexão individual e subjetiva dos artistas. Em outras palavras, não se pretende, simplesmente, absorver o mundo e reproduzi-lo, mas sim, recriá-lo. Entre suas características, podemos citar: o distanciamento da figuratividade, o uso de traços e cores fortes, a imitação das artes primitivas, etc.
Tal movimento desenvolveu-se grandemente na Alemanha, especificamente no período após a Primeira Guerra Mundial, sendo um importante instrumento para a realização de denúncias sociais, especialmente em um momento que, politicamente, os valores humanos eram o que menos importava. Na América Latina, o movimento manifestou-se como uma via de protesto político.
O expressionismo também foi marcante na literatura, cinema e teatro. No Brasil, o movimento encontrou sua máxima representação através da pintura, especialmente por meio de artistas como Anita Malfatti, Lasar Segall e Osvaldo Goeldi.

Por Tiago Dantas
Equipe Brasil Escola
 
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Publicado por em 15/01/2011 em Uncategorized

 

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PELOMUNDO CULTURAL



Cine Sesi Cultural chega em Vazante (MG)

de 14/1 a 16/1 · VazanteMG
Vida Maria, um dos curtas a ser exibido pelo Cine Sesi Cultural 

Quel Moreno – Belo Horizonte – MG

O CINE SESI CULTURAL estará nos dias 14, 15 e 16 de janeiro na cidade mineira de Vazante (Noroeste de Minas Gerais). O projeto realiza apresentações gratuitas de seis filmes no Ginásio Poliesportivo de Vazante, a partir das 19h. Durante os três dias de exibição, Vazante recebe um curta e um longa metragem para a população presente. Na sexta-feira – dia 14 janeiro, o público confere Os Filmes que eu não fiz e Se eu fosse você 2, no sábado – dia 15, o curta Vida Maria e o longa Pequenas Histórias e no domingo – dia 16, o curta Até o Sol Raiar e o longa A Era do Gelo 3.

Os filmes são apresentados em tela alto alvura de 12 x 5 metros com um projetor de 35 mm. O som possui três vias de dois mil watts e projetor Hi-Light Xenon de dois mil watts, além de cinemascope, o que permite boa visualização e audição a uma distância de até 25 metros. Tudo isso garante o elevado padrão de qualidade técnica e de conteúdo das projeções.

Nesta edição, os primeiros estados a serem visitados serão Alagoas, Paraíba e Minas Gerais. O projeto já passou por Esmeraldas, Ribeirão das Neves e Santa Luzia, e depois de Vazante vai para Brasilândia de Minas, Manga, Cachoeira do Pajeú e Jequitinhonha.

Patrocinado pelo SESI e idealizado pela publicitária Lina Rosa Vieira, o Cine Sesi Cultural está em sua 9ª edição. O projeto circula desde 2002, levando cinema a lugares que não possuem salas de projeção em funcionamento. Durante todas as edições, cerca de 2,8 milhões de pessoas de mais de 400 cidades participaram das exibições. Em 2009, o Cine Sesi aportou em mais de 80 cidades dos estados de Ceará, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Sergipe e Minas Gerais.

Endereço: Ginásio Poliesportivo de Vazante/MG
Data: 14/1/2011 a 16/1/2011
Hora: 19:00 hs.
Entrada Franca
Fonte: Overmundo
Twitter

Inscrições CineEsquemaNovo

de 20/11 a 17/1 · Porto AlegreRS 

Jeferson Kozenieski · Porto Alegre, RS
Estão abertas até 17 de janeiro as inscrições para seleção nas mostras competitivas do CineEsquemaNovo 2011 – Festival de Cinema de Porto Alegre. Um dos eventos de maior reputação do calendário nacional do cinema, graças às sucessivas inovações introduzidas no circuito dos festivais ao longo dos anos, o CEN 2011 terá a sua sétima edição entre os dias 23 e 30 de abril, mantendo a proposta de incentivo à criatividade e à autoria na produção audiovisual independente contemporânea. Desta vez, com a novidade da premiação em dinheiro aos vencedores. O CEN 2011 tem como principal meta abrir ainda mais o cruzamento entre cinema e artes visuais na sala de projeção, um objetivo que vem sendo perseguido pelo encontro desde sua primeira edição, em 2003, e que no próximo ano receberá atenção especial inclusive em suas programações paralelas.

Podem ser inscritos até o dia 17 de janeiro de 2011 filmes de curta, média e longa-metragem produzidos em todos os gêneros e formatos, finalizados a partir de janeiro de 2009 e que não tenham participado das edições anteriores do CEN. Podem participar produções realizadas no Brasil por brasileiros ou estrangeiros, ou ainda no exterior por brasileiros.

Além da seleção para as mostras competitivas do festival, os filmes vão concorrer a prêmios em dinheiro, iniciativa inédita na história do CineEsquemaNovo. Os cinco convidados que vão compor o júri oficial escolherão o Melhor longa-metragem (prêmio de R$ 12.000,00, doze mil reais), Melhor curta ou média-metragem (R$ 5.000,00, cinco mil reais), além de outros filmes de curta, média e longa-metragem que receberão prêmios especiais. Também serão premiados os melhores filmes eleitos pelo público do CEN e pelos alunos da Oficina de Crítica que será realizada durante o evento.

Como em todas as edições anteriores do festival, o CEN 2011 valoriza diferentes gêneros de filmes e técnicas de realização, sem distinção de formatos de captação ou finalização. Assim, são bem-vindas desde produções realizadas em mídias mais atuais como o celular e as câmeras de vídeo digital e fotografia, até os tradicionais formatos de película de 16mm e 35mm, desde que sejam obras que estimulem a reflexão e a pesquisa de linguagens e dialoguem com os princípios do festival: a surpresa, a experimentação, a criatividade e a inovação. Esta proposta, ao lado do convite à inscrição de trabalhos para seleção, será ressaltada este ano por um vídeo realizado pelos artistas visuais Cristiano Lenhardt e Luiz Roque, já disponível no site do festival e nas redes sociais (veja o vídeo video).

O Festival ocorre em Porto Alegre entre 23 a 30 de abril de 2011.
Data: 20/11/2010 a 17/1/2011
Entrada Franca
Site: CINE esquema NOVO
Fonte: Overmundo
Twitter 

Clássico de Huxley inspira peça no Espaço Sesc, RJ

de 07/1 a 30/1 · Rio de JaneiroRJ 

Cena da peça protagonizada por Miriam Virna e Alessandro Brandão
O futuro já dura muito tempo no século 27, quando Bernard Marx e Lenina se vêem imersos na experiência de um reality show. Confinados, vão lidar pela primeira vez, quem diria, com o impacto das próprias emoções. Isso porque eles fazem parte de uma experiência para mostrar como a vida funciona sem o Soma, a substância legalizada pelo Estado e que subtrai qualquer sensação de desconforto e angústia, trazendo felicidade perene aos cidadãos da Nova Ordem Mundial.
Eis o enredo de “Admirável e só para selvagens”, que estreia dia 7 de janeiro, às 20h, no Espaço Sesc, em Copacabana. “Admirável e só para selvagens” – que é inspirada no clássico “Admirável Mundo Novo”, de Aldous Huxley, de 1932 – conta com patrocínio da Oi e da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro. Apoio cultural do Oi Futuro.
A atriz e diretora Miriam Virna divide a adaptação do texto com o autor Yuri Vieira, o palco com o ator Alessandro Brandão e a direção com Hugo Rodas. Miriam Virna acaba de ser indicada para o Prêmio Zilka Salaberry em quatro categorias (melhor concepção visual, figurino, adaptação de texto e atriz) pelo espetáculo infanto-juvenil “Fragmentos de Sonhos do Menino da Lua”, montado no CCBB-RJ em 2010. 

Sobre a peça

Bernard e Lenina são vigiados 24 horas por Mustafá Mond, um dos poderosos administradores do Estado Mundial, que prega a abolição da Arte, da Religião e do Amor em favor do bem-estar da comunidade. Apesar do discurso cético, Mustafá passa boa parte do tempo filosofando a respeito de Shakespeare e da Bíblia. Seu interlocutor é John, sujeito criado na não civilizada Reserva de Selvagens e que por isso tem uma visão de mundo humana e sensível.
É neste mosaico incomum de personalidades que se passa Admirável e só para selvagens, montagem consagrada na cena teatral de Brasília. Em 79 anos, “Admirável mundo novo” inspirou filmes, peças e inundou corações e mentes ao preconizar um mundo onde o consumo e a busca pelo prazer e pelos excessos ganhariam protagonismo. Do livro original, Miriam Virna e o dramaturgo Yuri Vieira retiraram o arcabouço principal e centraram a peça em quatro personagens. Miriam Virna interpreta Lenina e Mustafá Mond, enquanto Alessandro Brandão interpreta Bernard e John, o Selvagem.
“Li este livro na adolescência e fiquei muito impactada, como, aliás, todas as gerações até hoje. Desde 2006 venho desenvolvendo o projeto que ganha forma definitiva agora com a estreia no Rio. Trata-se de uma novela futurista sobre temas surpreendentemente contemporâneos”, destaca Miriam Virna.

Carro-chefe: trabalho dos atores

Apesar da aura futurista e tecnológica, o espetáculo tem como carro-chefe o trabalho dos atores. Ambos estão em cena sem o apoio de adereços, troca de figurinos ou saídas pela coxia. “É um trabalho que valoriza a interpretação e o texto”, observa Miriam. Dois elementos da encenação que dialogam e dão suporte à proposta são a iluminação – assinada pelo premiado Renato Machado – e a trilha, criada para o espetáculo e executada pelo DJ Quizzik. Acontece também um trabalho marcante de sonorização, através do uso de microfones que ampliam e modificam as vozes dos atores.
“Se na juventude ao ler este livro me surpreendi, hoje, aos 70 anos, percebo a atualidade brutal que a história propõe, a mensagem é mais forte agora do que antigamente”, observa o consagrado diretor Hugo Rodas. Para o ator Alessandro Brandão, a peça faz um retrato do mundo atual. “As pessoas hoje não sabem como preencher as próprias vidas e mergulham no excesso de bebida, internet e droga, o que faz crescer a distância entre o que realmente é essencial”, diz.

Espaço Sesc – Rua Domingos Ferreira, 160. Copacabana – RJ
Tel. 21 2547-0156 (Sala Multiuso)
Data: 07/1/2011 a 30/1/2011
Hora: 20:00hs

Preço Ingresso: R$ 16 (inteira); R$ 8 (meia-entrada); R$ 4 (comerciários)
Contado:  monicariani@gmail.com
 
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Publicado por em 10/01/2011 em Uncategorized

 

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ESPAÇOS CULTURAIS EM GOIÂNIA

TEATRO GOIÂNIA

04-01-2011 – Fátima de Carvalho

O Teatro Goiânia foi inaugurado em 12 de junho de 1942, sendo um dos primeiros prédios de Goiânia. Sempre foi um dos maiores espaços culturais mais tradicionais da Capital. É um trabalho do arquiteto Jorge Félix, onde completa o conjunto arquitetônico da cidade, que é o Art Déco. A obra demorou em torno de dois anos para ser concluída, sendo palco para uma super produção da Companhia Norte-Americana Metro-Goldwyn-Mayer na data de sua inauguração. Consolidou sua importância histórica para Goiás, servindo seu palco para diversas exibições de Festivais de Teatro, Festivais de Música Popular Brasileira, Filmes, Peças Teatrais, Shows de Música Erudita e Popular. Considerado desde 2003 Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.

Após aproximadamente 1 ano e 3 meses fechado para reforma e restauração, foi reinaugurado em dezembro de 2010. O prédio sofreu modificações em toda sua estrutura, uma delas dando maior acessibilidade para deficientes físicos.

Localizado entre as Avenidas Anhanguera e Tocantins no Centro da Capital, o teatro possui uma área de 1.534,35mts quadrados com capacidade para receber 718 pessoas.

Endereço:  Avenida Anhanguera – Esquina com a Rua 23 – Setor Central

Telefones: (62) 3201-4684 / 4685.

AGEPEL: (62) 3201-5115 (Agência Goiânia de Cultura Pedro Ludovico), órgão responsável pelo teatro.

Teatro Rio Vermelho

Com arquitetura moderna e localizado no interior do Centro de Cultura e Convenções de Goiânia, o teatro foi inaugurado em 1994.

Capacidade para 2007 lugares, sendo distribuídos da seguinte forma as poltronas numeradas: 804 lugares na parte superior e 1.203 lugares na parte inferior.  Estacionamento para artistas é privativo. Contém 03 camarins coletivos, 04 camarins individuais. A cabine de som e luz encontra-se na platéia inferior.

Um total de 08 cabines para traduções simultâneas, 01 copa, 01 sala VIP decorada, com copa e banheiro. Vidros blindados na bilheteria e sistema de intercomunicadores. Equipe Técnica Exclusiva e Especializada.
O Estacionamento está localizado no sub-solo do teatro.

Endereço: Rua 30, esquina com Av. Tocantins n° 885 – Setor Central
Endereço Administração: Rua 04, 1.400, Portão 6 – Setor Central
Telefones: (62) 4052-0016 /  (62) 3219-3300 / (62) 3219-3447

Fonte: Pesquisa e resumo Fátima de Carvalho
Centro de Convenções de Goiânia

Centro Municipal de Cultura Goiânia Ouro
Rua 3, esq. com Rua 9, Galeria Ouro, Centro. Fones: 3524-2541 / 3524-2542

Teatro PUC – GO
Av. Fued José Seba, 1184, Jardim Goiás. Fones: 3946-1299 / 3946-3036

Teatro Madre Esperança Garrido
Av. Contorno, nº 63, Centro (em frente ao Mutirama). Fones: 3223-1328 / 3225-8886

Circo Lahetô
Av. H, esq. com Rua 72, Parque da Criança, Jardim Goiás. Fone: 3281 – 3301

Centro Cultural Martim Cererê
Rua 94 (próximo a Rua 84), Setor Sul. Fone: 3201-4688

Teatro Escola Basileu França
Av. Universitária, 750, Setor Universitário. Fone: 3591-5500

Zabriskie Teatro
Rua 148, 248, Setor Marista. Fone: 30935542

Secretaria Municipal de Cultura (Coordenação do Goiânia em Cena)
Rua 84, nº 535, Setor Sul. Fones; 3524 –1712 / 3524-1753

Casa das Artes
Rua R11, esq. com Av. Anhanguera, Setor Oeste. Fone: 3524-2421

Mvsika!Centro de Estudos
Rua 18, nº 128, Setor Oeste. Fone: 3214-1800

EMAC/UFG
Campus II, Samambaia. Fone: 3521-1125

TEATRO JOÃO ALVES DE QUEIROZ


Localizado na Rua 72 – Jardim Goiás
Espaço para 370 pessoas
10m de palco
camarins independentes
estacionamento próprio
reservas: 3235-2096 

CENTRO CULTURAL OSCAR NIEMEYER

 


O Centro Cultural Oscar Niemeyer foi inaugurado em 30 de março de 2006, na região sul da capital goiana.  o projeto de criação e construção dos 17 mil metros quadrados que abrigam uma biblioteca, o Monumento aos Direitos Humanos, o Museu de Arte Contemporânea e o Palácio da Música e que promete ser um divisor de águas do circuito cultural goiano.
A idéia do Museu de Arte Contemporânea foi construída com base de que memoriais devem possui uma estrutura dinâmica e chamativa para divulgar trabalhos de artes plásticas. Inaugurado em dezembro de 1988, teve as atividades iniciadas com a 1ª Bienal de Artes de Goiás e hoje mantém cerca de 500 obras, entre esculturas, pinturas, desenhos, reproduções e gravuras, adquiridas por meio de doações de artistas, leilões ou compras em instituições particulares.
Situado no Centro Cultural Oscar Niemeyer, o Museu de Arte Contemporânea (MAC), possui quatro mil metros quadrados que compreendem uma galeria de arte, sala administrativa, térreo, mezanino e pavimento para exposições.
O funcionamento pleno do Centro Cultural Oscar Niemeyer aconteceu no início de junho de 2006.

Fonte: Wikimapia


 
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Publicado por em 03/01/2011 em Uncategorized

 

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