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Arquivo mensal: junho 2011

PELOMUNDO CULTURAL

EXPOSIÇÃO SÓ PARA OS RAROS, SÓ PARA LOUCOS!

30-06-2011 – Fátima de Carvalho

galeria jaqueline martins

EXPOSIÇÃO SÓ PARA OS RAROS, SÓ PARA LOUCOS
Será aberta a exposição Só para os raros, só para loucos! na Galeria Jaqueline Martins, Sao Paulo, sob a curadoria de Daniela Name, dia 21 de junho de 2011, as 18 horas.
Os artistas são: Adriana Eu, Alzira Fragoso, Azeite de Leos e Dudu Santos e artistas convidados: Danielle Carcav, Julia Debasse, João Penoni, Louise DD, Nara Amélia, Ni Da Costa, Nino Cais, Patrizia D’Ângelo, Pedro Varela, Raul Leal e Ronaldo Aguiar.

Só para os raros, só para loucos!

O protagonista do romance O Lobo da Estepe, Harry Haller, enxerga estas palavras todos os lugares depois que conhece o Teatro Mágico. E que personagens como Hermínia, Maria e Pablo entram na história como seus duplos, bagunçando suas certezas.
O livro escrito por Hermann Hesseem 1927 foi o ponto de partida para a reunião dos artistas desta mostra. Com linguagens muito diversas, eles têm em comum a interpretação enviesada e lírica da realidade que os cerca.
Criam estados de suspensão e escapes e vez ou outra tangenciam imagens sintéticas, quase arquétipos. Elas nos oferecem uma espécie de colo universal, uma volta para casa, uma sensação de fraternidade, mesmo que dolorida.
Há reconhecimento, diria Jung. O psicanalista, aliás, nos leva de volta a Hesse: depois de uma crise emocional, o escritor passou a se consultar com um de seus discípulos, no mesmo período em que resolveu fazer uma viagem espiritual à Índia. A teoria arquetípica marcaria toda a sua obra a partir de então, inclusive O lobo, seu livro mais importante.
Os trabalhos expostos na galeria de modo algum interpretam ou ilustram o romance, até porque boa parte deles pré-existem à idéia desta montagem. Mas se aproximam do protagonista e da atmosfera criados pelo autor no que eles têm de delirantes e também desencantados com os mundos estéreis que os cercam. O de Harry Haller – espelho evidente de Hermann Hesse, até no H duplo das iniciais do nome – está localizado na Europa da década de 1920, arrasada pela Primeira Guerra. O nosso dispensa maiores apresentações: convivemos com ele e somos obrigados a lhe dar “bom dia” todas as manhãs. Cheio de imagens e vazio de conteúdo, ricocheteia rápido demais no olho, na cabeça, e de vez em quando causa fastio.
Só para os raros, só para loucos! Fala deste enjoo e desta dor, mas também dos atalhos encontrados para se afastar deles, para virar a página.
Como se fosse realmente possível existir vida inteligente e sadia em alguma galáxia muito, muito distante. Como se existisse, de verdade, a entrada para o Teatro Mágico.

Curadora:Daniela Name

onde fica Rua Dr.Virgílio de Carvalho Pinto,74 São Paulo, SP
quando ir 21/6/2011 a 20/7/2011, às 18:00h
quanto custa gratuito
contato Jaqueline Martins (11) 2628 1943
Fonte: overmundo / Cíntia Thomé
 
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Publicado por em 30/06/2011 em Uncategorized

 

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PELOMUNDO CULTURAL

O Simbolismo da Obra Pequeno Príncipe

27-06-2011 – Fátima de Carvalho

Talvez nenhuma outra obra da literatura moderna tenha conseguido mesclar os mais profundos ensinamentos da vida com tanta simplicidade quanto o Pequeno Príncipe, de Saint-Exupéry. Conheça o simbolismo que tornou o livro um clássico capaz de encantar adultos e crianças em todo o mundo.

onde fica Associação Cultural Nova Acrópole – Florianópolis-SC

quando ir
30/6/2011, às 20:00h
quanto custa
Gratuito
website
http://www.nova-acropole.org.br
contato
Fone: (48) 3324-0849
Fonte: overmundoEmiliana Vargas 

Ficção científica e o feminino, no Ciência em Foco

Minorias historicamente oprimidas são pautas corriqueiras de jornais, livros e filmes. Participando desse debate, o Ciência em Foco de 2 de julho, às 16h, exibe O conto da aia, em que as mulheres são alvo de dominação. Subjugadas por uma teocracia cristã fundamentalista, dividem-se em castas, com funções sociais bem definidas.No cineclube, as aias, mulheres férteis obrigadas a engravidar, ganham voz através da professora de Literatura Lucia de La Rocque, que irá discutir a literatura utópica/distópica de autoria feminina, e questões de gênero, ciência e saúde enfatizadas pela ficção-científica, como as que envolvem o domínio patriarcal sobre o corpo e a mente das mulheres.No primeiro sábado de cada mês, o cineclube exibe um filme seguido de debate. O objetivo é estimular a produção e circulação de novas ideias. A entrada é franca.onde fica Casa da Ciência da UFRJ
quando ir
02/7/2011, às 16:00h
quanto custa
Entrada franca.
website
http://cineclubecienciaemfoco.blogspot.com
contato
cienciaemfoco@casadaciencia.ufrj.br
Fonte: overmundo / cgc

FAM 2011 – 15º Florianópolis Audiovisual Mercosul

Divulgação
O premiado O Céu Sobre os Ombros, de Sérgio Borges, estará na principal mostra
De 24 de junho a 1º de julho, no Centro de Eventos da UFSC, o FAM 2011 – 15º Florianópolis Audiovisual Mercosul vai mostrar – e discutir – o que é esse cinema que está nas telas (as grandes e as pequenas) do Brasil e nas dos vizinhos (dos 13 países da América do Sul, sete estarão no festival – Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai, Peru, Venezuela e Uruguai). E, como é tradição desde 1997, ninguém precisa pagar para ver isso.Ao longo destes 15 anos, o FAM se consolidou como uma das principais mostras de cinema e vídeo do Sul do país. Mas sua importância se deve, também, como lugar de discussão sobre as políticas públicas, debates sobre cultura e estética na produção audiovisual, trocas de experiências entre autoridades ligadas ao setor e realizadores, integração e intercâmbio de ideias e projetos através do Fórum Audiovisual Mercosul, que é transmitido ao vivo pela internet.A Mostra Comemorativa do FAM 2011 prestará homenagem à obra indômita de um dos maiores criadores contemporâneos do Brasil, Carlos Reichenbach. Dias antes de começar o FAM (20, 21 e 22 de junho, às 19h), serão exibidas três obras do diretor – Filme Demência (1985), Alma Corsária (1993) e Garotas do ABC (2003), respectivamente -, no Cine Pitangueira, que fica na Casa das Máquinas, na Lagoa da Conceição. O cineasta também participará do Fórum Audiovisual Mercosul, num painel dos diretores sobre o cinema latino-americano no dia 28 de junho.O auditório do Centro de Eventos da Universidade Federal de Santa Catarina será o palco da exibição dos oito filmes selecionados na Mostra de Longas Mercosul, a principal mostra não competitiva. Da Argentina, virão Rehen de Ilusiones, do consagrado Eliseo Subiela, Pompeya, surpreendente estreia solo da atriz e cineasta Tamae Garateguy e La vieja de atrás, escrito e dirigido por Pablo José Meza. Do Uruguai, a representação é com Reus, de Eduardo Piñero e Alejandro Pi. Do Chile, o selecionado é o vencedor do prêmio Goya – a máxima distinção do cinema espanhol – de melhor filme hispano-americano, La Vida de los Peces, de Matías Bize. Três novíssimas produções brasileiras ainda compõem a Mostra de Longas Mercosul: Toni Venturi abre o FAM na noite de 24 de junho, com Estamos Juntos, que arrebentou no último CINE-PE – Festival do Audiovisual, no Recife, levando sete Calungas; Riscado, o longa-metragem de estreia de Gustavo Pizzi e o O Céu sobre os Ombros, de Sérgio Borges, ganhador de cinco Candangos no Festival de Brasília em 2010.

Nas quatro mostras competitivas do FAM 2011, Curtas Mercosul, Doc-FAM, Catarinense e Infantojuvenil estarão em disputa 55 obras que traduzem toda a diversidade da produção audiovisual latino-americana.
A edição deste ano terá também a Mostra Revelando o Brasis, que exibirá quatro produções resultado de um projeto homônimo que possibilita aos moradores de pequenas cidades brasileiras produzirem e contarem suas próprias histórias, e a Mostra Outros Olhares, espaço com curadoria da Associação pela Promoção da Cultura Latinoamericana na Itália (Associazione per la Promozione della Cultura Latinoamericana in Italia- APCLAI), organizadora do Festival de Cine Latino Americano de Trieste, parceiro do FAM nesta edição.

O Festival terá 10 oficinas, o Congresso de TV Digital e o Encontro de Cultura da Rede de Mercocidades, fechando uma intensa agenda diária no FAM deste ano, que chega a 15ª edição.

onde fica
Centro de Cultura e Eventos da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), Campus Trindade, Florianópolis, tel. (48) 7812-9537
quando ir
24/6/2011 a 01/7/2011
quanto custa
Gratuito
website
www.audiovisualmercosul.com.br
contato
imprensa.fam@gmail.com
Fonte: overmundo /  Fam 2011
 
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Publicado por em 27/06/2011 em Uncategorized

 

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NOTÍCIAS CULTURAIS

UBICIDADE 

25-06-2011 – Fátima de Carvalho

UBICIDADE é um Projeto de Arte Telemática proposto para estimular a experimentação conceitual, midiática e estética através de mídias sociais, videoconferência e streaming. Seu principal objetivo é estabelecer uma estrutura que propiciará trocas artísticas e culturais especialmente entre centros de pesquisa em Universidades ao redor do mundo.

UBICIDADE, palavra criada através da junção de Ubiquidade e Cidade, é proposto para melhorar a comunicação baseada na internet entre artistas e pesquisadores em locais geograficamente distantes ao redor do mundo.

UBICIDADE foi iniciado pelo grupo COLABOR, Centro de Pesquisa de Linguagens Digitais, associado ao Programa de Pós-graduação Interunidades de Estética e História da Arte [PGEHA] da Universidade de São Paulo [USP], São Paulo, Brasil, coordenado pelo Professor Artur Matuck. UBICIDADE será o primeiro evento, que irá inaugurar o projeto de arte telemática em andamento AMPLITERRA, pensado para investigar e experimentar através de interconexões de telemídia, programadas para acontecer entre 2011 e 2014.

Centros de pesquisa teleativos em diferentes cidades ao redor do mundo são convidados a participar da rede AMPLITERRA para apresentar propostas, suas equipes, telemídias disponíveis e protocolos de internet. O Nó da Universidade de São Paulo [SPUN] será a força motora para constituição desta rede emergente. Idealmente, entretanto, a rede AMPLITERRA sera descentralizada ou multicentralizada.

O evento UBICIDADE acontecerá em quatro dias consecutivos, 27, 28, 29 e 30 de junho de 2011. Teletransmissões estão programadas para serem trocadas especialmente entre nós em São Paulo (Brasil) e Rijeka (Croácia). Interconexões com outros centros teleativos acontecerão espontaneamente conforme o evento for publicado através das mídias sociais e novas conexões forem estabelecidas.

UBICIDADE consistirá em vídeo-transmissões e vídeo-conferências programadas para esses quatro dias. Ambos vídeo-conferência e streaming serão utilizados para transmitir e receber uma série de performances, leituras, textos, imagens e sequências de audio. O conteúdo será o resultado de performances, apresentações e interações produzidas por indivíduos ou grupos selecionados pelos curadores em cada nó pertencente à rede.

Interações e vídeo-conferências estão programadas para ocorrer especialmente durante as tardes, das 13 às 16h (horário de São Paulo) todos os dias de 27 a 30 de junho. Sessões da manhã, nos mesmos dias, das 09 às 12h, serão destinadas aos testes de conexões, ensaios e preparações.

Exibiremos por streaming algumas performances, além da operação por vídeo-conferência com o Protocolo de Internet H323. Considere se juntar a nós para uma conversa sobre arte nesta edição ou em breve. Para isso, entre em contato conosco no Facebook.

onde fica
O nó da rede de onde o evento será lançado fica no Centro de Computação Eletrônica da Universidade de São Paulo
quando ir
27/6/2011 a 30/6/2011
quanto custa
de graça
website
http://www.facebook.com/event.php?eid=216720481684791
contato
http://www.facebook.com/event.php?eid=216720481684791
Fonte: overmundo Bia Martins 
 
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NOTÍCIAS CULTURAIS

Agepel divulga filmes vencedores do XIII Fica

19-06-2011 – Fátima de Carvalho

Divulgação – filme: Bicicletas de Nhanderú

Imersão no cotidiano e na espiritualidade dos Mbya-Guarani da Aldeia Koenju ganha XIII Fica

A produção Bicicletas de Nhanderu, de Ariel Ortega e Patrícia Ferreira foi escolhida pelo júri do XIII FICA – Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental a melhor obra cinematográfica. O troféu Cora Coralina, no valor de R$50.000,00 foi entregue pelo governador do Estado Marconi Perillo e pelo cineasta homenageado Arnaldo Jabor na tarde deste sábado na cidade de Goiás, sede do evento. A escolha do júri formado por Alfredo Manevy, Anselmo Pessoa, Maria Dora Mourão, Cacá Diegues, Michel Renov, João Campari e Laurent Jullier foi celebrada pelo cineasta “É bom que os jovens tenham ferramentas para trabalhar em projetos de proteção ao meio ambiente”, declarou emocionado e sob aplausos da platéia.

Além disso, o XIII Fica premiou com RS 35.000,00 mais o troféu Carmo Bernardes o longa-metragem Os Guerreiros do Arco-iris da Ilha de Waiheke, de Suzanne Raes, produção holandesa. O melhor media-metragem, agraciado com troféu mais R$ 25.000,00 foi O Desejo da Vila de Changhu, de Xia Chenan, produção chinesa. Na categoria curta metragem, levou troféu Acari Passos e R$ 25.000,00 o filme Pólis, de Marcos Pimentel, de Minas Gerais.

Duas produções goianas foram escolhidas pelo júri. O troféu José Petrillo mais R$40.000,00 foi para TamanduAbandeira, de Ricardo de  Podestá e o troféu João Bennio mais R$40.000,00 foi para Teia do Cerrado, de Uliana Duarte.

A melhor Série Ambiental para TV foi Consciente Coletivo, de Lúcia Araújo e Pedro Ivá, que recebeu o troféu Bernardo Élis e RS 25.000,00. Por fim, o público que lotou diariamente o Cine-Teatro São Joaquim e o Cinemão, montado no Colégio Professor Alcide Jubé escolheu Lixo Extraordinário, como melhor filme desta edição do Fica. A produção assinada por João Jardim, Karen Harley e Lucy Walker recebeu o Premio Luiz Gonzaga Soares mais RS 10.000,00 .

Os jornalistas credenciados no FICA escolheram como melhor filme desta edição, “pela qualidade dramatúrgica e amplitude da visão da questão ambiental”, o media-metragem A Terra da Lua Partida, de Marcos Negrão e Andre Rangel, do Rio de Janeiro.

João Batista Pimentel Neto, Cynthia Falcão e Saskia Sá formaram o júri da 9ª Mostra da ABD/GO. A Associação Brasileira de Documentaristas – Seção Goiás distribui prêmios em 12 categorias. Entre os premiados: Diga 33, de Ângelo Lima recebeu o prêmio Eduardo Benfica de Melhor documentário; Verde Maduro, de Simone Caetano foi escolhida melhor ficção e O Ogro, de Marcio Jr. e Márcia Deretti levou o prêmio ABD na categoria melhor direção.

A programação do XIII Fica segue até este domingo, 19/6, com ampla programação. Homenageado nesta edição o cineasta Arnaldo Jabor acompanhará a projeção dos longas: Eu Sei que vou te Amar, O Casamento, Toda Nudez Será Castigada, Eu te Amo e Suprema Felicidade. O Fórum ambiental recebe ainda neste sábado o psicanalista Contardo Calligaris para a mesa “O que é o Meio Ambiente Humano?”. A programação noturna deste penúltimo dia do FICA inclui shows de artistas goianos como: Ricardo Leão e Camilla Fausino e dos Dj Daniel de Mello e Gloom, que abrem a apresentação do cantor e guitarrista francês Mano Chao, na Praça de Eventos Beira-Rio.

Os filmes premiados nesta XIII edição do FICA serão reapresentados, a partir das 9h deste domingo, no Cinemão. Já as questões relativas à energia nuclear serão debatidas no Cine Teatro Joaquim a partir das 10h30 na mesa Energia Nuclear: Fukushina, Angra dos Reis e o Césio 137 em Goiás, da qual fará parte o deputado Fernando Gabeira. Para o encerramento está sendo esperada com grande expectativa pela população que lota as ruas da história Cidade de Goiás, a rainha do rock Rita Lee.

Fonte: FICA

Arnaldo Jabor e Cacá Diegues debatem o cinema

brasileiro

Ângela Scalon/Goiás Agora                                   

O cinema brasileiro foi tema de debate nesta manhã com a presença dos cineastas Arnaldo Jabor e Cacá Diegues, no Teatro São Joaquim, na cidade de Goiás. O debate, mediado pelo presidente da Agepel, Gilvane Felipe, integra as atividades do Fórum de Cinema, que durante todo o Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental – Fica – promoveu discussões sobre a produção audiovisual nacional e internacional. Mais de 400 pessoas acompanharam as discussões.

Cacá Diegues avalia o momento do cinema nacional como de ruptura com os ciclos de alta e baixa produção, parar se tornar uma atividade permanente. Ele considera que o cinema brasileiro está se fortalecendo, com qualidade e condições de se tornar universal. Para Arnaldo Jabor, os ciclos vão continuar, em especial pelo avanço da tecnologia que mudou o modo de fazer cinema. “Nunca vamos chegar a um mundo definitivo. Eu estou impressionado com os avanços tecnológicos e acredito que a tecnologia digital é uma das grandes revoluções do momento”, destacou o cineasta.

Hoje e amanhã, os participantes do XIII Fica vão poder assistir a cinco filmes de Jabor. Eu Sei Que Vou Te Amar, O Casamento e Toda Nudez Será Castigada serão exibidos hoje às 15 horas, 20 horas, e 22 horas, respectivamente. Amanhã, Eu Te Amo e a A Suprema Felicidade às 17 horas e 19 horas. Todas as exibições acontecem no Teatro São Joaquim.

Fonte: GoiáSAgorA 

Lista dos Premiados XIII Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental

1-    Troféu Cora Coralina para melhor obra; R$ 50.000,0. 
Bicicletas de Nhanderu, de Ariel Ortega e Patrícia Ferreira, PE

2-    Troféu Carmo Bernardes melhor longa mais RS 35.000,00
Os Guerreiros do Arco-iris da Ilha de Waiheke, de Suzanne Raes, produção holandesa.

3-    Troféu Jesco Von Puttkamer melhor média mais R$ 25.000,00 
O Desejo da Vila de Changhu, de Xia Chenan, produção chinesa.

4-    Troféu Acari Passos e R$ 25.000,00 melhor curta 
Pólis, de Marcos Pimentel, de Minas Gerais.

5-    Troféu José Petrillo mais R$40.000,00 foi para TamanduAbandeira, de Ricardo  Podestá.

6-    Troféu João Bennio mais R$40.000,00 foi para Teia do Cerrado, de Uliana Duarte.

7-    Troféu Bernardo Élis mais RS 25.000,00. A melhor Série Ambiental para TV
Consciente Coletivo, de Lúcia Araújo e Pedro Iuá.

8-    Premio Luiz Gonzaga Soares júri Popular troféu mais RS 10.000,00 
Lixo Extraordinário, João Jardim, Karen Harley e Lucy Walker.

Lista dos Premiados – 9ª Mostra ABD

Menção Honrosa:

Ao filme Airábeji de Xangô, direção de Frederico Mael – Pela desmistificação e desconstrução do preconceito sobre as religiões de matriz afro-brasileira;

Ao ator: Mateus Aluísio, do filme Verde Maduro, direção de Simone Caetano – Pelo desempenho como ator mirim e como estímulo;

Ao filme Ozorinho, O Poeta da Imagem, direção de Cássia Queiroz – Pela importância do personagem, de sua pesquisa e pela sensibilidade da diretora no tratamento do filme e valorização do “saber popular”;

Aos filmes: Trombas e Formoso: Memórias de Uma Luta, direção de Coletivo Magnífica Mundi e Renova a Esperança, direção de Tatiana Scartezini, Kamyla Maia e Boris Carlos García  – Pela importância do registro e pelo resgate das lutas sociais.

1-  Melhor Roteiro, Rafael de Almeida pelo filme Talvez Seja o Vazio

2 – Melhor Trilha Sonora Original, Dênio de Paula pelo filme O Ogro

3 – Melhor Som, Dênio de Paula pelo filme O Ogro

4 – Melhor Montagem/Edição, Aline Nóbrega e Murilo Bueno pelo filme Enquanto , direção de Larissa Fernadez

5 – Melhor Direção de Fotografia, Naji Sidki pelo filme Marcas D’água

6 – Melhor Atriz, Cida Mendes pelo filme Verde Maduro, direção de Simone Caetano

7 – Melhor Ator, Hélio Froés pelo filme Verde Maduro, direção de Simone Caetano

8 – Premio José Petrillo de Melhor Filme Experimental, Sendai , direção de Cláudia Nunes e Érico Rassi

9 – Prêmio Fifi Cunha de Melhor Animação, O Ogro, direção de Marcio Jr. e Marcia Deretti

10 – Prêmio Eduardo Benfica de Melhor Documentário, Diga 33, direção de Ângelo Lima

11 – Prêmio Beto Leão de Melhor Ficção, Verde Maduro , direção de Simone Caetano

12 – Melhor Direção, Marcio Jr. e Marcia Deretti pelo filme O Ogro

Fonte: FICA
 
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Publicado por em 18/06/2011 em Uncategorized

 

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André Rieu – Rosas do Sul (Trailer)

http://www.youtube.com/watch?v=Hau7SxpcMn0&feature=list_related&playnext=1&list=AVGxdCwVVULXd95GON88AwbOC2Gy015QAs

 
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Publicado por em 14/06/2011 em Uncategorized

 

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JOSE RENATO PÉCORA

11-06-2011 – Fátima de Carvalho

Renato José Pécora (São Paulo, 1 de fevereiro de 1926 – São Paulo, 2 de maio de 2011), mais conhecido como José Renato, foi um diretor de teatro que teve atuação marcante na cidade do Rio de Janeiro e em São Paulo. Foi o fundador e idealizador do Teatro de Arena de São Paulo, responsável pela montagem de “Eles Não Usam Black-Tie”, considerado marco do teatro dos anos cinquenta, em uma das correntes do nacionalismo no teatro brasileiro.

Ainda como aluno da primeira turma da Escola de Arte Dramática (EAD), em São Paulo, onde se forma em 1950, José Renato sugere o formato em arena para um espetáculo. O professor e crítico Décio de Almeida Prado oferece suporte teórico para a idéia apresentando-o ao estudo pioneiro de Margot Jones, Theater in The Round. José Renato e Décio escrevem, em colaboração com Geraldo Mateus Torloni, uma justificativa teórica para o projeto, apresentada como tese no 1º Congresso Brasileiro de Teatro, no Rio de Janeiro, em 1951.

No intuito de empenhar-se na experimentação do formato arena, articula uma companhia que a realize, fundando o Teatro de Arena de São Paulo, em 1953. A primeira montagem, sob sua direção, ocorre no Museu de Arte de São Paulo (Masp) (ainda na Rua Sete de Abril), com Esta Noite É Nossa, de Stafford Dickens. O pequeno repertório formado nos anos subseqüentes apresenta-se em fábricas, clubes e escolas, até ser adaptada a sala que é sede do empreendimento, na Rua Teodoro Baima, em 1955.

Suas primeiras direções são exercícios, destinados ao encontro de uma estética em arena. Após a fusão com o Teatro Paulista do Estudante (TPE), o Arena aumenta seu contingente e ambiciona montagens mais relevantes, como Escola de Maridos, de Molière, em 1955. José Renato dirige Eles Não Usam Black-Tie, em 1958, lançando o primeiro texto de Gianfrancesco Guarnieri, germe do futuro Seminário de Dramaturgia. São direções suas, ainda no Arena, Revolução na América do Sul, de Augusto Boal, em 1960; e Os Fuzis da Sra. Carrar, de Bertolt Brecht, em 1962.

José Renato cumpre um estágio na França junto ao Théâtre National Populaire, TNP, de Jean Villar, retornando ao final de 1959, quando o Arena excursiona no Rio de Janeiro. Nesta cidade é contratado para dirigir o Teatro Nacional de Comédia (TNC), agora também inclinado no rumo da nacionalização do repertório, ali estreando Boca de Ouro, de Nelson Rodrigues, em 1962, cuja direção garante a ele o Prêmio da Associação de Críticos do Rio de Janeiro. No mesmo conjunto, é o diretor de O Pagador de Promessas, de Dias Gomes, em 1963. Seguem-se outras produções, entre elas O Círculo de Giz Caucaziano, de Bertolt Brecht, e As Aventuras de Ripió Lacraia, de Chico de Assis, em 1963, levadas em repertório para todas as capitais do país. Em 1964, inaugura o Teatro Ruth Escobar, com A Ópera dos Três Vinténs, de Bertolt Brecht.

Após o golpe militar, muda-se para Curitiba, onde ajuda a fundar o Teatro de Bolso, com a encenação de O Noviço, de Martins Pena, 1965.

Com a extinção do TNC, Renato torna-se um diretor de produções isoladas. Em 1979 encena Rasga Coração, obra do amigo de longa data Oduvaldo Vianna Filho, um de seus maiores sucessos de crítica e público, num momento marcado pelo teatro de resistência.

Em 1970 ingressa como professor de direção teatral na Escola de Teatro da Fefierj, atividade que exerce até 1996, ao se aposentar.

Dedica-se também à dramaturgia, sendo de sua autoria: Plantas Rasteiras, prêmio de melhor autor da Academia Paulista de Letras; Escrever sobre Mulheres, encenada noTeatro Brasileiro de Comédia (TBC), 1951, e no Teatro de Arena, 1956; Ternura, encenada na TV Record, São Paulo, 1957; Visita de Pêsames; O Aniversário; Ano Bom em Família;Alguém Dormiu com Maria; sendo co-autor, juntamente com Paulo Pontes e Milton Moraes, de Um Edifício Chamado 200. Este último, de 1972, é um sucesso de bilheteria, juntamente com Alegro Desbum, de Oduvaldo Vianna Filho e Armando Costa, 1973; Baixa Sociedade, de Juca de Oliveira, 1979; e Motel Paradiso, também de Juca de Oliveira, 1982.

Sua encenação de A Ópera dos Três Vinténs merece a seguinte avaliação do crítico Décio de Almeida Prado: “O caráter paródico do texto fá-lo oscilar permanentemente entre o sinistro e o cômico. A encenação de José Renato resolve esta duplicidade de tom sempre a favor do burlesco. […] O desempenho dos atores, de resto, é pouco estilizado, quase realista, não tirando partido das sugestões plásticas do expressionismo alemão. Estas falhas são todavia compensadas pela excelente concepção geral do espetáculo, fundadas sobre os cenários e figurinos apropriadamente carregados de Flávio Império”.

Após ficar 50 anos longe dos palcos, integrava o elenco do espetáculo “Doze homens e uma sentença”, dirigido por Eduardo Tolentino de Araújo, em cartaz no Teatro Imprensa, no Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo, o ator e diretor sentiu-se mal após sua participação vindo a falecer naquela madrugada de segunda feira, em 02 de maio de 2011, aos 85 anos, vítima de um infarto, tendo portanto se dedicado ao teatro, sua grande paixão, até o último dia de sua longa vida.

Fontes: Wikipédia / Itaú Cultural

 
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NOTÍCIAS CULTURAIS

PROGRAMA IBERMUSEUS 

09-06-2011 – Fátima de Carvalho

Brasil foi reeleito presidente do Programa durante reunião no México dias 6 e 7 de junho

Representantes dos países ibero-americanos que integram o Comitê Intergovernamental do Programa Ibermuseus reelegeram o Brasil para a presidência do programa. A eleição ocorreu em reunião do Comitê Intergovernamental realizada na Cidade do México nos dias 6 e 7 de junho. O presidente do Instituto Brasileiro de Museus, José do Nascimento Junior (que preside o Ibermuseus desde seu início, em 2009), continuará à frente da iniciativa por mais um ano.

Além dos integrantes do Comitê e dos profissionais da Unidade Técnica do programa, participaram do encontro representantes da Secretaria-Geral Ibero-americana (Segib), da Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI) e da Agência Espanhola de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento (Aecid). A reunião precedeu o V Encontro Ibero-americano de Museus, que acontece de 8 a 10 de junho na mesma cidade mexicana.

Plano de trabalho

O Comitê Intergovernamental aprovou o Plano de Trabalho do Ibermuseus para 2012, consolidando ações como o Prêmio Ibero-americano de Educação e Museus, o edital Conversaciones (voltado à ações de curadoria) e o programa de apoio ao patrimônio em risco. Também foram definidas novas ações, como a elaboração de um programa de cooperação com o Haiti na área museológica.

Foi aprovada a criação de um Comitê Executivo que atuará como interlocutor entre o Comitê Intergovernamental e a Unidade Técnica do Ibermuseus, e que terá atribuições de apoio institucional e técnico à Unidade e à presidência do programa. O Comitê Executivo será composto por representantes do Comitê Intergovernamental do México, Espanha e Uruguai.

Na reunião, foi decidida ainda a flexibilização dos requisitos de adesão dos países-membros ao Comitê Intergovernamental por meio de um sistema de cotas diferenciadas de acordo com as possibilidades econômicas de cada um. Com essa decisão, o Programa Ibermuseus mantém sua determinação de integração e de fortalecimento da cooperação entre os países ibero-americanos.

Programa Ibermuseus

O programa Ibermuseus é uma iniciativa intergovernamental de cooperação cultural para a área de museus na Ibero-américa. O programa é vinculado à Secretaria-Geral Ibero-americana (Segib) e conta com o apoio da Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI), do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/Ministério da Cultura) e da Agência Espanhola de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento (Aecid). A Unidade Técnica do programa está sediada no Brasil.

Saiba mais sobre o programa.

Leia mais sobre o V Encontro Ibero-americano de Museus.

(Texto: Tatiana Beltrão, Ascom/Ibram)
(Fotos: José Jasso/Divulgação)

Fonte: MinC
 
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