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Arquivo mensal: junho 2013

MOVIE-SE

27-06-2013 – Fátima de Carvalho

 

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A fantasia, o sonho e a tecnologia da animação são apresentadas em Movie-se, uma exposição que traz um panorama dos 150 anos desse tipo de produção cinematográfica. Crianças e adultos se encantarão com a mostra que exibe desde os primeiros projetos ligados a imagem em movimento, até a recente produção criativa de estúdios e filmes experimentais.
De Fleicher a Walt Disney, de Hanna-Barbera a Aardman e de Ghibli a Pixar, a exposição é dividida em sete seções temáticasa exposição é dividida em sete seções temáticas: Aparições, Personagens Super-humanos, Fábulas, Fragmentos, Estruturas e Visoes. Uma oportunidade para conhecer e rever os resultados mais populares da animação de todos os tempos.

Movie-se, a exposição que traz um panorama dos 150 anos desse tipo de produção cinematográfica, será dividida em sete seções temáticas e você não pode ficar fora dessa! De 30 de Abril a 07 de Julho, no CCBB.
Data: De 30 de Abril a 07 de Julho.
Hora: Terça a domingo, das 9h às 21h.
Local: Galerias II, Pavilhão I, Sala Multiuso e Vão Central – CCBB Brasília – Setor de Clubes Sul, trecho 2.

Ingressos

Entrada franca.

Mais Informações

Telefone: (61) 3108-7600
Classificação: Livre.
O CCBB disponibiliza ônibus gratuito identificado com a marca do Centro Cultural, de terça a domingo, com saídas do Teatro Nacional a partir das 11h.

 

Fonte: deboa
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Publicado por em 27/06/2013 em Uncategorized

 

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Nelson Rodrigues (1912-1980)

26-06-2013 – Fátima de Carvalho

 

Sônia D’Almeida/AJB

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O dramaturgo que participou da invenção do teatro brasileiro moderno, levando para o palco a linguagem das ruas, nasceu em Pernambuco, 1912. Acontecimentos da vida política marcaram a vida de Nelson Rodrigues. Seu pai, o jornalista Mario Rodrigues, tornou-se alvo de disputa entre dois grupos políticos poderosos. A família perdeu a vida confortável e migrou para o Rio de Janeiro. Muitos anos depois, já entrando na velhice, Nelson Rodrigues viveu a dor de ter um dos seus filhos preso e torturado pela ditadura militar. Nenhum sofrimento enfraqueceu o espírito de Nelson Rodrigues, que, desde menino, foi um insurreto.

Polêmico, ele enfrentou preconceitos falando daquilo que a hipocrisia recomenda calar, conquistou o respeito dos artistas e o aplauso do público, tornando-se, depois de sua morte, o dramaturgo brasileiro mais representado e, segundo o estudioso Sábato Magaldi, o “clássico da nossa literatura teatral moderna”.

Com o aprendizado da leitura, em uma escola do subúrbio carioca de Aldeia Campista (atual Andaraí), descobriu dois universos diferentes que o fascinaram: o Tico-tico, primeira revista brasileira feita para crianças, e os folhetins publicados diariamente nos jornais, com histórias de adultério, traição, amores trágicos, vingança e morte. Ruy Castro, em O anjo pornográfico, biografia de Nelson Rodrigues, revela que, aos 8 anos, ele venceu concurso de redação em sala de aula, com uma escrita de tanta qualidade, que deixou boquiaberta a professora. Mas Nelson não pode ler a redação em voz alta porque o tema tratado – adultério feminino, vingado com a morte – foi considerado impróprio. Ser considerado impróprio seria uma constante em toda sua vida.

Estreou como teatrólogo, em 1941, com a A mulher sem pecado, mas seu primeiro grande sucesso foi Vestido de noiva, encenada em 1943, pelo diretor polonês Ziembienski, com cenários de Santa Rosa. Na estréia, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, terminado o espetáculo, o público permaneceu em um silêncio que pareceu interminável, seguido de verdadeira ovação. Seguiram-se Álbum de família, Anjo negro, Senhora dos Afogados, e, entre outros grandes sucessos, muitas delas transformadas em filmes e séries de televisão,destacam-se na obra de Nelson Rodrigues, morto em 1980, as peças Boca de ouro, Beijo no asfalto, Otto Lara Resende ou Bonitinha mas ordinária, Os 7 gatinhos e Toda nudez será castigada. Na cena rodrigueana, apesar das fortes tintas realistas, “diálogos se alternam, conforme a necessidade, da frase asséptica, até incompleta, à elaboração poética, desvinculada deliberadamente do cotidiano”, escreve Sábato Magaldi, em Moderna dramaturgia brasileira.

Fonte:
Livro 100 Brasileiros (2004)

 

Fonte: Brasil
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Publicado por em 26/06/2013 em Uncategorized

 

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EDUKATORS

26-06-2013 – Fátima de Carvalho

 

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Quase dez anos depois do cultuado The Edukators (Alemanha, 2004) tornar-se um marco do cinema, uma montagem teatral homônima leva aos palcos a instigante história de três jovens que fazem da subversão um modo de vida. A temporada de Edukators no teatro do Centro Cultural Banco do Brasil – Brasília vai de 12 de julho a 4 de agosto, sempre de quinta a domingo. Com adaptação de Rafael Gomes e direção de João Fonseca, a peça conta com a participação do diretor do filme The Edukators, Hans Weingartner, que participa da montagem do espetáculo através da criação e direção de um vídeo que será exibido como prólogo. O elenco conta com Edmilson Barros, Fabricio Belsoff, Natalia Lage e Pablo Sanábio.

O espetáculo “Edukators”, fica em cartaz do dia 12 de Julho a 4 de Agosto, no CCBB. Confira!
Data: 12 de Julho a 4 de Agosto.
Hora: Sexta e sábado às 21h e domingo às 20h. (Exceto dia 28 de Julho)
Local: CCBB Brasília, Teatro I – Setor de Clubes Sul, trecho 2 –

 

Fonte: deboa
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Publicado por em 26/06/2013 em Uncategorized

 

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Anselmo Duarte (1920-2009)

26-06-2013 – Fátima de Carvalho

Agência o Globo
CULT_CIN_Anselmo_Duarte                  Anselmo Duarte (1920)

Aos oito anos, na cidade paulista de Salto, onde nascera, Anselmo Duarte já trabalhava com cinema, como molhador de tela do Cine Pavilhão. Com os projetores atrás da tela, era necessário que fosse molhada para não esquentar. Sem dinheiro, trabalhava para assistir de graça a todos os filmes em cartaz na cidade.

Aos 14, em São Paulo, fez curso técnico de Economia e mais tarde se tornou repórter econômico da revista Observador Econômico e Financeiro. Chegou a ir ao Rio de Janeiro após um anúncio de Orson Welles selecionando atores para It’s All True, em 1942. Mas sua estréia no cinema teve que esperar até 1946, quando o diretor italiano Pier Alberto Pieralisi o convidou para um teste: foi seu primeiro filme, Querida Suzana. Logo se tornou um galã popular, mas como não gostava de atuar em musicais, decidiu escrever ele próprio seus roteiros, como no filme Carnaval de Fogo (1948).

Dez anos depois, arriscou dirigir seu primeiro filme, Absolutamente Certo, comédia musical que, apesar de destoar das chanchadas da época, foi um enorme sucesso de público e crítica. Anselmo foi então para a Europa, onde entrou em contato com as novas tendências cinematográficas. Depois de trabalhar na Espanha e em Portugal, voltou ao Brasil em 1961, decidido a dirigir um grande filme. No ano seguinte, concluía O Pagador de Promessas, baseado na peça de Dias Gomes, com Leonardo Villar e Glória Menezes. Com este filme, Anselmo se tornou o único cineasta brasileiro a ganhar um dos mais importantes prêmios do cinema internacional, a Palma de Ouro no Festival de Cannes. A conquista foi tão inesperada, que ninguém tinha levado, para a solenidade de premiação, uma bandeira brasileira, providenciada às pressas.
Irreverente, divertido e irônico, Anselmo Duarte trabalhou nos três estúdios mais importantes que o Brasil já teve: foi ator na Cinédia (Pinguinho de Gente, 1947, prêmio de melhor ator da revista, A Cena Muda), ídolo nas chanchadas da Atlântida e astro na Vera Cruz.

Apesar de dirigir mais seis longas-metragens depois do êxito de O Pagador de Promessas, enfrentou a incompreensão da crítica e até mesmo de colegas cineastas, além de outros problemas. Seu filme Vereda de Salvação teve a exportação vetada pelo regime militar e, aborrecido com a falta de reconhecimento em seu país, encerrou prematuramente a carreira.

O último filme, Os Trombadinhas, é de 1978. Dirigiu 12 filmes e atuou em 31, além de ter escrito nove roteiros originais e oito adaptados.

Morreu em 2009, aos 89 anos, após sofrer um acidente vascular cerebral hemorrágico.

Fonte:
Livro 100 Brasileiros (2004)

 

Fonte: Brasil
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Publicado por em 26/06/2013 em Uncategorized

 

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Ateliê Internacional de Dança, em Fortaleza, tem apoio da Funarte

25-06-2013 – Fátima de Carvalho

 

Projeto propõe ações formativas por meio do Programa de Oficinas de Capacitação em Dança e recebe Regina Advento, Peter Goss, Sônia Mota, Fabrice Ramalingon, Andrea Tallis, Angel Vianna e Vanilton Lakka.

 

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O Ateliê Internacional de Dança – AID, projeto independente que propõe ações formativas para estudantes, profissionais e artistas do corpo de todo o Brasil, será realizado de 8 a 20 de julho, em Fortaleza (CE).

Com apoio da Fundação Nacional de Artes – Funarte, o projeto reunirá acadêmicos, críticos, pesquisadores e artistas da dança reconhecidos na cena internacional e nacional. Esta primeira edição é sobre O Devir das Técnicas de Dança na Contemporaneidade e acontecerá em espaços como a Academia de dança Vera Passos e na Vila das Artes, na capital cearense. O objetivo é promover o estudo e a problematização das distintas técnicas e métodos de dança que referenciam processos de formação e criação na contemporaneidade. Além de promover o intercâmbio de experiências e ideias entre os participantes.

Os cursos são: Espaços do Corpo, com Peter Goss (França); Dança de Rua e Contemporânea,com Vanilton Lakka (Brasil-MG); Consciência pelo  Movimento e Jogos Corporais, com Angel Vianna (Brasil-RJ); Arte da Presença, com Sônia Mota (Brasil-MG); Dança Clássica e Improvisation Technologies, com Andrea Tallis (Alemanha/EUA) e Elementos do Movimento, com Regina Advento (Alemanha/ Brasil); e a residência artística Da ideia à forma, com Fabrice Ramalingon (França). Ainda haverá palestras com entrada livre, sem necessidade de inscrição.

A ideia do projeto, de acordo com os idealizadores Ernesto Gadelha e Paulo Caldas, é contribuir para a qualificação técnica e artística dos participantes, incentivando a multiplicação dos   referenciais de formação, pesquisa e criação em dança na cidade e no país. Ernesto explica que projetos como o Ateliê Internacional de Dança vêm sendo realizados em vários países do mundo “representando para muitos estudantes e artistas uma possibilidade de acesso a uma multiplicidade de modos singulares de perceber e organizar o corpo na dança”.

O projeto é realizado em cooperação com a Coelce, Casa de Cultura Alemã, Academia de dança  Vera Passos, Vila das Artes, Universidade Federal do Ceará, através do ICA (Instituto de Cultura e Arte), Secretaria da Cultura do Governo do Estado do Ceará e Funarte. Produção da Via de Comunicação. Direção artística e pedagógica de Ernesto Gadelha e Paulo Caldas.

Sobre os participantes
Andrea Tallis
: Coreógrafa, bailarina e professora da Graduação em Dança da Escola Superior de Música e Artes Cênicas de Frankfurt. Ex-integrante do Ballet Frankfurt, dirigido por William Forsythe e professora convidada em várias companhias de dança da Europa e dos Estados Unidos.
Angel Vianna: Criadora do método Angel Vianna, é figura referencial da dança contemporânea brasileira, tendo influenciado e formado várias gerações de artistas da dança.
Fabrice Ramalingon: Coreógrafo de grande projeção no cenário francês trabalhou com artistas de renome mundial como Dominique Bagouet, Trisha Brown, Benoit Lachambre, Boris Charmatz e Anne Collod. Desde 2006 dirige a companhia R.A.M.a.
Peter Goss: Sul-africano radicado na França, é referência no ensino da dança contemporânea para várias gerações de bailarinos franceses.
Regina Advento: Bailarina do Tanztheater Wuppertal, criado por Pina Bausch, há mais de 15 anos.
Sônia Mota: Bailarina, coreógrafa e professora de renome internacional, dirige atualmente a Cia. De Dança Palácio das Artes (BH).
VaniltonLakka: Bailarino, coreógrafo e professor, atua na interface entre a dança de rua e a dança contemporânea.

Profissionais realizadores do AID
Direção Artística e Pedagógica:
Ernesto Gadelha: Bailarino e professor com atuação no Brasil e exterior, é graduado em pedagogia da dança pela BallettakademieKöln e pós-graduado pela FolkwangHochschule (Alemanha). Atua regularmente como curador de festivais e como gestor na área de dança. Coordena a Escola Pública de Dança da Vila das Artes – Prefeitura de Fortaleza.
Paulo Caldas: Coreógrafo, criou a companhia Staccato em 1993. Desde então, tem merecido prêmios nacionais e internacionais. Seus espetáculos já foram apresentados em diversas cidades no Brasil, Alemanha, Estados Unidos, França, Itália e Japão. É codiretor do dança em foco – Festival Internacional de Vídeo & Dança e professor dos cursos de Dança da Universidade Federal do Ceará.

Ateliê Internacional de Dança – AID

De 8 a 20 de julho de 2013:
Locais:
– Academia de dança Vera Passos
Rua José Vilar, 2707, Dionísio Torres
(85) 3224-3963

– Vila das Artes
Rua 24 de Maio, 1221, Centro
(85) 3105-1402

Mais informações

atelieinternacionaldedanca@gmail.com
aid.viadecomunicacao.com
(85) 3264-7231

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Fonte: Funarte
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Publicado por em 25/06/2013 em Uncategorized

 

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Espetáculo “Órfãos”, de Dennis Kelly, em cartaz no Teatro de Arena

24-06-2013 – Fátima de Carvalho

 

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A peça é um drama contemporâneo que se aproxima do humor e do suspense. O texto captura as questões domésticas de nosso tempo e discute a falência moral em que vivemos.

Projeto Tapa no Arena – uma Ponte na História
Contemplado pelo Edital de Ocupação do Teatro de Arena Eugênio Kusnet em 2013. Rua Dr. Teodoro Baima, 94, Vila Buarque, São Paulo. Tel (11) 3259-6409

Espetáculo Órfãos
De 7 a 30 de junho |  Sextas e sábados, às 21h; domingos, às 19h
R$ 20 (meia: R$ 10) | A bilheteria abre 1h antes do espetáculo
1 ingresso por pessoa

Recomendação etária: 14 anos | Duração: 80 minutos

Dia: 28 de junho de 2013
Horário:21:00 às 22:20
Local:Teatro de Arena Eugênio Kusnet. Rua Dr. Teodoro Baima, 94, São Paulo, SP.

Fonte: overmundo
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Publicado por em 24/06/2013 em Uncategorized

 

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Cacilda Becker (1921-1969)

24-06-2013 – Fátima de Carvalho

 

 

Fredi Kleeman/Acervo Particular

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Quando Cacilda Becker morreu, em 1969, no intervalo de uma peça que representava para estudantes, em São Paulo, a classe teatral se declarou órfã. Carlos Drummond de Andrade expressou seu luto no poema Atriz, e, em um só verso, retrata Cacilda por inteiro: “Era uma pessoa e era um teatro”.

Cacilda tinha 48 anos, 30 como atriz, e já era um mito, considerada a primeira grande diva do teatro brasileiro, imortalizada pela paixão com que vivia sua arte. Em 1994, no dia em que se completavam 25 anos de sua morte, a Cia. De Teatro Uzina Uzona, celebrou a vida da atriz encenando a peça Cacilda!!!, do ator e diretor José Celso Martinez Corrêa.

Cacilda Becker Yáconis (é irmã da também grande atriz Cleyde Yáconis) nasceu em Pirassununga, interior de São Paulo, em abril de 1921. Iniciou-se na arte como bailarina, tentou ser pintora. A convite de uma amiga, foi para o Rio de Janeiro e estreou dirigida por Paschoal Carlos Magno em um espetáculo do Teatro do Estudante Brasileiro. “Quando encontrei o teatro, foi como se tivesse encontrado todas as artes que desejaria conhecer”, lembrou a atriz muitos anos depois.

Em 1942 voltou para a terra natal, para cuidar da mãe doente e lá ficou dois anos, trabalhando numa companhia de seguros. Nova passagem pelo Rio e a volta definitiva a São Paulo, onde deu aulas sobre comédia, na recém-fundada Escola de Arte Dramática. Integrou o lendário Teatro Brasileiro de Comédia (TBC), com Ziembienski e Adolfo Celi, interpretando papéis em peças tão diferentes quando Antígona e A dama das camélias, mas foi com um papel masculino, em Pega Fogo, de Jules Renard, que se transformou em uma paixão dos que amam o teatro, encantando o público, avassalando atores e diretores, sob aplausos constantes da crítica.

Nove anos depois, funda sua própria companhia, o Teatro Cacilda Becker, junto com o marido, o ator Walmor Chagas, com quem teve uma filha, Maria Clara. No TCB, Cacilda interpretou peças de Ionesco, Dürrenmatt, Albee e Becket, introduzindo estes autores nos palcos brasileiros. No livro Uma atriz: Cacilda Becker, de Nanci Fernandes e Maria Theresa Vargas, Ziembinski relembra o alívio que foi para a atriz representar na sua própria companhia, livre de qualquer interferência ou compromisso que não fosse com o teatro.

Cacilda passou por períodos tão duros na vida que, na adolescência, roubou um pé de verdura em uma horta e, por má sorte, feriu o pé, contraindo tétano. O ferimento passou, mas a lembrança amarga ficou: “A fome é o que me dói até hoje”.

Fonte:
Livro 100 Brasileiros (2004)

 

Fonte: Brasil
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