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Arquivo mensal: julho 2012

Cinema e Direitos Humanos na América do Sul

31-07-2012 Fátima de Carvalho

 

Edição 2012 abre chamada para receber trabalhos audiovisuais

 

 

Prevista para os meses de outubro a dezembro de 2012, a 7ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul abriu chamada para receber trabalhos audiovisuais com vistas à análise de sua curadoria.

As inscrições estão abertas até o dia 3 de agosto.

O evento é voltado a obras realizadas em países da América do Sul, finalizadas a partir de 2010, cujo conteúdo contemple aspectos relacionados aos Direitos Humanos, como os que se seguem:

Direitos das pessoas com deficiência; população LGBT/enfrentamento da homofobia; memória e verdade; crianças e adolescentes; pessoas idosas; população negra; população em situação de rua; mulheres; direitos humanos e segurança pública; proteção aos defensores de Direitos Humanos; combate à tortura; democracia e Direitos Humanos; e situação prisional.

A iniciativa é uma realização da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, com produção da Cinemateca Brasileira, vinculada ao Ministério da Cultura, e patrocínio da Petrobras. A mostra é apresentada nas capitais e no Distrito Federal.

Celebração

O evento celebra o aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, proclamada pela Assembleia Geral das Nações Unidas, em 10 de dezembro de 1948.

Não há restrição quanto à duração, gênero ou suporte de captação/finalização. As exibições serão em suporte digital. A mostra não é competitiva, no entanto as obras mais votadas pelo público serão contempladas com o Prêmio Exibição TV Brasil nas categorias curta, média e longa-metragem.

A ficha de inscrição deve ser baixada no site da mostra, preenchida, assinada e enviada por e-mail paracontato@cinedireitoshumanos.org.br.

O DVD deverá ser enviado até 03 de agosto para:

7ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul
Cinemateca Brasileira
Largo Senador Raul Cardoso nº 207
São Paulo – S.P. – Brasil
C.E.P. 04021-070

Mais informações: (11) 3512-6111, ramais 211 e 235 (Cinemateca Brasileira) e
(61) 2025.3732 (Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República)

Leia mais

(Ascom/MinC)
(Fonte: Secretaria de Direitos Humanos)

 

Fonte: MinC
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Museu Histórico Nacional – 90 Anos

31-07-2012 – Fátima de Carvalho

Instituição gerenciada pelo Ibram/MinC prepara programação especial para comemorar a data 

Os 90 anos do Museu Histórico Nacional (MHN) serão contados por meio de exposição que será inaugurada nesta quinta-feira, 2 de agosto. O conjunto das peças expostas é variado, incluindo, por exemplo, o primeiro objeto do acervo –  uma casaca de um senador da época do Império –  e a mais recente aquisição –  um uniforme de gari doado pela Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb).

Intitulada Museu Histórico Nacional – 90 Anos de Histórias, a mostra será aberta às 18h30 desta quinta-feira,  na sede do MHN, no Rio de Janeiro, com a presença do presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), José do Nascimento Junior, e da diretora do MHN, Vera Tostes.

Através da exposição, o visitante terá a oportunidade de conhecer melhor a trajetória do MHN:  a formação do acervo, que hoje reúne aproximadamente 350 mil itens, e as iniciativas pioneiras, como a criação da primeira escola de museologia do país e do primeiro serviço federal de proteção ao patrimônio nacional.

Até outubro

A mostra, que ficará em cartaz até 14 de outubro,  será dividida em módulos temáticos e contará com um total de 350 peças representativas do acervo do museu.

O Museu Histórico Nacional é gerenciado pelo Ibram, instituição vinculada ao Ministério da Cultura.

Além da exposição, a programação do MHN inclui o lançamento de selo e carimbo comemorativos, além de aplicativo multimídia. Foram produzidos sob encomenda 12 mil exemplares do selo, criado por Lau Torquato e foto de Andrea Capella.

Criado em 1922, no governo do presidente Epitácio Pessoa, o Museu Histórico Nacional representa um espaço criado para valorizar e difundir a cultura e a história nacional.

Aplicativo para iPhone, iPad e iTouch

Desenvolvido pela Neo Cultura, o aplicativo permite a navegação através do mapa do museu,  seja por uma lista contendo as obras selecionadas ou através de um teclado (útil, quando no interior do museu). Enquanto o acervo é apresentado, fotos sobre o tema são exibidas.

O novo aplicativo viabiliza  que a “visita” ao MHN possa ocorrer, mesmo que o usuário esteja a muitos quilômetros de distância.  Ultrapassando fronteiras geográficas, o Museu Histórico Nacional amplia seu público e cumpre sua missão de produção e difusão de conhecimento.

Visite a página do MHN

(Texto: Marcos Agostinho, Ascom/MinC)
(Fotos: Divulgação/MHN)

Fonte: MinC
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Talentos do Centro-Oeste em exposição na Galeria de Arte Frei Confaloni

31-07-2012 – Fátima de Carvalho

 

 

Talentos do Centro-Oeste em exposição na Galeria de Arte Frei Confaloni 

 

Divulgar os novos talentos emergentes do Centro-Oeste e promover aproximação com vistas ao fortalecimento das relações e a valorização da produção de artes plásticas desta região. Com este intento foi concebida a mostra Dialetos, que reúne trabalhos de artistas de Goiás, Mato Grosso do Sul e Brasília. A abertura da exposição aconteceu dia 20 de março, às 19h30, no MARCO – Museu de Arte Contemporânea do Mato Grosso do Sul.

Com apoio da Secretaria de Cultura de Anápolis e da Fundação de Cultura de Mato Grosso Sul e da Secretaria de Estado da Cultura de Goiás, a mostra é uma iniciativa do jovem curador Paulo Henrique Silva, que articulou e organizou toda sua realização. “Minha intenção é romper o círculo vicioso de concepções muitas vezes excludentes e lançar novos olhares tanto no âmbito da produção quanto no de curadoria”, afirma.

A mostra reúne 20 artistas. De Goiás, os expoentes são Dalton Paula, Helô Sanvoy, Diogo Miranda, Tiago Duarte, Adelaide Fontoura, Valdson Ramos, Joardo Filho e Rondinelli Linhares. Representam Brasília, na mostra, Virgílio Neto, selecionado no projeto Rumos Itaú Cultural Edição2011 /2013, e também premiado, no ano passado, no Salão Anapolino de Arte; Fernando Aquino, Camila Soato, Loise Rodrigues e Marília Saenger . O Estado de Mato Grosso do Sul é representado por Ana Ruas, Daniel Reino, Nilvana Mujico, Thais Galbiati, Thiago Barros, Evandro Prado e Priscilla Pessoa.
Saiba mais sobre os artistas e seus trabalhos (texto curatorial do catálogo da mostra)

Dialetos

Produzimos arte porque acreditamos que a vida há de ser mais do que a miséria do real e que o ser humano ao refazer o mundo transcende e supera o seu limite, amplia e ilumina a vastidão.

Marcos de Lontra Costa

A necessidade de romper o círculo vicioso de concepções muitas vezes excludentes e lançar novos olhares tanto no âmbito da produção quanto no curatorial me instigou a realizar a mostra Dialetos. A exposição visa trazer à tona a produção variada de talentos emergentes ao longo da primeira década do século e que tiveram seus trabalhos apresentados recentemente em salões regionais e em projetos acadêmicos e, ainda, os mapeados e selecionados em edições recentes do projeto “Rumos” do Instituto Cultural Itaú.
É objetivo, também, disseminar uma arte contemporânea jovem, do Centro-Oeste e do Brasil, de artistas que ainda não têm representatividade comercial consolidada no mercado das artes. A mostra coloca em primeiro plano as ações artísticas de autores preocupados em investir no presente, no prazer de experimentar e vivenciar a utilização de novos elementos estéticos nas suas produções.
A mostra apresenta um grupo de 20 artistas. Seis deles operam conceitos e códigos utilizando-se da plasticidade das matérias pictóricas. Apesar de a pintura ser uma técnica tradicional, é perceptível sua reinvenção no contexto contemporâneo. A pintura de Ana Ruas, assim como sua marca maior, as intervenções urbanas, demonstra singular investigação e interferências sobre tecidos florais, com sutis camadas de tinta branca, proporcionando ao fruidor uma nova organização conceitual das imagens; nos grandes formatos de Diogo Miranda, o uso de cromatismo amplo, ora terroso, produz manchas e linhas difusas pelas superfícies, muitas vezes se contrapondo e exercendo relações de tensão.
A linguagem expressionista e a figuração humana aparecem nos trabalhos de Camila Soato e Priscilla Pessoa. A primeira, por meio de pequenas pinturas, com gestos densos e carregados, propõe uma discussão sobre situações aparentemente banais, porém que permeiam a relação do homem com elementos pertencentes ao seu universo; já Pessoa valoriza de forma meticulosa o fazer pictórico. Suas pinturas abordam temas da vida cotidiana com delicadas inserções da iconografia cristã; e Loise Rodrigues, por meio de uma variação cromática, disposta em linhas geométricas que nos sugere um formato quase minimalista, imprime a delicadeza do universo feminino em suas pinturas.
Evandro Prado, artista que explora as mais variadas linguagens, traz a esta mostra pinturas em tecidos realizadas com a oxidação de pregos. Característica forte na trajetória do artista, o uso de tecidos soltos como suporte para sua produção são apresentados um ao lado do outro e interligados por formas que remetem a vestígios da arquitetura religiosa; Thiago Barros apresenta em sua trajetória profissional uma forte influência da pop arte. Na série “Causa e efeito” utiliza a imagem de Cristo. A técnica usada foi a serigrafia, outra característica das produções de massa.
Em meio a relações da memória, sujeito, questões urbanas e filosóficas, quatro artistas se valem da fotografia para dialogarem com o mundo. Adelaide Fontoura ao aplicar renda, tecidos de tricô e parafina sobre retratos de família ampliados, recobre as imagens fazendo-as aparecer de forma desigual, em algumas partes, até mesmo desaparecendo elementos iconográficos da fotografia, transformando os retratos de suas lembranças em anônimos; Dalton Paula utiliza a mídia fotográfica como meio de registro da performance “O batedor de bolsa”. O trabalho se caracteriza pela hibridização das linguagens e pela forte relação com as inquietações da vida urbana. O artista, ao golpear a bolsa, objeto usado para guardar pertences de intimidade, atinge um universo pessoal de medos e inseguranças; Daniel Reino participa com a obra “O Crime” da série Noir. O trabalho, resultado de pesquisa acadêmica com temática fundamentada no gênero cinematográfico de meados do século vinte, ilumina uma vasta escuridão com pequenos pontos de luz, gerando grande dramaticidade e tensão psicológica; Joardo Filho, talvez o mais jovem artista dessa exposição, atualmente realiza experimentações sobre o realismo das imagens capturadas por sua máquina fotográfica. Por meio de manobras e intervenções tecnológicas revisita os cenários, e ali, os reconstrói sob a perspectiva de análise de uma lacuna temporal.
O terceiro setor traz o agrupamento de artistas que lidam com desenho em seus múltiplos desdobramentos. Assim como na pintura é notória a intensa renovação da utilização do desenho como linguagem importante nas artes visuais. Os artistas aqui apresentados articulam formas de hibridações, proporcionando ao fruidor um quadro analítico dos dialetos imagéticos existentes entre eles. Os desenhos de Virgílio Neto, feitos quase sempre com lápis de cor, aquarela e pastel sobre papel são carregados de relações afetivas e intimistas, em que o autor se utiliza do exercício do fazer e, às vezes, do desfazer, desenvolve novos significados e narrativas para as imagens produzidas; como um jogo de ver e ler, gerando entre espectador e obra uma relação dialógica, Fernando Aquino cria uma atmosfera híbrida em suas tabuletas. No conjunto de obras apresentadas nesta Edição, percebe-se que as cores ganham um espaço significativo, além de proporcionar às formas um conviver cada vez mais poético com textos escritos; em meio a angústias pessoais, os desenhos de Rondinelli Linhares, criam um diálogo passional com o observador, pois tratam da solidão, da desilusão e do amor, questões inerentes ao mundo humano; os desenhos fortes e expressivos da série “Telefone sem fio” de Thais Galbiati, feitos sobre frágeis papéis – geralmente de blocos de anotações – mostram as expressões de personagens ao receber notícias (talvez), as quais, provavelmente, nunca iremos saber o porquê. Portanto, nos resta a leitura interpretativa das imagens; Tiago Duarte, artista plástico e graduando de arquitetura, nos apresenta a série “Os fantasmas que habitam as casas modernistas”. Os trabalhos feitos a nanquim e aquarela digitalizados, mostram imagens de personagens imaginários que ocupam de forma inusitada o cenário arquitetônico; Helô Sanvoy nos propõe a participar de um jogo, pois por meio de desenhos a nanquim feitos sobre camadas de papel vegetal, o artista cria uma situação em que o espectador praticamente é impedido de visualizar com nitidez as imagens ali formadas.
Por final, apresento o agrupamento que lida com intervenções na paisagem arquitetônica e a inserção de objetos em instalações, questões que chamam a atenção de muitos artistas contemporâneos. Utilizando pequenas telas de jornal e tecido, Marília Saenger busca ressignificar formas que são de certa maneira acopladas ao espaço arquitetônico, o que dá aos objetos e ao espaço, uma nova dimensão, além de instigar ao espectador a realizar um mergulho em novas concepções espaciais; Nilvana Mujica realiza intervenções urbanas que dialogam com a arquitetura e as perspectivas visuais da cidade contemporânea, e utiliza no trabalho exposto fibra de vidro, adesivo vinil e madeira, que resulta em uma obra com propriedades escultóricas; a instalação feita de mãos de resina de poliéster e fitas religiosas de Valdson Ramos revela um fazer artesanal, pois as doze mãos que compõem o trabalho são de pessoas diferentes e, portanto, é usado um molde para cada um, garantindo assim, as características pessoais. O trabalho discute as relações individuais e coletivas, regionais e universais da fé.

Paulo Henrique Silva
Artista plástico e curador independente
Curador da Mostra

 

VOCÊ É NOSSO CONVIDADO PARA ABERTURA DA MOSTRA DIALETO 2 de agosto– 19h30

Exposição de 2 de agosto a 6 de setembro de 2012

Horário de funcionamento do MARCO: segunda a sexta, das 12h às 18

Contatos:
Paulo Henrique Silva- Curador da Mostra : 62-9288-8924/ e-mail: phs.cultura@gmail.com

Galeria de Arte Frei Confaloni
Rua 4 nº 515, sobreloja- Edifícil Pathernon Center- Centro – Goiânia
Fone: 55 062 32014687

 

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Renovação no CNPC

30-07-2012 – Fátima de Carvalho

Secretário de Articulação Institucional do Ministério da Cultura (MinC), João Roberto Peixe, convoca a sociedade para participar do processo de renovação do Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC). As inscrições para candidatos estão abertas no site do MinC http://www.cultura.gov.br/setoriais/ e vão até dia 8 de agosto.

 

 

Fonte: MinC
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Marcelo Barra no Teatro SESI – 31/07 – Goiânia-GO

29-07-2012 – Fátima de Carvalho

 

 

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2º Festival Gastronômico e Cultural de Anápolis

29-07-2012 – Fátima de Carvalho

 

 

 

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CORDEL – “História de Sergipe Contada em Versos” 31/7 · Aracaju, SE

28-07-2012 – Fátima de Carvalho

 

                           Fatos históricos da Sergipe Del Rey é narrada em versos

 

O cordelista da nova geração Chiquinho do Além Mar lançará na próxima terça feira, dia 31 de julho, no Museu da gente Sergipana a sua mais nova produção: “História de Sergipe Contada em Versos”. A partir das 19h no café do museu, o autor estará assinando a sua obra e recebendo convidados.

A publicação é fruto de um trabalho de pesquisa que já dura alguns anos. “Comecei a pesquisar há aproximadamente 10 anos desde a primeira idéia até a publicação de um outro cordel: João Bebe Água o Rebelde de São Cristóvão publicado em 2005”, afirma Chiquinho que de lá para cá já lançou muitos outros cordéis, alguns deles com temáticas históricas. Em História de Sergipe Contada em Versos, o cordelista utiliza sua versatilidade para relatar através de muita rima acontecimentos e fatos históricos de Sergipe nos séculos XVI XVII XIX e XX.

FUNÇÃO SOCIAL E DISTRIBUIÇÃO

Para o poeta o cordel tem uma função social de suprir “a carência do povo de Sergipe em conhecer sua própria história”. Por conta desse potencial o projeto da publicação inclui doação exemplares às principais bibliotecas e centros de pesquisa de Aracaju, sendo possível utilizar o livreto também em sala de aula.

A identidade visual e as ilustrações do livro são dos artistas plásticos Fábio Sampaio e Cláudia Nên que deram uma bela interpretação para os versos. Outra preocupação do poeta foi a revisão dos dados e da pesquisa que ficou sob responsabilidade do historiador Thiago Fragata. O projeto teve como principal patrocínio e apoiadores o Instituto Banese, FUNCAJU, SEMED e SEGRASE.

DEMAIS PUBLICAÇÕES

Chiquinho do Além Mar é o nome artístico de Francisco Passos dos Santos que desde os dez anos de idade brinca de fazer versos. Chiquinho é professor de inglês, educador social e já ministrou diversas oficinas sobre literatura de cordel. O poeta também é compositor líder da banda Forró de Mala e Cuia que funde que a linguagem do cordel como o forró tradicional. Dentre outras publicações já lançadas estão:
– João Bebe Água o Rebelde de São Cristóvão (2005);
– Cantos e encantos de Aracaju (2005);
– A Invasão Holandesa (2010)
– Mar Vermelho (2007), que virou curta-metragem “U-507” e está sendo adaptado pela Academia Sergipana de Ballet;
– A Invasão Portuguesa (2008);
-Proteja o Meio Ambiente (2008), vencedor do prêmio de produção de texto nível superior da Olimpíada Ambiental da Secretaria Estadual de Meio Ambiente.

 

onde fica: Café do Museu da Gente Sergipana
quando ir: 31/7/2012, às 19:00h
quanto custa: Acesso gratuito
contato: fpsantos1@hotmail.com

 

Fonte: overmundo
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