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JOÃO COLAGEM – SÉRIE: ENTREVISTAS OPORTUNAS

15 fev

15-02-2012 – Fátima de Carvalho

Entrevista do Artista Plástico João Colagem à Bow Art International

Há décadas existe um chamamento para os atelieres e artistas que abordam tarefas artísticas como a colagem, o grafite e o papel como um suporte conceituado . No ambiente das artes plásticas críticos e pensadores do naipe de José Maria Mejhias, Bill Harp, Maria João Machado entre outros acompanham a inserção de um fazer com materiais menos elegido pelo mercado de arte. Ora o senso crítico do fazer artístico prevalece, ora a tecnologia renovadora serve de estratégia criativa na realização das obras. O que era tido como uma forma menor de expressão hoje representa a ruptura na criação contemporânea. João Colagem, brasileiro assume esta postura para afirmar que a arte pode ser mais ampla e dinâmica sem censuras aos métodos elegidos, pois a forma de expressão escolhida acena para novos rumos e ressalta a individualidade do artista.

 – Ainda existe resistências em relação ao mercado de obras de arte em papel?

A muito tempo atrás depende em qual país existia uma certa resistência na comercialização destes produtos, hoje o mercado de  arte internacionalmente está mais aberto para aceitação deste e de outros suportes, neste últimos anos no Brasil tem gerado uma grande comercialização de obras da técnica de colagem.

– O que se pode esperar das curadorias de arte?

Uma maior e ampla aceitação nas diversas formas das arte plásticas, que curadores de arte não venham exterminar o passado aplicando regras ditatoriais dizendo ou publicando que somente a linguagem conceitual é arte.

– Qual o chamamento objetivo que leva o artista  a ser multimidia?

Acho que pela nescedidade de seguir os processos atuais de linguagem contemporanêa vinculadas as ferramentas tecnológicas, ou melhor para alguns é somente uma questão de seguir uma tendência ditada pelo mercado.

É necessário? 

Para alguns artistas é bem claro que se criou vínculo de experssão do qual está impregnada a sua verdadeira autenticidade com o uso linguagem da multimidia. Mas muitos outros artistas ainda vivem na busca de uma identidade visual e tentam seguir ou imitar essas têndencias contemporanêas e não sendo original suficiente pode se transformar em um risco desnecessário ou  cai num vazio.

– Quais seus planos para curto, médio e longo prazo ?

Pretendo dedicar meu tempo na criação de grandes painéis em meu ateliê na cidade de Trindade –  Goiás e buscar possibilidades para apresentar estes resultados no circuito brasiliero das artes visuais. Criar articulações com artistas profissionais brasileiros que trabalham com a técnica de colagem para viabilizar outras edições do projeto Colagem Coletiva no Brasil.  Dar continuidade no projeto O Resgate de Imagem Perdida que são de oficinas de colagem direcionadas para crianças e adolecscentes. A longo prazo pretendo ir pesquisando no ato criar novas obras de colagem buscando mais evolução das inúmeras possibilidades que a técnica da colagem me oferece.

Fonte: Bow Art International
Facebook: Teatro Caetanno’s Agenda Cultural



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Publicado por em 15/02/2012 em Uncategorized

 

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