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Arquivo diário: 16/02/2011

NOTÍCIAS CULTURAIS

Rio das Ostras quer ser capital do blues brasileiro


A cidade de Rio das Ostras, na Região dos Lagos, pretende ser um dos principais palcos do blues brasileiro e dá início, no próximo sábado (19), ao projeto Rio das Ostras Jazz & Blues o Ano Todo, que promoverá shows mensais gratuitos desses ritmos durante todo o ano. Abrindo as apresentações, a Prefeitura traz a atração internacional Kenny Brown, que faz show ao lado do guitarrista Big Joe Manfra, a partir das 18h, na Concha Acústica da Praça São Pedro. No dia 26, o show contará com Flávio Guimarães Blues Band.

Esta é a terceira vez que Kenny Brown vem a Rio das Ostras. Seus shows eletrizantes marcaram o ano de 2005, quando se apresentou no Ostrascycle e no Festival de Jazz & Blues. Guitarrista e cantor, ele nasceu em New Orleans, capital mundial do jazz e do blues, e de lá traz todas as influências do jazz, do blues e do soul.

Kenny Brown terá a companhia no palco, do grande guitarrista de blues brasileiro, Big Joe Manfra, que mostrará o repertório de seu novo CD.  Com esse projeto, Rio das Ostras se consolida como a cidade do jazz e do blues.

“A ideia é aumentar a platéia que gosta desses estilos musicais, atrair visitantes durante todo o ano, oferecer mais eventos fora da alta temporada e aquecer a economia do município”, disse Alan Machado, secretário de Turismo, Indústria e Comércio de Rio das Ostras.

A Prefeitura de Rio das Ostras também já está organizando a nona edição do Jazz & Blues Festival, que acontecerá de 22 a 26 de junho. O cast contará com grandes nomes da música nacional e internacional. Algumas atrações já estão confirmadas – Yellowjackets, o trompetista Nicholas Payton, Brian Lee e Azymuth com Léo Gandelman.
Site: Rio das Ostras
Fonte: CadernoA

Galeria de Arte Brasileira do Século XIX

Museu Nacional de Belas Artes reabre espaço com a presença da ministra Ana de Hollanda

Depois de três anos fechada para reforma, modernização da expografia e restauração de pinturas, esculturas e mobiliário, a Galeria de Arte Brasileira do Século XIX, do Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, reabre suas portas e volta a oferecer ao público o maior e mais importante acervo de arte oitocentista.

A reinauguração será na quinta-feira, 17 de fevereiro, às 18h, com a presença da ministra da Cultura, Ana de Hollanda, do presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC), José do Nascimento Junior, e da diretora do MNBA, Mônica Xexéo.

Com 2 mil metros² e oito metros de pé direito, o monumental espaço vai exibir 230 trabalhos, cem a mais do que a versão anterior, entre pinturas, esculturas, arte sobre papel e mobiliário. A Galeria concentra num só espaço os mais significativos autores e obras produzidas no Brasil.

Artes plásticas

Entre as novidades, estão curiosidades como as telas São Pedro de Alcântara (de autor desconhecido), que poderá ser vista pela primeira vez, e O remorso de Judas, de Almeida Junior, que volta às paredes da Galeria depois de 60 anos, após passar por criterioso processo de restauração. Mais de 100 obras foram restauradas nos laboratórios do museu, em um trabalho minucioso que demandou quatro anos.

No espaço, podem ser apreciadas preciosidades como Más Notícias, de Rodolfo Amoedo (1895); Descanso da Modelo, de Almeida Junior (1882), e Gioventù, de Eliseu Visconti (1898), além de esculturas como Cristo e a Mulher Adúltera, de Rodolfo Bernardelli (1888); O Rio Paraíba do Sul, de Almeida Reis (1886); e Alegoria do Império Brasileiro, de Chaves Pinheiro (1872). Há trabalhos assinados por Belmiro de Almeida, Debret, Agostinho da Mota, Nicolas-Antoine Taunay, Araújo Porto Alegre, Zeferino da Costa, Castagneto, Antonio Parreira, Henrique Bernardelli, Facchinetti e Estevão Silva, entre outros. Com curadoria do museólogo Pedro Xexéo, a Galeria também recebeu nova expografia (organização cronológica das obras).

Revitalização

A reforma da Galeria de Arte Brasileira do Século XIX foi mais uma etapa do projeto de revitalização do Museu, que desde 2004 vem passando por obras para recuperação do prédio e requalificação do acervo e da reserva técnica. As obras são acompanhadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan/MinC), pois o prédio, datado de 1908, é tombado. O MNBA recebeu recursos de empresas e instituições como Petrobras, BNDES, Banco Itaú, Caixa Econômica Federal e Ministério do Turismo, além dos recursos destinados pelo Ministério da Cultura.

O MNBA fica na Avenida Rio Branco, 199 – Cinelândia, Rio de Janeiro. Abre de terça a sexta-feira, das 10h às 18h; sábado, domingo e feriado, das 12h às 17h. Saiba mais no site http://www.mnba.gov.br.

Informações: (21) 2532-7503 ou imprensa@mnba.gov.br, na Assessoria de Imprensa do MNBA.


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Publicado por em 16/02/2011 em Uncategorized

 

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