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Arquivo mensal: fevereiro 2011

NOTÍCIAS CULTURAIS

PAC das Cidades Históricas

 

25-02-2011 – Fátima de Carvalho

Associação Brasileira de Cidades Históricas esteve no MinC para pedir apoio ao Programa lançado em 2009.

 

O secretário executivo do Ministério da Cultura (MinC), Vitor Ortiz, recebeu nesta sexta-feira, dia 25, prefeitos representantes da Associação Brasileira de Cidades Históricas (ABCH), que vieram pedir o apoio do MinC para a continuidade do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) das Cidades Históricas. Ortiz destacou a importância da iniciativa  e afirmou que o MinC está trabalhando para viabilizar o programa. “O PAC das Cidades Históricas é uma prioridade para nós”, garantiu Ortiz.

“Alcançamos um atenção privilegiada do governo com a criação do PAC das Cidades Históricas e queremos, agora, consolidar as ações por meio do Ministério da Cultura”, disse Angelo Oswaldo, prefeito de Ouro Preto (MG) e presidente da ABCH.  A associação reúne 106 municípios tombados pelo Iphan e, segundo o prefeito de Ouro Preto, o programa é fundamental para a preservação dessas cidades. “Também poderia se chamar de programa de Conservação”, afirmou.

Parte das ações previstas pelo Programa de Aceleração do Crescimento para o país, O PAC das Cidades Históricas foi lançado, no final de 2009, para estimular o desenvolvimento socioeconômico dessas cidades por meio da revitalização urbana e da recuperação de monumentos e prédios públicos.

O prefeito de Ouro Preto (MG), Angelo Oswaldo, presidente da ABCH, estava acompanhado de mais três vice-presidentes regionais da entidade: os prefeitos de Natividade (TO), Joaquim Rodrigues Ferreira; de Laguna (SC), Célio Antônio; e de Corumbá de Goiás (GO), Emílio de Paiva Jacinto. Também participaram do encontro o secretário de Articulação Institucional do MinC, Roberto Peixe, e o presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Luiz Fernando de Almeida.

(Texto: Marcelo Leal/MinC)
(Fotos: Marina Ofugi/MinC)
Fonte: MinC

9ª Semana Nacional de Museus

Instituições interessadas em participar têm até o dia 4 de março para fazer as inscrições

O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC)  prorrogou para 4 de março, sexta-feira, o prazo para as inscrições de eventos dos museus e instituições museais interessados em participar da 9ª Semana Nacional de Museus que será realizada entre os dias 16 e 22 de maio de 2011 em todo o país e terá como tema Museu e Memória.

A Semana de Museus é celebrada anualmente por dezenas de países e é o maior evento, em âmbito mundial, comemorativo ao Dia Internacional de Museus  (18 de maio). Em 2010, a comemoração teve participação de mais de 30 mil museus em 95 países. A iniciativa tem sido responsável pelo aumento de visitação nas instituições museais de todos os países.

Desde que foi lançada no Brasil, em 2003, a Semana Nacional de Museus já promoveu mais de 9 mil eventos como exposições, visitas guiadas, seminários, shows, palestras, exibição de filmes e documentários.

Os formulários para as inscrições estão disponíveis no site www.museus.gov.br.

O museu que tiver alguma dúvida, ou quiser mais informações, pode entrar em contato pelo e-mailcpgii@museus.gov.br ou pelos telefones                 (61) 2024-4121    ou   2024-41

Fonte: MinC

Diálogo Aberto

Ministra recebe representantes de Pontos de Cultura de São Paulo, Goiás e do Distrito Federal

Representantes dos Pontos de Cultura dos estados de São Paulo, Goiás e do Distrito Federal foram recebidos nesta terça-feira (22) pela ministra da Cultura, Ana de Hollanda. No encontro que aconteceu no auditório Sérgio Motta, na sede do MinC, a ministra destacou o comprometimento do atual Ministério com o Programa e lembrou que o Cultura Viva é prioritário na agenda de compromissos e de pagamentos do Ministério.

O secretário executivo, Vitor Ortiz, enfatizou que “este ano será de ajuste, um ano para arrumar a casa, saldar as pendências e projetar os próximos quatro anos”.

A futura secretária da Cidadania e Diversidade Cultural, Marta Porto, explicou a fusão das secretarias da Diversidade Cultural e da Cidadania Cultural vai representar o fortalecimento dos programas que eram executados por essas áreas. “Nesses oito anos, temos um acúmulo de experiências dos pontos de cultura, das ações de diversidade que podem contribuir com o debate sobre o papel da cultura na construção de um país desenvolvido e justo”.

Daniel Marostegam, do Ponto de Cultura Nós Digitais, de São Paulo, frisou o interesse do grupo pela consolidação dos canais de comunicação com o Ministério e propôs uma agenda especial com o GT de Cultura Digital. “O nosso interesse em dialogar é absoluto. Estamos aqui agora e já havíamos tido os fóruns sobre os pontos em São Paulo e no Rio de Janeiro, além de uma reunião com parte da Comissão Nacional dos Pontos de Cultura. “O diálogo vai existir para tudo”, informou a ministra durante a reunião. Na opinião de Ana de Hollanda, o trabalho deve ser compartilhado em todos os aspectos. “Vamos trabalhar com base no diálogo, na confiança e no crédito”, concluiu.

Para Adriano Paes, do Ponto de Cultura Pombas Urbanas, de São Paulo, a reunião representa um avanço para o diálogo com o Ministério. “A gente ainda tem uma ansiedade com relação aos nossos prazos e compromissos, mas a expectativa que a gente tinha, de chegar em Brasília, ser ouvido, e começar um diálogo, foi correspondida. A ministra nos deu um ótimo sinal ”, comemorou. Marcos Pardim, do Ponto de Cultura Itu, também viu um resultado positivo no encontro. “A gente se sente plenamente contemplado, pois pudemos falar, pudemos debater, nos sentimos muito felizes. Para nós é uma vitória gigantesca”, afirmou.

O encontro teve a participação de cerca de 30 representantes dos Pontos de Cultura dos dois estados e do Distrito Federal.

(texto: Elisa Salim, Ascom/MinC)
(Fotos: Pedro França, Ascom/MinC)
Fonte: MinC

 

 
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Publicado por em 25/02/2011 em Uncategorized

 

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EDITH PIAF

Edith Giovanna Gassion 

20-02-2011 – Fátima de Carvalho

Edith Giovanna Gassion, (Paris, 19 de dezembro de 1915 — Grasse, 10 de outubrode 1963), ou simplesmente, Edith Piaf  foi uma cantora francesa de música de salão e variedades, mas foi reconhecida internacionalmente pelo seu talento no estilo francês da chanson.

O seu canto expressava claramente sua trágica história de vida. Entre seus maiores sucessos estão “La vie en rose” (1946), “Hymne à l’amour” (1949), “Milord” (1959), “Non, je ne regrette rien” (1960). Participou de peças teatrais e filmes. Em junho de 2007 foi lançado um filme biográfico sobre ela, chegando aos cinemas brasileiros em agosto do mesmo ano com o título “Piaf – Um Hino Ao Amor” (originalmente “La Môme”, em inglês “La Vie En Rose”), direção de Olivier Dahan.

Édith Piaf está sepultada na mais célebre necrópole parisiense, o cemitério do Père-Lachaise. Seu funeral foi acompanhado por uma multidão poucas vezes vista na capital francesa. Hoje, o seu túmulo é um dos mais visitados por turistas do mundo inteiro.

Primeiros anos

Ela nasceu como Edith Giovanna Gassion em Belleville, um distrito cheio de imigrantes em Paris. Uma lenda diz que ela nasceu na calçada da Rue de Belleville 72, mas sua certidão de nascimento cita o Hôpital Tenon, que faz parte de Belleville.

Ela recebeu o nome de Édith em homenagem a uma enfermeira britânica da Primeira Guerra Mundial que foi executada por ajudar soldados franceses a escapar dos alemães. Piaf, um nome coloquial francês para um tipo de pardal, foi um apelido dado a ela vinte anos depois.

Sua mãe, Annetta Giovanna Maillard (1895–1945), era pied-noir, mais especificamente de ascendência franco-italiana por parte de pai e cabila-berbere por parte de mãe. Ela trabalhava como cantora em um café com o pseudônimo de Line Marsa. Louis-Alphonse Gassion (1881–1944), o pai de Édith, era normando e acrobata de rua com um passado no teatro. Os pais de Edith abandonaram-na cedo, e ela viveu por um curto período de tempo com sua avó materna, Emma (Aïcha) Saïd ben Mohammed (1876–1930), que deixava-a em uma saleta e não cuidava da sua higiene. Ela ficou 18 meses com a avó; antes de se alistar na armada francesa em 1916para lutar na Primeira Guerra Mundial, o pai de Edith pegou-a de volta e levou-a para sua mãe. Esta trabalhava então em um bordel em Bernay, na Normandia. Lá, prostitutas tomaram conta da pequena Édith.

Dos três aos sete anos, Piaf ficou supostamente cega devido a uma queratite. De acordo com uma de suas biografias, ela curou-se depois que as prostitutas levaram-na para orar no túmulo de Santa Teresa de Lisieux(conhecida popularmente como Santa Teresinha). Devido a esse episódio, Édith conservou devoção a Santa Teresinha por toda sua vida.

Em 1922, o pai de Piaf levou-a para viver em sua companhia, enquanto trabalhava em pequenos circos itinerantes. Em 1929, aos 14 anos, enquanto seu pai fazia performances acrobáticas nas ruas de toda França, Édith cantou pela primeira vez em público.

Com 15 anos, ela deixou seu pai e foi viver em um quarto no Grand Hôtel de Clermont (na Rua Veron, 18 de Paris), indo sozinha cantar noQuartier Pigalle, Ménilmontant e subúrbios de Paris. Nessa época juntou-se à amiga Simone Berteaut (“Mômone”)  e as duas tornaram-se parceiras em travessuras.  Piaf estava com 16 anos quando se apaixonou por Louis Dupont, um entregador.

Aos 17, Edith teve sua única filha, Marcelle, que morreu de meningite com 2 anos de idade em 7 de julho de 1935. Como a mãe, Piaf encontrou dificuldade em cuidar da filha enquanto vivia de cantoria nas ruas, e deixava Marcelle para trás. Dupont criou a criança até sua morte.

O namorado seguinte de Piaf foi um cafetão chamado Albert, que em troca de não forçá-la a se prostituir, cobrava comissões sobre o dinheiro que ela ganhava cantando. Ela terminou o namoro quando uma de suas amigas, Nadia, suicidou-se, para não se tornar prostituta.

Carreira

Em 1935, Piaf foi descoberta cantando na rua da área de Pigalle por Louis Leplée, dono do cabaré Le Gerny’s, situado na avenida Champs Élysées, em Paris. Foi ele quem a iniciou na vida artística e a batizou de “la Môme Piaf”, uma expressão francesa que significa “pequeno pardal” ou “pardalzinho”, pois ela tinha uma estatura baixa (1m 42 cm). Lepleé, vendo o quão nervosa Piaf ficava ao cantar, começou a ensinar-lhe como se portar no palco e disse-lhe para começar a usar um vestido preto quando se apresentasse, vestuário que mais tarde se tornou sua marca registrada como roupa de apresentação. Ele também fez enorme campanha para a noite de estréia de Piaf no Le Gerny’s, o que resultou na presença de várias celebridades, como o ator Maurice Chevalier. e a grande vedette do music Hall, Mistinguett. Foi durante suas apresentações no Le Gerny’s que Piaf conheceu o compositor Raymond Asso e a compositora Marguerite Monnot, que se tornou sua parceira e grande e fiel amiga por toda sua vida. É de Marguerite composições como “Mon légionnaire”, “Hymne à l’amour”,”Milord” e “Les Amants d’un jour”.

No ano seguinte (1936), Piaf assina contrato com a Polydor e lança seu primeiro disco “Les Mômes de la Cloche”, que se torna sucesso imediato. Mas no dia 6 de abril desse mesmo ano, Leplée é assassinado em seu domicílio. Piaf é interrogada e acusada de cúmplice, mas acabou sendo absolvida mais tarde. Ele foi morto por bandidos que tiveram, num passado não muito distante, laços com Piaf. o que gerou uma atenção negativa sobre ela por parte da mídia, ameaçando, assim, sua carreira. Para reerguer sua imagem, ela retoma contato com Raymond Asso, com quem, mais tarde, ela também viria a se envolver romanticamente. Raymond passou a ser seu novo mentor e foi ele quem mudou o nome artístico dela de “La Môme Piaf” para “Édith Piaf” e encomendou a Marguerite Monnot canções que tratassem unicamente do passado de Piaf nas ruas.[5] A partir deste reencontro, Raymond começou a fazer Piaf trabalhar arduamente para se tornar uma cantora profissional de Music Hall.

Entre 1936 e 1937, Piaf se apresentou no Bobino, um music hall no bairro Montparnasse. Em março de 1937, ela estréia no music hall ABC, onde ela se torna imediatamente uma imensa vedete da canção francesa, amada pelo público e difundida pela rádio. Em 1940 estréia no teatro em uma peça de Jean Cocteau Le Bel Indifférent,[5] escrita especialmente para ela, e que a fez contracenar com seu então companheiro, o ator Paul Meurisse. Ao lado de Paul, ela estréia em um filme em 1941, Montmartre-sur-Seine de Georges Lacombe.

Durante a ocupação alemã na França, Piaf continua seus shows. Muitos a consideraram uma traidora, mas seguindo a guerra, ela declarou que trabalhou a favor da resistência francesa. Na primavera de 1944, Piaf conhece o jovem cantor Yves Montand e passa a ser sua mentora e amante.

Em 1945, Piaf escreveu uma de suas primeiras canções: “La Vie en rose”, a canção mais célebre dela e seu grande clássico. Em 1946, Montand estréia no cinema ao lado de Piaf em Étoile sans lumière. Neste ano também o romance terminaria para os dois. Piaf acaba desfazendo o relacionamento quando ele está perto de alcançar o mesmo sucesso dela.

Durante esse tempo Piaf estava fazendo muito sucesso em Paris e em toda França. Após a guerra, tornou-se famosa internacionalmente, excursionando pela Europa, Estados Unidos e América do Sul. De início ela se deparou com pouco sucesso entre o público norte-americano. Entretanto, após a publicação de brilhante matéria de proeminente crítico de Nova York, Piaf viu seu sucesso crescer ao ponto de sua popularidade levá-la a se apresentar oito vezes no Ed Sullivan Show e duas vezes no Carnegie Hall (1956 e 1957).

Em 1947, ela faz seus primeiros shows nos Estados Unidos. Em 1948 durante sua volta aos Estados Unidos, ela conhece o grande amor de sua vida, o pugilista Marcel Cerdan. De nacionalidade francesa, mas nascido na Algéria, Marcel era casado ao começar tórrido romance com Édith Piaf. Pouco tempo depois de os dois se conhecerem, Marcel tornou-se campeão mundial de boxe. Em 28 de outubro de 1949, Marcel morreu em acidente de avião num vôo de Paris para Nova York, onde a iria reencontrar. Arrasada pelo sofrimento e também pelo sofrimento de poliartrite aguda, Édith Piaf começa a se aplicar fortes doses de morfina. Seu grande sucesso “Hymne à l’amour” e “Mon Dieu”foram cantadas por Édith em memória de Marcel.

Em 1951, o jovem cantor Charles Aznavour converte-se em seu secretário, assistente, chofer e confidente. Ela ajudou a decolar sua carreira, levando-o em turnê pelos EUA e pela França e gravando algumas de suas músicas. Em setembro de 1952 casa-se com o célebre cantor francês Jacques Pills, do qual se divorcia em 1956.

Começa uma história de amor com Georges Moustaki (“Jo”), que Édith lança para a música. Ao seu lado sofre um grave acidente automobilístico em 1958, que piora seu já deteriorado estado de saúde e sua dependência à morfina. Edith grava novo sucesso, a canção”Millord”, da qual Moustaki é o autor.

Em 1962, Piaf casa-se com Théo Sarapo (Theophanis Lamboukas), cabeleireiro grego que se tornou posteriormente cantor e ator, 20 anos mais novo do que ela.

Morte

Edith Piaf morreu em 10 de outubro de 1963 em Plascassier (na localidade de Grasse nos Alpes Marítimos), aos 47 anos, com a saúde abalada pelos excessos, pela morfina e todo o sofrimento de uma vida.

Ela alugara uma mansão de 25 cômodos perto da praia, onde passou dois meses de descanso com amigos e com o marido. Segundo seu acordeonista, Marc Bonel, foi um período de muitos gastos: almoços e jantares para 30 a 40 pessoas todos os dias, regados a champagne e uísque.

Por medida de economia, transferiu-se para uma herdade em Plascassier, apenas com a enfermeira, o acordeonista e a secretária, o empresário e o marido, que a essa altura trabalhava num filme em Paris para “assegurar o dinheiro do casal”, como dizia a própria Piaf.

Édith Piaf morreu em consequência de uma hemorragia interna, em coma. Como disse certa vez um documentário, “sem um grito, sem uma palavra…” O transporte de seu corpo a Paris foi feito clandestina e ilegalmente e seu falecimento foi anunciado oficialmente em 11 de outubro. Ela faleceu no mesmo dia que seu amigo Jean Cocteau. Foi enterrada no cemitério do Père-Lachaise (division 97).

Grandes amizades

Édith Piaf influenciou grande parte dos artistas de sua época. Tornou-se, principalmente, uma ponte para que estes se conhecessem; geralmente seu círculo de amizade se encontrava em sua casa. Foi na residência da cantora que grandes nomes da música francesa tiveram o primeiro contato e em diversas vezes iniciaram maravilhosas parcerias musicais, como por exemplo, Gilbert Bécaud, Jacques Pills (célebre cantor francês com quem a intérprete se casou em setembro de 1952), Jacques Plante, Louis Amade, Charles Aznavour (com quem também teve um caso amoroso), Jean Broussolle, Yves Montand, Jacques Prévert, Francis Lemarque, entre tantos outros, hoje também consagrados na história fonográfica da França e do mundo.

Segundo Marc Robine em seu livro «Il était une fois La chanson française : Des trouvères à nos jours», é na casa de Piaf que Gilbert Bécaud começa sua amizade com Charles Aznavour com quem ele escreverá diversas canções cujas algumas como Mé qué me qué ou La Ville, serão registradas por cada um deles, interpretadas e preparadas de maneira bem diferente. É ainda na casa da cantora que Bécaud reencontra Jean Broussolle – das Compagnos de La Chanson, que lhe escreverá as letras de Alors, raconte. Compagnons registraram, no curso de sua longa carreira, uma gama de canções de Bécaud e Aznavour. Ainda na residência de Piaf, Charles Aznavour conhecerá Jacques Plante que virá a ser um de seus grandes colaboradores (For me…formidable, La Bohème, Les Comédiens…). Assim, pouco a pouco, o círculo de relações e de colaborações de Piaf foi se alargando ainda mais. Numa época imediata ao pós-guerra, que via nascer toda uma nova geração de artistas, não só a cantora teve apoio incondicional de seus amigos, grandes profissionais de música, mas também ajudou na carreira de muitos deles.

Fonte: Wikipédia

 
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Publicado por em 20/02/2011 em Uncategorized

 

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PELOMUNDO CULTURAL

“Ma Vie en Rose” -Edith Paif – show gratuito

19-02-2011 –  Fátima de Carvalho


 

 

“Ma Vie en Rose”
Pequena Piaf.

“Ela nasceu em plena rua, debaixo de uma luz, em frente ao número 72 da Rue de Belleville em Paris”

Dia 24 de fevereiro às 20h
Teatro Zanoni Ferrite
Av. Renata, 163 – Vila Formosa.
Entrada Gratuita
Contato: bolufosjazz@ig.com.br
Site: Piaf
Fonte: overmundo – bofulos

 
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Publicado por em 19/02/2011 em Uncategorized

 

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NOTÍCIAS CULTURAIS

Conselho Nacional de Cinema
Ana de Hollanda ouve demandas de representantes do audiovisual na Ancine 

19-02-2011 Fátima de Carvalho

Conselho Nacional de Cinema

A ministra da Cultura, Ana de Hollanda, se reuniu hoje (18-02), no Escritório Central da ANCINE no Rio de Janeiro, com representantes do setor audiovisual e da sociedade civil que integram o Conselho Superior do Cinema. Ao lado do diretor-presidente da ANCINE, Manoel Rangel, e da titular da Secretaria do Audiovisual do MinC, Ana Paula Santana, a ministra reuniu informações sobre o atual cenário do audiovisual brasileiro e os desafios que se apresentam para o pleno desenvolvimento da indústria.

“Estou aqui hoje para escutar. Espero ouvir demandas, entender quais são os gargalos que ainda existem na atividade audiovisual e que devem ser trabalhados na nossa gestão, inclusive em parceria com outros ministérios. Essa é uma diretriz dada pela Presidenta Dilma, de trabalhar afinados com outros ministérios para que as questões sejam enfrentadas em sua totalidade”, afirmou a ministra na abertura do encontro.

Os conselheiros deram boas-vindas à ministra e foram unânimes ao afirmar que o audiovisual nacional atravessa um momento histórico, com excelentes resultados de público e bilheteria, mas ressaltaram que ainda há etapas a serem vencidas. As principais demandas dizem respeito à modernização dos mecanismos de fomento e à continuidade de políticas públicas que contribuam para a ocupação permanente do mercado, especialmente aquelas que visem fortalecer as empresas produtoras, distribuidoras e exibidoras brasileiras.

“Falta pouco para o audiovisual brasileiro florescer plenamente e demonstrar toda a sua capacidade”, observou a produtora Mariza Leão. Representante dos distribuidores, Bruno Wainer afirmou: “Temos crescido, graças a tudo que foi criado até aqui. Nunca vi um momento tão rico como esse. Agora precisamos pensar em maneiras de ocupar espaço permanentemente”.

Para Gonzaga de Luca, representante dos exibidores, o audiovisual brasileiro “não pode perder o bonde” do desenvolvimento do País. Ele indicou a necessidade de aprovação das medidas de incentivo fiscal ao setor de exibição previstas no Programa Cinema Perto de Você. “O Brasil vive um momento de efervescência em diversas áreas, graças ao aumento do poder aquisitivo da população, do aumento do número de empregos. Vemos empresas de ramos distintos fazendo grandes investimentos em localidades que até há pouco tempo ninguém pensava ir. Precisamos correr para que o nosso setor também seja beneficiado”.

O diretor-presidente da ANCINE, Manoel Rangel, apresentou números que comprovam o crescimento do setor nos últimos dez anos, a partir do momento em que, segundo Rangel, o Estado retomou o papel de indutor de desenvolvimento da atividade. “Em 2001, foram investidos R$ 89 milhões. No ano passado, o montante chegou a R$ 260 milhões, sendo que esses valores se referem apenas aos recursos administrados pela ANCINE. As condições foram criadas, há empreendedores atuando em todos os elos da cadeia produtiva do audiovisual, mas ainda precisamos de distribuidores, exibidores e produtores interessados em encontrar maneiras de ampliar a presença do produto nacional nas diferentes janelas”.

Em seguida, Rangel lembrou que a pauta dos assuntos estratégicos aprovadas pela nova composição do Conselho inclui a discussão das diretrizes regulatórias e de fomento à produção independente de televisão previstas PLC 116 (antigo PL 29), atualmente em tramitação no Senado: “O PLC 116 vai criar ainda mais demanda por conteúdo nacional. É muito importante discutir o tema e formular políticas que ajudem as empresas produtoras a se preparar para esta nova realidade”.

Também estiveram presentes à reunião os conselheiros Rosemberg Cariry, Tetê Moraes, João Daniel Tikhomiroff, Roberto Moreira, Indira Amaral, Rodrigo Saturnino, Wilson Feitosa, Alain Fresnot, Ana Luiza Azevedo, João Saad Jafet e Carlos Eduardo de Alkimim.

Fonte: MinC

 
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Publicado por em 18/02/2011 em Uncategorized

 

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NOTÍCIAS CULTURAIS

Igrejas Históricas de Alagoas

17-02-2011 – Fátima de Carvalho

A ministra da Cultura, Ana de Hollanda, recebeu na manhã desta quarta-feira (16), em seu gabinete, em Brasília, vários parlamentares alagoanos. Estiveram presentes a senadora Ada Mello (PTB) e os deputados federais Joaquim Beltrão (PMDB), coordenador da bancada alagoana na Câmara dos Deputados, e Célia Rocha (PTB), ex-prefeita do município de Arapiraca. Também acompanharam a audiência o vereador Daniel Rocha (PTB) e o assessor parlamentar do Ministério da Cultura, José Ivo.

Durante o encontro, os parlamentares disseram à ministra que existe necessidade de execução de obras de restauração em duas igrejas históricas que integram o Patrimônio Artístico Cultural de Alagoas: Bom Jesus dos Martírios, em Maceió, e Nossa Senhora Mãe dos Homens, em Coqueiro Seco, situado às margens da Lagoa Mundaú.

Eles relataram que os projetos foram priorizados no exercício orçamentário de 2010 e que houve uma avaliação por parte do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), embora, posteriormente, tenha acontecido uma demora de análise do processo dentro do MinC, o que impediu a assinatura de convênio. Por esse motivo, vieram conversar diretamente com a ministra, na tentativa de recompor esse processo.

Empenho

Ana de Hollanda afirmou que vai conversar com o Iphan e com outros setores do MinC, como a Consultoria Jurídica,  por exemplo, para se certificar do que de fato aconteceu. “Temos que ver daqui para frente”, disse a ministra, referindo-se ao fato de que isso não aconteceu agora, na atual gestão. Ela afirmou que vai se empenhar para encontrar uma solução para o problema, mas que só daqui a pouco mais de um mês poderá voltar a falar sobre o assunto.

A igreja Nossa Senhora Mãe dos Homens, em Coqueiro Seco, começou a ser erguida no final do século XVIII e vem passando por um processo de restauração desde 2009, por iniciativa do próprio MinC e do Iphan.

Bom Jesus dos Martírios foi, originalmente, uma capela até transformar-se em igreja, em 1881, após passar por diversas reformas.  Ela está localizada no centro de Maceió, na praça Marechal Deodoro.

(Texto: Gláucia Ribeiro Lira, Comunicação Social/MinC)
(Fotos: Pedro França/MinC)
(Edição de imagem: Marina Ofugi e Ygor Bernardes, Ascom/MinC)
Fonte: MinC

Instituto Garatuja abre inscrições para oficinas de artes e dança

O Instituto de Arte e Cultura Garatuja esta disponibilizando 80 vagas para crianças, a partir de 5 anos, matriculadas em escolas públicas, que queiram se desenvolver em áreas artísticas de dança e artes visuais. As oficinas fazem parte do projeto Garatujas e Cambalhotas: Registro e Documentação da Arte na Infância, premiado Ponto de Cultura do Estado de São Paulo, através do programa Mais Cultura do Ministério da Cultura e da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo. O projeto consiste em registrar e documentar através de mostras, vídeos, fotos e textos, os processos de trabalho que acontecem nas oficinas e que são realizados há mais de duas décadas pelos artistas fundadores do Garatuja.As vagas disponíveis são para as oficinas de: técnicas mistas, marcenaria, fotografia, gravura, ludodança, danças e brinquedos cantados, danças regionais brasileiras, iniciação musical e canto coral. As crianças são matriculadas conforme a faixa etária. Em 2010, o Garatuja realizou diversas apresentações de danças brasileiras em escolas públicas, de ensino infantil e fundamental. Aconteceu ainda a Mostra Semestral de Dança e a peça infantil A Viagem de Um Barquinho que foi apresentada na cidade de Joanópolis, no Teatro de Bolso do Garatuja e no Centro de Convenções. Em 2011, a atenção da Mostra do projeto se volta para as Artes Plásticas, com exposição dos trabalhos do Garatuja, projeções de desenhos animados, apresentação de dança e performances, e para a produção do grupo de canto coral, que acompanha as danças e brinquedos cantados da tradição brasileira.Para a oficina de Iniciação Musical e Canto Coral são 20 vagas abertas, na faixa etária de 8 a 14 anos. Os interessados em se inscrever devem apresentar uma declaração da escola onde estuda, comprovante de residência, e documentos dos responsáveis em cópias simples, e preencher os formulários no IAC Garatuja, das 9 às 12 e das 14 às 18 horas. O telefone para contato é (11) 4412-9964. O Instituto de Arte e Cultura Garatuja fica na Rua Esmeraldo Tarquínio 346 D, Jardim Tapajós, em Atibaia.

Fonte: MinC


 
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Publicado por em 17/02/2011 em Uncategorized

 

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NOTÍCIAS CULTURAIS

Rio das Ostras quer ser capital do blues brasileiro


A cidade de Rio das Ostras, na Região dos Lagos, pretende ser um dos principais palcos do blues brasileiro e dá início, no próximo sábado (19), ao projeto Rio das Ostras Jazz & Blues o Ano Todo, que promoverá shows mensais gratuitos desses ritmos durante todo o ano. Abrindo as apresentações, a Prefeitura traz a atração internacional Kenny Brown, que faz show ao lado do guitarrista Big Joe Manfra, a partir das 18h, na Concha Acústica da Praça São Pedro. No dia 26, o show contará com Flávio Guimarães Blues Band.

Esta é a terceira vez que Kenny Brown vem a Rio das Ostras. Seus shows eletrizantes marcaram o ano de 2005, quando se apresentou no Ostrascycle e no Festival de Jazz & Blues. Guitarrista e cantor, ele nasceu em New Orleans, capital mundial do jazz e do blues, e de lá traz todas as influências do jazz, do blues e do soul.

Kenny Brown terá a companhia no palco, do grande guitarrista de blues brasileiro, Big Joe Manfra, que mostrará o repertório de seu novo CD.  Com esse projeto, Rio das Ostras se consolida como a cidade do jazz e do blues.

“A ideia é aumentar a platéia que gosta desses estilos musicais, atrair visitantes durante todo o ano, oferecer mais eventos fora da alta temporada e aquecer a economia do município”, disse Alan Machado, secretário de Turismo, Indústria e Comércio de Rio das Ostras.

A Prefeitura de Rio das Ostras também já está organizando a nona edição do Jazz & Blues Festival, que acontecerá de 22 a 26 de junho. O cast contará com grandes nomes da música nacional e internacional. Algumas atrações já estão confirmadas – Yellowjackets, o trompetista Nicholas Payton, Brian Lee e Azymuth com Léo Gandelman.
Site: Rio das Ostras
Fonte: CadernoA

Galeria de Arte Brasileira do Século XIX

Museu Nacional de Belas Artes reabre espaço com a presença da ministra Ana de Hollanda

Depois de três anos fechada para reforma, modernização da expografia e restauração de pinturas, esculturas e mobiliário, a Galeria de Arte Brasileira do Século XIX, do Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, reabre suas portas e volta a oferecer ao público o maior e mais importante acervo de arte oitocentista.

A reinauguração será na quinta-feira, 17 de fevereiro, às 18h, com a presença da ministra da Cultura, Ana de Hollanda, do presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC), José do Nascimento Junior, e da diretora do MNBA, Mônica Xexéo.

Com 2 mil metros² e oito metros de pé direito, o monumental espaço vai exibir 230 trabalhos, cem a mais do que a versão anterior, entre pinturas, esculturas, arte sobre papel e mobiliário. A Galeria concentra num só espaço os mais significativos autores e obras produzidas no Brasil.

Artes plásticas

Entre as novidades, estão curiosidades como as telas São Pedro de Alcântara (de autor desconhecido), que poderá ser vista pela primeira vez, e O remorso de Judas, de Almeida Junior, que volta às paredes da Galeria depois de 60 anos, após passar por criterioso processo de restauração. Mais de 100 obras foram restauradas nos laboratórios do museu, em um trabalho minucioso que demandou quatro anos.

No espaço, podem ser apreciadas preciosidades como Más Notícias, de Rodolfo Amoedo (1895); Descanso da Modelo, de Almeida Junior (1882), e Gioventù, de Eliseu Visconti (1898), além de esculturas como Cristo e a Mulher Adúltera, de Rodolfo Bernardelli (1888); O Rio Paraíba do Sul, de Almeida Reis (1886); e Alegoria do Império Brasileiro, de Chaves Pinheiro (1872). Há trabalhos assinados por Belmiro de Almeida, Debret, Agostinho da Mota, Nicolas-Antoine Taunay, Araújo Porto Alegre, Zeferino da Costa, Castagneto, Antonio Parreira, Henrique Bernardelli, Facchinetti e Estevão Silva, entre outros. Com curadoria do museólogo Pedro Xexéo, a Galeria também recebeu nova expografia (organização cronológica das obras).

Revitalização

A reforma da Galeria de Arte Brasileira do Século XIX foi mais uma etapa do projeto de revitalização do Museu, que desde 2004 vem passando por obras para recuperação do prédio e requalificação do acervo e da reserva técnica. As obras são acompanhadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan/MinC), pois o prédio, datado de 1908, é tombado. O MNBA recebeu recursos de empresas e instituições como Petrobras, BNDES, Banco Itaú, Caixa Econômica Federal e Ministério do Turismo, além dos recursos destinados pelo Ministério da Cultura.

O MNBA fica na Avenida Rio Branco, 199 – Cinelândia, Rio de Janeiro. Abre de terça a sexta-feira, das 10h às 18h; sábado, domingo e feriado, das 12h às 17h. Saiba mais no site http://www.mnba.gov.br.

Informações: (21) 2532-7503 ou imprensa@mnba.gov.br, na Assessoria de Imprensa do MNBA.


 
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Publicado por em 16/02/2011 em Uncategorized

 

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PELOMUNDO CULTURAL

André Luiz Mazzaropi – Ubatuba -SP -Tenda do Jeca

15-02-2011 – Fátima de Carvalho

Tenda do Jeca com André Luiz Mazzaropi em Ubatuba-SP

André Luiz Mazzaropi – O Filho do Jeca, tendo dado inicio as inscriçãos do casting da PAM FILMES CINEMA & TELEVISÃO, inaugurou dia 08/01/2011 uma Tenda do Jeca em Ubatuba- SP na Praia do Itagua ao Lado do Aquario de Ubatuba -SP, na Praça da Baleia, tendo como principal objetivo promover seu trabalho de cadastramento de atores – atrizes e modelos para o casting de elenco das futuras produções de filmes e documentarios da PAM FILMES, e até o dia 29 de fevereiro de 2011 estará cadastrando o pessoal de Ubatuba, Litoral norte e turistas de todo o Brasil que lá vão passear; alem disto a exibição de filmes do Mazzaropi e shows do André Luiz mazzaropi – O Filho do Jeca.

08/1/2011 a 28/2/2011, às 20:30h
quanto custa
Gratuito
website
www.andreluizmazzaropi.com.brwww.pamfilmes.com.br
contato
(12) 8111.0116 – 9714.2853 – 3424.0163
Fonte: overmundo – Andre Luiz Mazzaropi

 
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Publicado por em 15/02/2011 em Uncategorized

 

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