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Arquivo mensal: julho 2011

NOTÍCIAS CULTURAIS

Box Brazil realiza pitching no Festival de Gramado

28-07-2011 – Fátima de Carvalho

 A Box Brazil realiza pitching para produtores independentes durante a 39ª edição do Festival de Cinema de Gramado. Será no dia 10 de agosto, quarta-feira, 14h, no Hotel Serra Azul.
Focada em conteúdo audiovisual exclusivamente nacional, a empresa recebe projetos direcionados ao cinema, à música e ao turismo brasileiro.
O pitching valorizará programas dentro destas três áreas, especialmente projetos que as coloquem em diálogo.
As inscrições vão até o dia 7 de agosto pelo e-mail abaixo. O resultado será divulgado ao final do mesmo dia. (Lara Ely)
onde fica: Hotel Serra Azul
quando ir:10/8/2011
quanto custa: Gratuito
Fonte: overmundo  

Cia. Jovem da Escola Bolshoi em Tocantins

No dia 31 de julho, a Cia. Jovem da Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, se apresenta em Palmas, Tocantins, na Feira Literária Internacional do Tocantins (Flit). A apresentação acontece na Concha Acústica e os bailarinos apresentam o espetáculo Gala Bolshoi.

São 16 bailarinos que interpretam clássicos do balé de repertório, dança folclórica e dança contemporânea. O público vai prestigiar trechos de balés vibrantes, como “Don Quixote”; dramaticidade e emoção, na “Morte do Cisne” e energia e força em “Gopak”. Coreografias que proporcionam diferentes tipos de emoções e uma mistura de ritmos contagiantes.

A Dança contemporânea está presente em “Jurei pro amor um dia te encontrar”. Músicas de conceituados compositores brasileiros como Cartola, Otto, Milton Casquinha, Baden Powell e Vinícius de Moraes dão som aos movimentos curvos que envolvem passionalidade e sensualidade.

O espetáculo Gala Bolshoi destaca o principal talento de cada um dos bailarinos, levando ao público o resultado do trabalho diário realizado pela instituição. (Bernadéte Costa)

onde fica: Concha Acústica – Palmas-To
quando ir 31/7/2011, às 20:00h
Fonte: overmundo 

 

III FESTIVAL DO FILME ETNOGRÁFICO DO RECIFE

O III Festival do Filme Etnográfico do Recife tem por objetivo premiar produções cinematográficas/videográficas, produzidas a partir de 2009, que apresentem qualidade técnica reconhecida na área. Poderão ser inscritas produções nacionais e internacionais de documentários, que abordem questões socioculturais contemporâneas sobre pessoas, grupos sociais, processos históricos sob temáticas de interesse antropológico. Serão premiados o melhor filme etnográfico e o melhor documentário. Haverá também uma premiação especial do júri popular.
Este festival é uma promoção dos Programas de Pós-Graduação em Antropologia e Comunicação Social da Universidade Federal de Pernambuco.
onde fica: O Festival acontece em Recife, com mostras não competitivas no Centro de Filosofia e Ciências Humanas da UFPE e mostra competitiva no Cinema da Fundação Joaquim Nabuco.
quando ir: 26/9/2011 a 29/9/2011, às 19:00h
quanto custa: gratuito
Fonte: overmundo
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Publicado por em 28/07/2011 em Uncategorized

 

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PELOMUNDO CULTURAL

CONVITE DA PRIMEIRA EXPOSIÇÃO INDIVIDUAL DO ARTISTA PLÁSTICO GOIANO 

27-07-2011 – Fátima de Carvalho


 
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Publicado por em 27/07/2011 em Uncategorized

 

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NOTÍCIAS CULTURAIS

Teatro em Parnamirim

25-07-2011 – Fátima de Carvalho

MinC libera recursos para a construção de teatro no município do Rio Grande do Norte

O Ministério da Cultura, por meio do Programa Mais Cultura, liberou a primeira parcela, no valor de R$ 1,65 milhão, referente ao convênio firmado com a Prefeitura de Parnamirim (RN), para a construção do Teatro Municipal, o primeiro do município. O valor total do projeto está orçado em R$ 5,2 milhões, e as demais parcelas serão liberadas a partir da execução da obra, que tem previsão para ser concluída em 180 dias.

Em abril, a ministra da Cultura, Ana de Hollanda, recebeu o prefeito de Parnamirim, Mauricio Marques, que veio conversar sobre o assunto. Na ocasião, ela afirmou que daria prioridade à construção do teatro na cidade, localizada na Região Metropolitana de Natal, com mais de 200 mil habitantes, mas sem nenhuma casa de teatro e cinema.

O Teatro Municipal de Parnamirim será adaptado também para projeção de filmes e terá capacidade para 500 pessoas. A área total é de 4 mil e 402 metros quadrados, divididos em compartimentos no andar térreo e no primeiro andar. O teatro é um sonho antigo da população e dos artistas potiguares e desempenhará uma importante função no local.

(Texto: Marcos Agostinho, Ascom/MinC)
(Foto: Divulgação/Prefeitura Parnamirim)

Fonte: MinC 

Criatividade tem que virar eixo de desenvolvimento

Brasil Econômico, por Elaine Cotta , em 25/07/2011

Desafio no país é dar fôlego financeiro para trabalhadores viverem de seus talentos

Elaine Cotta

Há cerca de um ano, Cláudia Leitão, desde janeiro titular da Secretaria de Economia Criativa (SEC), ligada ao Ministério da Cultura, comprou um sanfoneiro talhado em madeira que hoje enfeita sua sala na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. A peça estava escondida em meio a milhares de outras num comércio de artesanato no sertão de Pernambuco. Ao pedir para o vendedor embrulhar a escultura, ouviu a seguinte frase: “Leve não, esse aí desistiu”. Desistiu? Sim. O artista que o talhou voltou a trabalhar como pedreiro porque estava passando fome.

O nome do escultor, Cláudia não lembra. Mas sua história virou exemplo da realidade dos “trabalhadores criativos” do Brasil que, sem apoio, desistem de seus talentos. E é para eles que serão voltadas boa parte das políticas de incentivo à economia criativa que estão sendo desenvolvidas na pasta administrada por ela. “Esse é um problema que temos que consertar com políticas públicas”, diz. “Um artista como esse, na França, estaria rico.” Quais são os projetos da secretaria? A nossa primeira preocupação foi ter um plano de voo para saber para onde ir. Levantamos as demandas dos diversos segmentos e, trabalhar alguns meses no plano, é fundamental para decolar, ter um foco.O Brasil carece de uma cultura planejadora. No caso da secretaria não é simples porque a economia criativa ainda é um conceito em construção. Nas pesquisas sobre economia criativa realizadas no mundo, há relatórios que apontam problemas e desafios e eles é que serão os fios condutores das políticas da SEC.

(A íntegra da matéria está no site do jornal Brasil Econômico, do dia 25/07/2011)

Fonte: Minc 

Brasil destina R$ 7,5 milhões para a divulgação mundial da literatura brasileira

Publishing Perspectives (Matéria Traduzida), por Maria Fernandes Rodrigues, em 22/07/2011

Meta do governo brasileiro é financiar a tradução de 250 livros para línguas estrangeiras até 2013, quando acontece a Feira do Livro de Frankfurt

SÃO PAULO – No ano passado, o Programa de Apoio à Tradução e Publicação de Autores Brasileiros no Exterior, da Fundação Biblioteca Nacional, destinou R$ 536.000 a editoras estrangeiras, como apoio à tradução de literatura brasileira. O investimento resultou em 68 livros diferentes publicados em 18 países, incluindo Espanha, Alemanha, Inglaterra, França, Itália, Estados Unidos, Argentina, México, Israel e Croácia.

Essa soma é quase oito vezes maior do que a de 2009, quando a Fundação gastou apenas R$ 70.000 no financiamento de nove livros. Compare com 2002, quando nem mesmo um centavo foi gasto no programa, e você verá como o comprometimento em propagar as vozes brasileiras para além mar tem crescido.

Apoio até 2020

Em 8 de julho, a Fundação, junto com o Ministério da Cultura, anunciou um programa especial que disponibilizará R$ 2,7 milhões para editoras interessadas em traduzir, publicar e promover a literatura brasileira no exterior antes da Feira do Livro de Frankfurt, em 2013, onde o Brasil será convidado de honra.

(A matéria na íntegra está no site do Publishing Perspectives, no dia 22/07/2011)

Fonte: MinC 
 
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Publicado por em 25/07/2011 em Uncategorized

 

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PELOMUNDO CULTURAL

Festival de Teatro Cidade de São Paulo

22-07-2011 – Fátima de Carvalho

Inscrições até 31/07/2011 através do site  http://teatrofest.com/saopaulo

Local: Teatro União Cultural – Palco Italiano
Rua Mário Amaral, 209, Paraíso, São Paulo, SP.
De 13 de setembro a 06 de outubro: Fase competitiva do festival direcionado ao público adulto, realizado as terças, quartas e quintas às 21h, totalizando 12 espetáculos.
De 17 de setembro a 09 de outubro: Fase competitiva do festival direcionado ao público infantil, realizado aos sábados e domingos, às 11h, totalizando 8 espetáculos.

PREMIAÇÃO – TROFÉU ARLEQUIM
Será realizada no dia 11 de outubro às 20h, no TeatroUnião Cultural, em grande solenidade onde serão premiados os melhores nas seguintes categorias: Melhor montagem, direção, ator, atriz, ator e atriz coadjuvante, cenografia, figurinos, iluminação e produção. As premiações ocorrerão tanto para os espetáculos direcionados ao público adulto quanto ao infantil. Todos receberão troféus e as melhores montagens (adulto e infantil) ganharão o direito de ocupar o Teatro União Cultural durante um mês com o teatro pago.
Agradeço a divulgação.
Repasse para os amigos.
Obrigado.
Eduardo Marins
http://teatrofest.com/saopaulo

Fonte: overmundo
 
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TARSILA DO AMARAL

TARSILA DO AMARAL

22-07-2011 – Fátima de Carvalho

 

INFÂNCIA E APRENDIZADO

Tarsila do Amaral nasceu em 1 de setembro de 1886, no Município de Capivari, interior do Estado de São Paulo. Filha do fazendeiro José Estanislau do Amaral e de Lydia Dias de Aguiar do Amaral, passou a infância nas fazendas de seu pai. Estudou em São Paulo, no Colégio Sion e depois em Barcelona, na Espanha, onde fez seu primeiro quadro, ‘Sagrado Coração de Jesus’, 1904. Quando voltou, casou-se com André Teixeira Pinto, com quem teve a única filha, Dulce.

Separaram-se alguns anos depois e então iniciou seus estudos em arte. Começou com escultura, com Zadig, passando a ter aulas de desenho e pintura no ateliê de Pedro Alexandrino em 1918, onde conheceu Anita Malfatti. Em 1920, foi estudar em Paris, na Académie Julien e com Émile Renard. Ficou lá até junho de 1922 e soube da Semana de Arte Moderna (que aconteceu em fevereiro) através das cartas da amiga Anita Malfatti. Quando voltou ao Brasil, Anita a introduziu no grupo modernista e Tarsila começou a namorar o escritor Oswald de Andrade. Formaram o grupo dos cinco: Tarsila, Anita, Oswald, o também escritor Mário de Andrade e Menotti Del Picchia. Agitaram culturalmente São Paulo com reuniões, festas, conferências. Tarsila disse que entrou em contato com a arte moderna em São Paulo, pois antes ela só havia feito estudos acadêmicos. Em dezembro de 22, ela voltou a Paris e Oswald foi encontrá-la.

1923

Neste ano, Tarsila encontrava-se em Paris acompanhada do seu namorado Oswald. Conheceram o poeta franco suíço Blaise Cendrars, que apresentou toda a intelectualidade parisiense para eles. Foi então que ela estudou com o mestre cubista Fernand Léger e pintou em seu ateliê, a tela ‘A Negra’. Léger ficou entusiasmado e até chamou os outros alunos para ver o quadro. A figura da Negra tinha muita ligação com sua infância, pois essas negras eram filhas de escravos que tomavam conta das crianças e, algumas vezes, serviam até de amas de leite. Com esta tela, Tarsila entrou para a estória da arte moderna brasileira. A artista estudou também com Lhote e Gleizes, outros mestres cubistas. Cendrars também apresentou a Tarsila pintores como Picasso, escultores como Brancusi, músicos como Stravinsky e Eric Satie. E ficou amiga dos brasileiros que estavam lá, como o compositor Villa Lobos, o pintor Di Cavalcanti, e os mecenas Paulo Prado e Olívia Guedes Penteado.

Tarsila oferecia almoços bem brasileiros em seu ateliê, servindo feijoada e caipirinha. E era convidada para jantares na casa de personalidades da época, como o milionário Rolf de Maré. Além de linda, vestia-se com os melhores costureiros da época, como Poiret e Patou. Em uma homenagem a Santos Dumont, usou uma capa vermelha que foi eternizada por ela no auto-retrato ‘Manteau Rouge’, de 1923.

PAU BRASIL

Em 1924, Blaise Cendrars veio ao Brasil e um grupo de modernistas passou com ele o Carnaval no Rio de Janeiro e a Semana Santa nas cidades históricas de Minas Gerais. No grupo estavam além de Tarsila, Oswald, Dona Olívia Guedes Penteado, Mário de Andrade, dentre outros. Tarsila disse que foi em Minas que ela viu as cores que gostava desde sua infância, mas que seus mestres diziam que eram caipiras e ela não devia usar em seus quadros. ‘Encontei em Minas as cores que adorava em criança. Ensinaram-me depois que eram feias e caipiras. Mas depois vinguei-me da opressão, passando-as para as minhas telas: o azul puríssimo, rosa violáceo, amarelo vivo, verde cantante, …’ E essas cores tornaram-se a marca da sua obra, assim como a temática brasileira, com as paisagens rurais e urbanas do nosso país, além da nossa fauna, flora e folclore. Ela dizia que queria ser a pintora do Brasil. E esta fase da sua obra é chamada de Pau Brasil, e temos quadros maravilhosos como ‘Carnaval em Madureira’, ‘Morro da Favela’, ‘EFCB’, ‘O Mamoeiro’, ‘São Paulo’, ‘O Pescador’, dentre outros.

Em 1926, Tarsila fez sua primeira Exposição individual em Paris, com uma crítica bem favorável. Neste mesmo ano, ela casou-se com Oswald (o pai de Tarsila conseguiu anular em 1925 o primeiro casamento da filha para que ela pudesse se casar com Oswald). Washington Luís, o Presidente do Brasil na época e Júlio Prestes, o Governador de São Paulo na época, foram os padrinhos deles.

ANTROPOFAGIA

Em janeiro de 1928, Tarsila queria dar um presente de aniversário especial ao seu marido, Oswald de Andrade. Pintou o ‘Abaporu’. Quando Oswald viu, ficou impressionado e disse que era o melhor quadro que Tarsila já havia feito. Chamou o amigo e escritor Raul Bopp, que também achou o quadro maravilhoso. Eles acharam que parecia uma figura indígena, antropófaga, e Tarsila lembrou-se do dicionário Tupi Guarani de seu pai. Batizou-se o quadro de Abaporu, que significa homem que come carne humana, o antropófago. E Oswald escreveu o Manifesto Antropófago e fundaram o Movimento Antropofágico. A figura do Abaporu simbolizou o Movimento que queria deglutir, engolir, a cultura européia, que era a cultura vigente na época, e transformá-la em algo bem brasileiro.

Outros quadros desta fase Antropofágica são: ‘Sol Poente’, ‘A Lua’, ‘Cartão Postal’, ‘O Lago’, ‘Antropofagia’, etc. Nesta fase ela usou bichos e paisagens imaginárias, além das cores fortes.

A artista contou que o Abaporu era uma imagem do seu inconsciente, e tinha a ver com as estórias de monstros que comiam gente que as negras contavam para ela em sua infância. Em 1929 Tarsila fez sua primeira Exposição Individual no Brasil, e a crítica dividiu-se, pois ainda muitas pessoas ainda não entendiam sua arte.

Ainda neste ano de 1929, teve a crise da bolsa de Nova Iorque e a crise do café no Brasil, e assim a realidade de Tarsila mudou. Seu pai perdeu muito dinheiro, teve as fazendas hipotecadas e ela teve que trabalhar. Separou-se de Oswald.

SOCIAL E NEO PAU BRASIL

Em 1931, já com um novo namorado, o médico comunista Osório Cesar, Tarsila expôs em Moscou. Ela sensibilizou-se com a causa operária e foi presa por participar de reuniões no Partido Comunista Brasileiro com o namorado. Depois deste episódio, nunca mais se envolveu com política. Em 1933 pintou a tela ‘Operários’. Desta fase Social, temos também a tela ‘Segunda Classe’. A temática triste da fase social não fazia parte de sua personalidade e durou pouco em sua obra. Ela acabou com o namoro com Osório, e em meados dos anos 30, Tarsila uniu-se com o escritor Luís Martins, mais de vinte anos mais novo que ela. Ela trabalhou como colunista nos Diários Associados por muitos anos, do seu amigo Assis Chateaubriand. Em 1950, ela voltou com a temática do Pau Brasil e pintou quadros como ‘Fazenda’, ‘Paisagem ou Aldeia’ e ‘Batizado de Macunaíma’. Em 1949, sua única neta Beatriz morreu afogada, tentando salvar uma amiga em um lago em Petrópolis.

Tarsila participou da I Bienal de São Paulo em 1951, teve sala especial na VII Bienal de São Paulo, e participou da Bienal de Veneza em 1964. Em 1969, a mestra em história da arte e curadora Aracy Amaral realizou a Exposição, ‘Tarsila 50 anos de pintura’. Sua filha faleceu antes dela, em 1966.

Tarsila faleceu em janeiro de 1973.

 

 
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NOTÍCIAS CULTURAIS

Espaços Cênicos

20-07-2011 – Fátima de Carvalho

Funarte anuncia projetos selecionados no edital de doação de equipamentos de iluminação cênica

A Fundação Nacional de Artes do Ministério da Cultura (Funarte/MinC) está divulgando a lista dos classificados no Edital Funarte de Doação de Equipamentos de Iluminação Cênica 2011. Foram selecionados 20 projetos que irão receber mesa digital de controle de iluminação cênica, projetores de luz, módulo de potência digital de 12 canais, entre outros equipamentos.

O material será doado pela Funarte às associações e instituições culturais selecionadas conforme o Edital,  integrante do Programa para Espaços Cênicos, para o qual a Fundação investe um total de R$ 800 mil. O edital objetiva fazer a doação de conjuntos de equipamentos de iluminação para instituições públicas ou privadas sem fins lucrativos como forma de contribuir para a melhoria técnica e artística de espaços voltados à prática de atividades cênicas.

Baixe aqui a relação dos contemplados

Leia mais e acesse o edital aqui 

Fonte: MinC 

Microprojetos para Territórios da Paz

MinC pagará, até o início do mês de agosto, os primeiros colocados no Edital

A Secretaria de Articulação Institucional do Ministério da Cultura (SAI/MinC) informou nesta terça-feira (19)  que, até o início de agosto próximo, os primeiros colocados no Edital Mais Cultura Microprojetos para os Territórios da Pazreceberão os recursos correspondentes a cada um dos projetos contemplados.

Com relação aos demais selecionados, a SAI afirma que o MinC está fazendo gestões no sentido de agilizar o pagamento o mais rápido possível, de acordo com a disponibilidade financeira.

Em maio deste ano, o Ministério da Cultura publicou a lista dos 748 projetos de todo o país, contemplados com o Edital, os quais foram selecionados dentre 1.095 inscritos.

O Edital é uma iniciativa conjunta dos Ministérios da Cultura, por meio do Programa Mais Cultura, e da Justiça, através do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci). O objetivo é dar oportunidade às várias camadas da população brasileira de acesso à produção, ao reconhecimento e ao consumo de bens culturais.

Com os recursos dos projetos selecionados, a iniciativa visa colaborar com a economia local e a subsistência de pequenas atividades, por meio do fomento e incentivo a artistas, grupos artísticos independentes, grupos étnicos de tradição cultural e pequenos produtores culturais residentes nos bairros definidos pelo Pronasci como Territórios da Paz.

(SAI/MinC)

Fonte: MinC 

Teatro Oficina

MinC homologa o tombamento de uma das maiores referências culturais do país

A ministra da Cultura, Ana de Hollanda, homologou o tombamento do Teatro Oficina, um dos mais importantes do Brasil, localizado no bairro da Bela Vista, em São Paulo.  A portaria nº 62 foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira, 18 de julho, e ratifica a recomendação feita pelo Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural na sua 64ª reunião, ocorrida em 24 de junho de 2010. O teatro foi fundado em 1958 por um grupo de estudantes de Direito, dentre eles, José Celso Martinez Corrêa, hoje o principal diretor do Oficina.

Com a decisão, o nome Teatro Oficina Uzyna Uzona será acrescido ao livro do Tombo Histórico e no Livro do Tombo das Belas Artes, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), vinculado ao Ministério da Cultura, e passará a contar com todas as prerrogativas do Decreto-Lei nº 25, como, por exemplo, a impossibilidade de ser demolido, restaurado, pintado ou reparado sem autorização especial do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.

A ministra Ana de Hollanda lembrou o caráter revolucionário do Teatro e do grupo Oficina. “Esse teatro e o grupo liderado por Zé Celso revolucionaram São Paulo a partir da década de 1960 como um teatro de resistência política e cultural, muita ousadia, inovando a linguagem. O grupo oficina mantém-se vivo e atuante, sendo respeitado no mundo inteiro. Acho ótimo ter tido a chance de ratificar a recomendação do Iphan e homologado esse tombamento, de forma a transformar esse espaço em Patrimônio Cultural Brasileiro”, afirmou a ministra.

História

Aos 53 anos, o Teatro Oficina foi fundado por alunos da Escola de Direito do Largo do São Francisco, na capital paulista. Na década de 60, o local serviu para que seus integrantes absorvessem toda a experiência cênica internacional e lançassem  o movimento cultural do Tropicalismo, estética ligada ao movimento antropofágico de Oswald de Andrade e que influenciou músicos, poetas e outros artistas brasileiros. O movimento foi inaugurado com a montagem e adaptação do texto “O Rei da Vela”, do próprio Oswald de Andrade, em 1967.

Em 1982, o local foi tombado pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico (Condephaat). Com a reformulação realizada em 1984, passou a se chamar Teatro Oficina Uzyna Uzona. O projeto foi assinado por Lina Bo Bardi, arquiteta do Masp.

A próxima estreia do Teatro Oficina é a peça Macumba Antropófaga, de Zé Celso Martinez, em 16 de agosto. A montagem foi encenada durante a Flip 2011. O Teatro Oficina fica na Rua Jaceguai, 520, no Bixiga, em São Paulo.

Leia a Portaria

(Texto: Marcos Agostinho, Ascom/MinC)

Fonte: MinC
 
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Publicado por em 20/07/2011 em Uncategorized

 

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PELOMUNDO CULTURAL

AnimaLibras – Mostra de vídeos de animação

Jovens surdos realizam primeira mostra de curtas em stop motion no Cinema da Fundação

Os vídeos foram produzidos durante a primeira Oficina de Animação com Jovens Surdos – AnimaLibras no Recife

A primeira AnimaLibras – Mostra de vídeos stop motion realizados por jovens surdos estará em cartaz no Cinema da Fundação no dia 25 de julho. Nela, será apresentada uma série de curtas de animação produzidos no âmbito do AnimaLibras, o novo curso do Projeto FotoLibras para a formação de jovens surdos. Depois de serem introduzidos às possibilidades da Fotografia em atividades oferecidas pelo Projeto desde 2007, chegou a hora de dar movimento às imagens. O curso teve foco nas técnicas de animação relacionadas ao stop motion e aconteceu de 14 de março a 16 de maio na Escola Estadual Sylvio Rabelo, no bairro da Boa Vista, Recife. O projeto conta com recursos do Funcultura, o Fundo de Cultura do Estado de PE.
Inédito em Pernambuco, o AnimaLibras é o primeiro curso de animação oferecido exclusivamente para jovens surdos e o primeiro projeto defendido por uma proponente produtora cultural surda – Tatiana Martins – diante da Comissão do Funcultura, sendo um dos vencedores do 3º Edital do Programa de Fomento à Produção Audiovisual de PE. Segundo o projeto, o objetivo principal da ação não foi formar profissionais, mas sim tornar possível a expressão desses jovens através de uma nova linguagem, bem como dar visibilidade à cultura e aos direitos dos surdos.
As atividades formativas foram programadas para 64 h/aulas, mas o interesse dos alunos e dos professores Renata Claus e Diego Mascaro elevou para mais de 70 h/aulas de encontros. Os resultados da Oficina foram a aprendizagem de diversas técnicas de animação quadro a quadro e um curta de animação que aborda o tema da acessibilidade. Durante as aulas, também foram realizados diversos experimentos ópticos e aulas práticas em animação com atuação de pessoas (pixelation), criação de personagens e cenários em diversos materiais.
No dia 25 de julho, às 19h, haverá a exposição dos resultados do AnimaLibras, com exibição de curtas, exposição de fotografias e lançamento do box de cartões postais e camisas da série “Sou Surdo, sou Feliz!”.

Libras e Cultura Surda
Todos os vinte participantes da Oficina são de famílias de baixa renda e têm Libras como primeira língua, a Língua Brasileira de Sinais. Com idades entre 17 e 34 anos, nem todos são alfabetizados na língua portuguesa, devido ao despreparo das escolas para a educação de pessoas com necessidades especiais.
A comunicação cotidiana em Libras cria um jeito próprio de estar no mundo, em que a naturalidade do gesto se torna símbolo, uma forma de falar e ler a partir de imagens que vão muito além de signos estáticos. Uma conversa em Libras são corpos em movimento. A intérprete de Libras Creuza Santana contou que “na linguagem de sinais há uma influência icônica muito grande. A gente tenta projetar o objeto com os movimentos do corpo”. É com a ajuda dela e de Poliana Conceição que os realizadores de audiovisual e educadores Diego Mascaro e Renata Claus conseguem se comunicar com os jovens.
Do diálogo entre jovens surdos, educadores e intérpretes de Libras, em torno da experimentação na nova linguagem artística surgiu a necessidade de novos símbolos para expressar termos relativos à técnica da animação e da produção de vídeo. A partir daí, foi criado um glossário, um dos produtos finais da Oficina, que deve ajudar a expandir o léxico em Libras. O FotoLibras já tinha essa experiência para o ensino-aprendizagem da Fotografia, quando se fez necessária a construção de um glossário com registros de signos criados para palavras tais como “obturador”, “diafragma” e “visor”, o Guia FotoLibras, disponível para: Exibição de curtas, exposição de fotografias e lançamento do box de cartões postais e camisas da série “Sou Surdo, sou Feliz!”

Local: Cinema da Fundação e Cafeteria Castigliani
Data: 25 de julho de 2011
Horário: 19hs

quando ir: 25/7/2011
quanto custa: Entrada franca
website:www.fotolibras.org
contato: Rachel Ellis – Coordenadora do Projeto FotoLibras: (81) 8176.4489
Fonte: overmundo
 
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Publicado por em 17/07/2011 em Uncategorized

 

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