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Arquivo mensal: janeiro 2014

Cine Cultura reexibe sete filmes selecionados para retrospectiva 2013

23-01-2014 – Fátima de Carvalho

 

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O Cine Cultura, unidade da Secretaria de Estado da Cultura (Secult Goiás), apresenta a partir desta sexta-feira, 24, a retrospectiva 2013, que reúne filmes escolhidos por meio de votação na internet para serem reexibidos no espaço.

A votação para a escolha dos filmes foi realizada no início deste mês de janeiro e recebeu no total 1.248 votos. Entre os 45 títulos incluídos na votação, foram sete as obras selecionadas.

O mais votado foi o documentário Elena, de Petra Costa, que recebeu 83 votos. Em sequência, os filmes mais votados foram: Crazy HorseO Som Ao RedorFrances HaTabuO Abismo Prateado e Caverna dos Sonhos Esquecidos.

Os filmes serão exibidos entre os dias 24 e 30 de janeiro. Os ingressos para a Retrospectiva 2013 custam R$ 8 (inteira) e R$ 4 (meia).

 

Confira a programação:

24 de janeiro – 21h15 | ELENA, de Petra Costa

25 de janeiro – 19h15 | CRAZY HORSE, de Frederick Wiseman

26 de janeiro – 19h15 | O SOM AO REDOR, de Kleber Mendonça Filho

27 de janeiro – 21h15 | FRANCES HA, de Noah Baumbach

28 de janeiro – 21h15 | TABU, de Miguel Gomes

29 de janeiro – 21h15 | O ABISMO PRATEADO, de Karim Ainouz

30 de janeiro – 21h15 | CAVERNA DOS SONHOS ESQUECIDOS, de Werner Herzog

Fonte: Secult – GO
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Publicado por em 23/01/2014 em Brasil

 

‘Amor Bandido’ estréia no Cine Cultura

23-01-2014 – Fátima de Carvalho

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O Cine Cultura, unidade da Secretaria de Estado da Cultura (Secult Goiás), exibe a partir de sexta-feira o filme “Amor Bandido”, dirigido por Jeff Nichols. Também está em cartaz no cinema a Retrospectiva 2013, com sete filmes na programação.

“Amor Bandido” conta a história de dois amigos, Ellis (Tye Sheridan) e Neckbone (Jacob Lofland), que, ao desbravarem uma ilha em um rio próximo de suas casas, conhecem o forasteiro Mud (Matthew McConaughey) morando em um barco suspenso nos galhos de uma árvore. Ao saber que ele espera por sua amada Juniper (Reese Witherspoon), os garotos tornam-se cúmplices das tramas de Mud, mas os mistérios do homem podem colocar suas vidas em risco.

O filme marca a segunda aparição de Jeff Nichols em Cannes. A primeira foi com o longa O Abrigo (2011), exibido na Semana da Crítica do festival. “Amor Bandido”’ fica em cartaz até o dia (30), com sessões às 19h nos dias de semana, e sábado e domingo às 17h. Os ingressos custam R$ 8 (inteira) e R$ 4 (meia).

 

Programação Cine Cultura

Sexta-feira, 24/01
19h Amor Bandido
21h15 Retrospectiva 2013: Elena, de Petra Costa
Sábado, 25/01
17h Amor Bandido
19h15 Retrospectiva 2013: Crazy Horse, de Frederick Wiseman

 

Domingo, 26/01
17h Amor Bandido
19h15 Retrospectiva 2013: O Som ao Redor, de Kleber Mendonça Filho

 

Segunda-feira, 27/01

19h Amor Bandido
21h15 Frances Ha, de Noah Baumbach

 

Terça-feira, 28/01

19h Amor Bandido
21h15 Retrospectiva 2013: Tabu, de Miguel Gomes

 

Quarta-feira, 29/01

19h Amor Bandido
21h15 Retrospectiva 2013: O Abismo Prateado, de Karim Ainouz

 

Quinta-feira, 30/01

19h Amor Bandido
21h15 Retrospectiva 2013: Caverna dos Sonhos Esquecidos, de Werner Herzog

 

Cine Cultura: Centro Cultural Marietta Telles, Praça Cívica, nº 2.

Informações: (62) 3201 4670
Blog: www.cineculturagoias.wordpress.com

 

Fonte: Secult-GO
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Publicado por em 23/01/2014 em Brasil

 

Cia Dos à Deux faz sessões extras no CCBB-Rio de 22/1 a 23/2 · Rio de Janeiro, RJ

23-01-2014 – Fátima de Carvalho

 

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Sucesso de crítica e público, o espetáculo “Irmãos de Sangue”, da Cia Dos à Deux, vai realizar sessões extras aos domingos a partir do próximo dia 26 de janeiro. A peça está em temporada no Teatro 1 do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) do Rio de Janeiro. As sessões serão, portanto, dias 26 de janeiro, 02, 09, 16 e 23 de Fevereiro às 16 horas. Depois, às 19h, acontece a sessão normal do espetáculo.

Em 15 anos de trabalho, a Cia Dos à Deux alicerça no teatro gestual a arquitetura dos nove espetáculos de seu premiado repertório. Assinando uma dramaturgia em que a palavra é substituída pelo corpo em movimento, ao longo deste tempo André Curti, Artur Ribeiro e grande elenco levaram suas montagens para toda a Europa, África Central, Ásia, Polínésia Francesa (Taiti), América do Sul, em mais de 1500 apresentações por 50 países.

A globalização vem fortalecer cada vez mais a presença da Cia Dos à Deux no Brasil, como vem comprovar “Irmãos de Sangue”, que fez sua estreia nacional dia 9 de janeiro no CCBB. A temporada vai até 23 de fevereiro.

“Irmãos de Sangue” – com dramaturgia, direção, coreografia e cenário de André Curti e Artur Ribeiro – é realizada no âmbito dos 15 anos de trabalho do grupo e foi saudada com entusiasmo no Festival de Avignon 2013, entre outros, por S. Blanchard, do Le Monde: “Teatro gestual, inventivo e poético que alcança um grande sucesso”. A última experiência de André e Artur aqui no Brasil foi dirigir o ator Luís Melo no solo Ausência, resultado de um processo de seis meses de trabalho inteiramente concebido e ensaiado no espaço da companhia no Rio. “Estamos instalados na cidade e fortalecendo nossa presença cada vez mais na cena brasileira”, pontua Artur Ribeiro.

Em “Irmãos de Sangue”, André e Artur unem-se aos atores Cécile Givernet e Matías Chebel para contar a história de uma mãe e seus três filhos. A narrativa ampara-se numa atmosfera onírica, fazendo os personagens atravessarem o tempo em passagens de várias épocas. Em cena, laços fraternos e memória são expostos através de uma apresentação de gestos que prima pela excelência, ora em mímicas, ora em técnicas circenses, e até na utilização de bonecos e marionetes ao redor de uma imensa gangorra. Conjugando a luz assinada por Bertrand Perez e Artur Ribeiro à direção musical de Fernando Mota, a montagem captura o espectador do início ao fim, ao longo de 1h25 de encenação.

“Irmãos de Sangue” retoma o tema da família presente nos dois espetáculos precedentes, “Saudade em Terras d’Àgua”, prêmio do público no festival de Avignon de 2005, e “Fragmentos do Desejo”, prêmio Shell 2010 na categoria especial.

“O universo de ‘Irmãos de Sangue’ é construído em torno da memória, a partir de objetos que solicitam essa memória, como experiência comum. Todas as memórias e lembranças dessa família fazem emergir os conflitos enterrados. A história é feita de idas e vindas, de alternâncias entre o passado e o presente. A música original, de Fernando Mota, como nas criações anteriores vem alimentar e se fundir na dramaturgia gestual, sublinhando o não-dito e o amor fraternal incondicional”, conta André Curti.

 

onde fica: Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB)- Rua Primeiro de Março, 66. Centro – RJ.
Próximo à Estação Uruguaiana do Metrô.
Tel. 21 3808.2020
quando ir: 22/1/2014 a 23/2/2014, às 19:00h
quanto custa: R$ 10
website: www.bb.com.br/cultura
contato: monicariani@gmail.com

Fonte: overmundo
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Publicado por em 23/01/2014 em Brasil

 

Exposição – “O Rio que o Rio não vê” de 29/1 a 16/3 · Rio de Janeiro, RJ

23-01-2014 – Fátima de Carvalho

1390430934_convite_virtual_orqornv_correios2014“O Rio que o Rio não vê – a ornamentação na fachada carioca” | Pesquisa e Fotografia de Luiz Eugênio Teixeira Leite 

O Centro Cultural Correios inaugura na quarta-feira, 29 de janeiro, às 19h, “O Rio que o Rio não vê”, uma exposição de 36 fotos, assinadas pelo fotógrafo, designer gráfico e historiador Luiz Eugênio Teixeira Leite, de ornamentos simbólicos presentes nas fachadas de construções civis, instituições públicas e privadas do centro do Rio, área escolhida por ser a interseção arquitetônica de uma cidade que dali se expandiu.
Nas legendas, haverá minifotografias da fachada inteira, para que o visitante se familiarize com o imóvel no qual está inserido o ornamento e possa visitá-lo e apreciar ao vivo o detalhe que as fotografias da exposição destacam. Em cada legenda há também um QR CODE que direciona o espectador para o blog do autor,www.orioqueorionaove.com.

Teixeira Leite vem desde 2000 realizando esta pesquisa iconográfica, que já chega a 974 ornamentos mapeados, catalogados, minuciosamente descritos e com endereço, uso original, nome do projetista, data, uso atual, autor do ornamento, técnica e data da execução.

O pesquisador explica por que não há mais este tipo de ornamentação na fachada dos edifícios:
– A decoração aplicada à arquitetura, isto é, a forma pela qual se idealiza um programa ornamental para a fachada de uma construção, já teve papel de destaque na História da Arquitetura. A partir de determinado momento entrou em declínio, chegando a ser tratada com repulsa. Disso resultou um quase total abandono pelo estudo das artes da ornamentação. O Ecletismo, estilo que mais se valeu da ornamentação para fundamentar seu discurso arquitetônico, acabou por herdar, por tabela, essa repulsa, e tem ficado, desde há muito, esquecido pela historiografia da arte nacional.

A pesquisa resgata nomes de artistas e artesãos executantes dos ornamentos, bem como dos arquitetos e projetistas de fachada. A partir de 2013, o autor vem estendendo o levantamento a outros bairros cariocas, incluindo portas e gradis, além da decoração escultórica dessas construções.

Luiz Eugênio reuniu parte desta pesquisa no livro ”O Rio que o Rio não vê – os símbolos e seus significados na arquitetura civil do centro da cidade do Rio de Janeiro”, lançado em 2012. O livro foi recebido pela Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA) como a primeira publicação de arte do gênero no país, selecionado como um dos três finalistas ao Prêmio Sergio Milliet, da mesma associação, e indicado pelo IPHAN como representante fluminense ao XXVI Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, entre outras indicações para prêmios.

Acompanha a mostra um catálogo com reprodução de todas as fotos expostas e texto de Joaquim Marçal Ferreira de Andrade, mestre em design pela PUC Rio, doutorando em história social na UFRJ, pesquisador da Divisão de Iconografia da Biblioteca Nacional e autor de História da Fotorreportagem no Brasil: a fotografia na imprensa do Rio de Janeiro de 1839 a 1900 (Campus, 2003).

onde fica: Centro Cultural Correios – Rua Visconde de Itaboraí, 20 – Centro – RJ
quando ir: 29/1/2014 a 16/3/2014
quanto custa: Entrada Franca
website: www.orioqueorionaove.com
contato: 21 2253-1580

Fonte: overmundo
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Publicado por em 23/01/2014 em Brasil

 

Exposição “Florescência” do artista Quim Alcantara de 17/1 a 28/2 · São Bernardo do Campo, SP

23-01-2014 – Fátima de Carvalho

 

1389837919_1549383_746241172072152_936647777_n                            Exposição de arte “Florescência” do artista plástico Quim Alcantara

 

Quim Alcantara apresenta inéditas na OMA Galeria
Artista representado pela galeria, Quim Alcantara inaugura a agenda de exposições do ano na próxima sexta-feira, dia 17, com “Florescência”.
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Com curadoria de Thomaz Pacheco, a mostra, que traz telas e uma instalação interativa, tem como inspiração o tempo que não pode ser alterado, a vida que se desenrola de forma transparente e a vibração de algo radiante – a florescência.

No desenvolvimento do trabalho, Quim encontrou pontos em comum com uma introdução de What A Wonderful World feita em 1970 por Louis Armstrong. “Nesse discurso, Pops – o apelido de Armstrong – conta que era questionado sobre o que via de tão maravilhoso no mundo. E então explica que precisamos ver as coisas de maneira positiva e que o amor é o grande segredo de tudo. Esse também é o meu jeito de ver o mundo – e é baseado nisso que crio cada obra, para transmitir boas vibrações e transformar positivamente a vida das pessoas”, revela.
O coquetel de abertura de “Florescência” está agendado para o dia 17 de Janeiro a partir das 19h, na OMA Galeria.

Quim Alcantara – http://quim.com.br/ – é artista plástico e designer, sua arte abstrata mescla transparências com tons fortes em sobreposições geométricas. Participa de projetos que incentivem o uso da arte na educação e no dia a dia – como o ‘Art for Healing’, do Behring Institute de Berlim que leva arte à internos de hospitais, e festivais de arte relacionada ao meio ambiente como o Buffalo Infringement Festival, em Nova York. Expôs em mostras de arte urbana como a Rino Mania, Call Parade e Video Guerrilha, além de exposições individuais e coletivas. É representado pela OMA Galeria. Vive e trabalha em São Paulo.

SERVIÇO

Exposição – Quim Alcantara: Florescência

Local: OMA Galeria (www.omagaleria.com)
Abertura: Coquetel dia 17 de janeiro
Visitação: de 18 de janeiro a 28 de fevereiro.
De segunda a sexta, das 10h às 19h e aos sábados das 10h às 14h.
Gratuito

Informações: info@quim.com.br / http://quim.com.br

Fonte: overmundo
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Publicado por em 23/01/2014 em Brasil

 

Festival “INVASÃO BAIANA” de 01/2 a 16/2 · Brasília, DF

23-01-2014 – Fátima de Carvalho

 

1389714539_marciacastro6daryan_dornelles_overmundo                             Márcia Castro faz shows dia 15 de fevereiro

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília inicia sua série de projetos musicais de 2014 com o Festival

INVASÃO BAIANA

Três finais de semana, de 1º a 16 de fevereiro, que trarão, para o Teatro I e a Área Externa do Centro Cultural, 11 shows de oito representantes da melhor safra da música contemporânea produzida na Bahia, temperando um tabuleiro de ritmos que vão do Rock aos Afro-brasileiros, passando pelo Pop e a MPB.

Seguindo os passos do Invasão Paraense, festival que em 2012 trouxe a cena musical do Pará, também ao CCBB Brasília, o Invasão Baiana vai apresentar ao brasiliense uma amostra da musica atual e multifacetada do Estado, uma das mais férteis do Brasil. “Historicamente, a Bahia sempre foi um dos Estados mais ricos do país musicalmente. Com esta invasão queremos mostrar desde as raízes percussivas, passando pela Tropicália até o Samba Baiano”, diz Pedro Seiler, curador de importantes festivais musicais no Brasil. “Rock, pop, MPB, dub, hip-hop, ritmos afro-brasileiros… Tem de tudo um pouco no Festival Invasão Baiana”, garante Chico Dub, produtor cultural e também curador de festivais brasileiros, que, ao lado de Seiler, assina a curadoria do Festival.

Há menos de dez anos, uma nova chama criativa vem surgindo no campo musical baiano, com uma geração de bandas e artistas que brota ininterruptamente. Alguns destes nomes já ganharam reconhecido destaque, chamando atenção da mídia especializada como o cantor e multi-instrumentista Lucas Santtana, que encerra o festival ao lado da Letieres Leite & Orkestra Rumpilezz e da Baiana System, no dia 16 a partir das 17h, e Marcia Castro, com seu repertório ousado e inusitado que vai de clássicos a raridades da MPB, que apresenta em dois shows no dia 15.

Os novíssimos baianos que desembarcam em Brasília mostram um abrangente tabuleiro musical, com influências nacionais e do mundo, trazendo na bagagem, também, uma mescla de ritmos essencialmente regionais. “É uma safra que bebe em diferentes fontes, misturando raízes baianas clássicas e mais contemporâneas”, comenta Seiler.

Por ter a proposta de apresentar uma amostragem contemporânea, o Festival traz grupos que resgatam a guitarrinha baiana, eternizada pelas figuras de Dodô e Osmar, seja em forma de homenagem ou turbinando e trazendo para o presente, como a Letieres Leite & Orkestra Rumpilezz e a Baiana System, que fecham o projeto num show ao ar livre na área externa do CCBB dia 16. E traz ainda o duo Dois em Um, que se apresenta no dia 9, com um som calmo e tranquilo que passa pela bossa nova e o pós-rock.

“O Cascadura, que faz shows no dia 8, se influencia pelos sons do candomblé, principalmente no disco Aleluia, que, inclusive, tem participação da Rumpilezz. O rock da Bahia, que tem como principais precursores Raul Seixas e Camisa de Vênus, vai estar bem representado nas guitarras da Maglore, no dia 2, e Vivendo do Ócio, que abre o Festival com dois shows no dia 1º de fevereiro”, diz Chico Dub.

O CCBB, em sua busca por fomentar a cena cultural da Capital Federal, apresenta ao público brasiliense projetos que trazem em sua programação panoramas e cenários musicais de outros estados e também de outros países. Alinhado a essa proposta, a exemplo dos projetos acima mencionados, realiza na segunda-feira de carnaval, 3 de março, o Festival CCBB de Carnaval – Original PE e Olinda, com a Orquestra de Frevo Henrique Dias, passistas, boneco gigante de Olinda, as bandas Eddie e Mombojó, e o músico Siba, como seu novo projeto Azougue.

onde fica: Teatro I e Área externa do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília.
quando ir: 01/2/2014 a 16/2/2014
quanto custa: R$ 10,00 para os shows no Teatro e de graça para os na área externa
website: bb.com.br/cultura
contato: facebook.com/ccbb.brasilia

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JULIA KATER – COMO SE FOSSE de 14/1 a 09/3 · Brasília, DF

23-01-2014 – Fátima de Carvalho

 

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CAIXA CULTURAL. 14 DE JANEIRO A 9 DE MARÇO DE 2014. ENTRADA FRANCA

Artista franco-paulistana faz primeira individual em Brasília

*Exposição tem curadoria do fotógrafo e jornalista Eder Chiodetto

O trabalho da artista Julia Kater chega pela primeira vez chega a Brasília. A individual JULIA KATER – COMO SE FOSSE poderá ser vista na Caixa Cultural, de 14 de janeiro a 9 de março. Sob curadoria do jornalista e fotógrafo Eder Chiodetto – curador do Clube de Colecionadores de Fotografia do Museu de Arte Moderna de São Paulo e Mestre em Comunicação pela ECA/USP – estarão trabalhos que passeiam pela recente trajetória da artista, de 2011 a 2013, contemplando séries de 2013 (A uma certa distância, Árvores urbanas, Como se Fosse e Encontros) e de 2012 (Lugar do Outro), além de obras como Les deux (2013) e Juillet (2011).

A obra de Julia Kater revisita as técnicas de ampliação da fotografia, expandindo as possibilidades de expressão da imagem. Em seu trabalho, a artista fotografa lugares, figuras, paisagens e depois amplia as fotos em papel. A partir daí, elas são submetidas a cortes de tesoura e estilete e processos de colagem que proporcionam outras leituras da imagem captada. São ações feitas manualmente, dispensando ferramentas como Photoshop, hoje muito comuns em processos de pós-produção.

Julia Kater enfatiza a influência do cinema, da literatura e da psicanálise no processo artístico. “É por meio de choques e junções, espécies de atos falhos da capacidade ocular, que a artista nos convoca a pensar nos jogos de representação da fotografia deslocados do referente imediato”, explica o curador.

Segundo Eder Chiodetto, na série Como se fosse, a imagem de uma cachoeira descontinuada pelo corte da câmera se prolonga placidamente pelo ombro de uma pessoa criando um desenho factível, mas ao mesmo tempo com ares surrealistas. Diz o curador: “Julia Kater, com sua poética envolvente e seu estilete preciso, abre fendas para investigar o que se oculta entre a aparência e a espessura do mundo”.

A exposição apresentará 35 obras, entre fotografias e colagens. Integram a mostra as séries A uma certa distância, Árvores Urbanas, Como se fosse e Encontros, todas de 2013; Lugar do Outro, Horizonte e Ao mesmo tempo, de 2012; e os trabalhos Les deux (2013) e Juillet (2011). Em comum, a proposta de romper a imagem estabelecida.

A ARTISTA

JULIA KATER nasceu em Paris, França, em 1980, mas vive e trabalha em São Paulo. Bacharel em Pedagogia pela Faculdade de Educação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e com formação em Fotografia pela Escola Superior de Propaganda e Marketing – ESPM, São Paulo, começou a expor seus trabalhos em 2009. Desde então, já passou em coletivas por Portugal, Cazaquistão, Estados Unidos, Suíça e Brasil – São Paulo e Curitiba.

Já fez exposições individuais em São Paulo (Lugar do outro), Lisboa/Portugal (Ao mesmo tempo), Paris/França (Julia Kater), Curitiba (Manobra) e chega agora pela primeira vez a Brasília com Como se fosse, Programa de Ocupação Caixa Cultural. Julia Kater já fez residência artística em Lisboa e recebeu o Prêmio FUNARTE de Arte Contemporânea 2011, em São Paulo, Brasil.

JULIA KATER – COMO SE FOSSE – PROGRAMA DE OCUPAÇÃO CAIXA CULTURAL

Local: Caixa Cultural Brasília

Data: 14 de janeiro a 9 de março de 2014

Visitação: de terça a domingo, das 9h às 21h

Informações: 3206. 9448

ENTRADA FRANCA

 

Fonte: overmundo
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Publicado por em 23/01/2014 em Brasil