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Grupo Galpão apresenta “Eclipse” no Rio de Janeiro de 20/4 a 06/5 · Rio de Janeiro, RJ

19 abr

19-04-2012 – Fátima de Carvalho

Após estréia nacional em Belo Horizonte e passagem pelo Festival de Curitiba, o Grupo Galpão segue turnê com o novo espetáculo “Eclipse”, livre adaptação da obra de Anton Tchékhov. A próxima visita é a cidade do Rio de Janeiro, com estréia para o dia 20 de abril. A temporada segue até 6 de maio, de quinta a domingo, no Teatro SESC Ginástico. O espetáculo possui direção do russo Jurij Alschitz e assistência da lituana Olga Lapina e do mineiro Diego Bagagal.

“Eclipse” completa o projeto “Viagem a Tchékhov”, lançado pelo Grupo Galpão em 2011. O Grupo propôs um mergulho, durante um ano, na obra do autor russo, com o objetivo de montar dois espetáculos. Para embarcar nesse desafio, pela primeira vez, a trupe se dividiu: em abril do ano passado, Antonio Edson, Arildo de Barros, Eduardo Moreira, Fernanda Vianna, Paulo André, Teuda Bara e a atriz convidada Mariana Muniz, participaram da primeira montagem, “Tio Vânia (aos que vierem depois de nós)”, que teve estreia nacional em Curitiba e depois seguiu em turnê pelo país. O clássico de Anton Tchékhov esteve sob direção da mineira Yara de Novaes. Alguns meses mais tarde, Chico Pelúcio, Inês Peixoto, Júlio Maciel, Lydia Del Picchia e Simone Ordones lançaram a segunda montagem do projeto, “Eclipse”, que propõe uma livre visitação à obra do escritor russo. Para o ator Chico Pelúcio, “montar Tchékhov expressa as aspirações individuais e coletivas do grupo e, ao mesmo tempo, retrata a fase de maturidade do Galpão, que completa 30 anos de existência em 2012”, diz.

Desde o início do processo, Jurij Alschitz apostou no risco de buscar um teatro que Tchékhov estaria fazendo, caso ainda fosse vivo. Segundo o diretor russo, não é possível tentar reproduzir princípios do drama psicológico ou tão pouco beber na commedia dell’arte. “Não posso querer trabalhar dessa forma com um grupo que, há 30 anos, possui na sua genética e no seu instinto de atuação o teatro de rua, popular, e que, ao mesmo tempo, é sempre tão disponível e aberto a pesquisar algo novo. Talvez não reproduzir algo seja o caminho mais longo, mas preserva princípios que podem me trazer elementos potentes para a criação”, explica.

Fonte: overmundo / Ney Motta
Facebook: Teatro Caetanno’s Agenda Cultural
Twitter: Teatro Caetanno’s
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Publicado por em 19/04/2012 em Uncategorized

 

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