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Arquivo mensal: junho 2014

MUnA abre exposição de bonecos de teatro

28-06-2014 – Fátima de Carvalho

 

MUnA-abre-exposição-de-bonecos-de-teatro

O Museu Universitário de Arte da UFU, MUnA, abrirá uma exposição de duas coleções de teatro de animação no dia 05 de julho, sábado, às 19h. “Bonecos daqui; bonecos de não tão longe assim” faz parte do Festival Cena Animada 2014, que vem sendo organizado pelo Curso de Teatro da UFU com apoio do grupo Faz de Conta de Uberlândia, entre outros.

A exposição apresentará ao público bonecos teatrais de dois acervos. Os “bonecos daqui” são do grupo Faz de Conta, Companhia Uberlandense. Os “bonecos de não tão longe assim” integram a coleção de mamulengo do Curso de Teatro da UFU, confeccionados pelo Mestre Brincante Zé Lopes, de Glória do Goitá, PE.

Além da exposição de bonecos, acompanhe a programação do Cena Animada Festival de Animação do Triângulo Mineiro, que na edição deste ano contará com apresentações em vários espaços em Uberlândia, incluindo o MUnA. Aproveite também para visitar a exposição de longa duração do acervo, “Gravuras do MUnA”, que se encerrará com a exposição de bonecos no dia 08/08.

Serviço:

Exposições: “Bonecos daqui; bonecos de não tão longe assim”
Museu Universitário de Arte – MUnA
Abertura 05 de julho às 19h
Visitação: 07/07 a 08/08/2014, de segunda a sexta das 8h30 às 17h30
Praça Cícero Macedo, 309 – Fundinho

34 3231-7708
Entrada Franca

 

Fonte: Página Cultural
Facebook: Teatro Caetanno’s Agenda Cultural
Twitter: Teatro Caetanno’s

– See more at: http://paginacultural.com.br/artes/muna-abre-exposicao-de-bonecos-de-teatro/#sthash.HTbmcbb7.dpuf

 

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Publicado por em 28/06/2014 em Brasil

 

Abertas Inscrições para mais uma Edição do Arte em Foco na Funarte MG

22-06-2014 – Fátima de Carvalho

 

Teve início em maio e irá até  setembro, as abordagens sobre as relações entre Arte, Deficiência e Educação; Arte e Periferia; Dança e Afrodescendência; e Arte e Psicanálise.

 

Arte em Foco 2014                                                                                               Arte em Foco 2014

Arte em Foco – ciclo de reflexões sobre as artes, realizado pela representação daFunarte em MG -, chega à suasexta edição e, neste ano, foca sobre importantes temas da atualidade –deficiência, periferia, afrodescendência e psicanálise – relacionando-os à arte e a educação. A edição 2014 vai contar com representativos pesquisadores para conduzirem os cursos, e também com a participação de jovens e reconhecidos artistas, que irão realizar intervenções artísticas relacionadas ao tema de cada mês.

Aberto a todos interessados, o projeto Arte em Foco continua tendo como objetivo: a formação continuada do público em geral, estudantes e professores; a promoção do encontro entre as instâncias de Arte e Educação; e a contribuição para a diversificação da programação da Funarte MG, que se consolida como relevante espaço das artes na cidade de Belo Horizonte.

As inscrições, gratuitas, podem ser feitas a cada mês, pelo emailarteemfoco.funarte@gmail.com. As vagas são limitadas e os participantes que obtiverem frequência mínima de 75% serão certificados.

 

O projeto

Arte em Foco é um ciclo de reflexões sobre as artes, realizado pela representação da Funarte em Minas Gerais desde 2009. Contando sempre com intervenções artísticas, o projeto abre espaço para o artista convidado, que, além de ilustrar a palestra do professor, fala com o público sobre o seu trabalho, sua trajetória e sua poética.

Atendendo às sugestões de temas feitas pelos participantes do Arte em Foco em edições anteriores, as reflexões dessa 6ª edição serão sobre Arte, Deficiência e Educação; Arte e Periferia; Dança e Afrodescendência; e Arte e Psicanálise.

A 6ª edição do Arte em Foco

 

Arte Deficiência e Educação

De 26 a 28 de maio, a professora Lucia Helena Reily, da Universidade de Campinas (Unicamp), vai falar sobre: o papel da Arte na Educação de pessoas com deficiência; os desafios atuais no ensino de Artes Visuais em contextos culturais e escolares para públicos diversos; as questões de acesso à produção cultural para públicos especiais; as práticas de ensino em Artes Visuais que consideram as necessidades específicas de pessoas com deficiência; e as comunidades de prática em Arte como espaços de formação de professores para atuar com a diversidade.

Lucia Helena Reily é bacharel em Artes (Programa Independent Learning) pela Indiana University (1974), com Revalidação em Educação Artística: hab. Artes Plásticas pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (1978). É mestre em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano pela Universidade de São Paulo (1990) e doutora em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano pela Universidade de São Paulo (1994).

Atualmente é docente da Universidade Estadual de Campinas. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Educação Especial, e Ensino da Arte, atuando principalmente nos seguintes temas: educação especial, estudos da deficiência, arte e deficiência, formação de professores e artes visuais.

Durante esse primeiro ciclo de palestras, os participantes poderão conferir a intervenção artística da bailarina Renata Mara. ‘Ver e Não Ver em Dança” é um trecho do espetáculo ‘Desassossego em Branco’ – espetáculo que resulta de pesquisa sobre o sensível, o invisível, o inquieto. Mostra e fala sobre o corpo/movimento que se reorganiza através de dispositivos somáticos e se coloca no espaço e no tempo, discutindo distintas formas de construir imagens e apreender a dança. O ver ou não ver é abordado na obra como algo que vai além da acuidade ou do campo visual de um indivíduo, abrangendo tudo aquilo que faz do desassossego da existência humana uma experiência singular e ao mesmo tempo plural. O espetáculo, idealizado por Renata Mara, contou com direção coreográfica de Tuca Pinheiro, e é interpretado por Oscar Capucho, Renata Mara e Tuca Pinheiro.

 

Renata Mara é bailarina, professora e pesquisadora em dança. Tem como destaque de sua produção artística o espetáculo “Desassossego em Branco”, dirigido por Tuca Pinheiro. Durante sua trajetória como docente, atuou em diversos contextos sócio-culturais, como cursos livres de dança, instituições de ensino básico e superior, projetos sociais, além de ter ministrado cursos e oficinas em vários eventos e festivais.  Dentre as instituições em que trabalhou, destacam-se Escola de Belas Artes da UFMG, o Programa Arena da Cultura e a ONG Corpo Cidadão.  É professora certificada do método DanceAbility – “Dança para todos” pela DanceAbility International Fundation.,

Apresenta Retinose Pigmentar, doença degenerativa da retina. Sua pesquisa acerca da relação entre dança e deficiência visual, concedeu-lhe o título de mestre em Artes pela EBA – Escola de Belas Artes da UFMG.  É pós-graduada em Ensino e Pesquisa no Campo da Arte, da Educação e da Cultura, pela Escola Guignard, UEMG. Graduada em Psicologia pela PUC MG.

Atualmente é professora substituta no curso de graduação em Artes Cênicas da UFOP – Universidade Federal de Ouro Preto, ministrando disciplinas de expressão corporal. Recentemente tem praticado Contato Improvisação e se interessado por processos de criação, improvisação e composição coreográfica.

Arte e Periferia

De 28 a 30 de julho, a professora Rose Satiko Gitirana Hikiji, da Universidade de São Paulo (USP), ministra o curso Arte e Periferia – uma abordagem antropológica. O encontro apresenta por meio de aulas expositivas, exibição e discussão de filmes e de sites, alguns exemplos da produção artística contemporânea na periferia de São Paulo. Serão discutidos projetos de exibição e produção audiovisual realizados por coletivos periféricos e em oficinas promovidas por ONGs e/ou Poder Público; iniciativas artísticas independentes de moradores de bairros populares; a relação entre arte e cidade; e questões metodológicas referentes a mapeamentos de iniciativas artísticas em comunidades e ao uso do audiovisual como ferramenta e resultado de pesquisas.

Rose Satiko Gitirana Hikiji é professora do departamento de Antropologia da Universidade de São Paulo. É autora dos livros Imagem-Violência – Etnografia de um Cinema Provocador (Terceiro Nome, 2013) e A música e o Risco (Edusp/Fapesp, 2006), co-autora de Lá do Leste (Humanitas, 2013), e e co-organizadora de Antropologia e Performance (Terceiro Nome, 2013), Escrituras da Imagem (Edusp, 2004) e Imagem-Conhecimento (Papirus, 2009).  Realizou diversos filmes etnográficos, entre eles A Arte e a Rua (2011), Lá do Leste (2010), Cinema de Quebrada (2008) ePulso, um Vídeo com Alessandra (2006); além dos web-documentários Lá do Leste (ladoleste.org),Bixiga em Artes e Ofícios (www.yayabixiga.com.br). É coordenadora do PAM – Pesquisas em Antropologia Musical, vice-coordenadora do GRAVI – Grupo de Antropologia Visual da USP e membro do Napedra – Núcleo de Antropologia, Performance e Drama. É vice-diretora do Centro de Preservação Cultural da USP (CPC).

Para ilustrar esse segundo ciclo de debates, o rapper, educador e artista plástico Clebin Quirinoapresenta o trabalho batizado por “Caçamba”. Trata-se de uma metáfora sobre as várias possibilidades de se produzir e ser deslocado pela arte, variando entre o palpável e o duvidoso. A proposta da intervenção é criar um espaço onde caiba projeção, quadros, fotografias, desenhos e intervenção musical, utilizando o objeto caçamba como inspiração.

Clebin Quirino possui forte atuação na cultura Hip Hop, tendo participado de grupos como o Rep em Fatos e coletivos como o Hip Hop Chama (coletivo que lutava por políticas públicas para o Hip Hop). Foi militante de radio comunitária, atuando em diversas emissoras entre 1997 e 2006. Fundou a Associação de Radiod’fusão de Comunicação Comunitária (Fusão Real). É licenciado em Educação Artística e bacharel em Artes Plásticas, ambos pela Escola Guignard (UEMG). Fundou o selo-estúdio Produto Novo, a fim de viabilizar o acesso às gravações fonográficas. Além de ser um dos vocalistas da banda Coletivo Dinamite, atualmente é um dos coordenadores do projeto Rede Jovem de Cidadania, da Associação Imagem Comunitária.

Dança e Afrodescendência

De 25 a 27 de agosto, a professora Inaicyra Falcão, da Universidade de Campinas (Unicamp), fala sobre Ritual e Linguagens: a elaboração estética. O curso irá abordar o processo criativo e interpretativo tendo como referência a questão mítica, a ancestralidade africana e experiências contemporâneas. O enfoque principal é a tradição nagô africano-brasileira, cujo ritual nas comunidades- terreiro valoriza o corpo e o movimento na construção de cenários míticos.

As artes corporais surgem como expressões intrínsecas do rito, tanto como relação e manifestação das forças ancestrais, quanto como forma de dar continuidade às histórias e contos míticos de um acervo cultural. Trata-se do trabalho do criador-intérprete que parte do seu envolvimento com uma comunidade específica e pontua matrizes tradicionais, em um processo que transcende a expressão da narrativa corporal do aspecto mítico-litúrgico para o estético-identitário ao significado da obra.

Inaicyra Falcão dos Santos é graduada em Dança pela UFBA, mestre em Artes Teatrais pela Universidade de Ibadan na Nigéria, com bolsa do Conselho Nacional de Pesquisa-CNPq, doutora em Educação pela USP e livre-docente em Práticas Interpretativas Departamento de Artes Corporais da Unicamp.
Freqüentou cursos em escolas europeias e americanas, ressaltando o Studio Alvin Ailey em Nova Iorque, a Schola Cantorum em Paris com bolsa do Governo Francês. Foi pesquisadora visitante na Universidade de Ifé- Nigéria e no Laban Center for Movement and Dance- Inglaterra, com bolsa do Conselho Britânico. Foi intérprete em companhias de dança e teatro: Grupo de Dança Contemporânea da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Ballet Brasil Tropical (com várias turnês pela Europa e Oriente Médio), Theatre D’Ennah Paris-França, e Companhia Intercultural Peter Badejo em Londres (com turnê pela Inglaterra). Atriz e coreógrafa nos eventos da Sociedade de Estudos da Cultura Negra no Brasil (SECNEB). Gravou o cd Okan Awá, no qual recria poemas e cânticos das tradições Yorubá e Afro-Brasileira, e publicou o livro Corpo e Ancestralidade: uma proposta pluricultural de Dança-Arte-Educação (Ed. UFBA e Ed. Terceira Margem/SP). Foi chefe do departamento de Artes Corporais e coordenadora do Programa de Artes do curso de pós-graduação do Instituto de Artes-Unicamp. Atualmente é professora colaboradora da Unicamp.

Encerrando este bloco, a bailarina Kanzelumuka apresenta a performance “Minha Cabeça me Salva ou me Perde”. Em diversos mitos da cosmogonia iorubana e banto, Iemanjá e Kayaia são as “donas das cabeças”. A intervenção parte desta imagem e da busca por uma linguagem que se instaura pela ideia do corpo como encruzilhada, lugar de encontros, atravessamentos, desvios e transformações, para criar uma performance em que elementos mitológicos confluem com memórias e experiências.  A Nave Gris Cia. Cênica é a propositora da ação cênica.

Kanzelumuka é bailarina (criadora-interprete), pesquisadora e professora de dança, bacharelada pela Unicamp. Pesquisa representações performáticas de origem banto. Em MG, fez parte do elenco da Sera Q Cia de Dança, pela qual atuou nos espetáculos Es quiz e Q’eu Isse Ta .Trabalhou também com Gil Amâncio (Oficina Entre Alfazemas) e Ricardo Aleixo (performance Metaformose).

De volta a São Paulo, esteve no elenco do espetáculo Escafandros do Núcleo Experimental de Dança do Teatro de Tábuas e na Cia Teatro Dança Evaldo Bertarzzo, com Corpo Vivo – Carrossel das Espécies. Além de integrar a Nave Gris Cia. Cênica, faz parte do Grupo de Estudo Terreiro de Investigações Cênicas: Teatro, Brincadeiras, Rituais e Vadiagens (UNESP) e é educadora de dança na Fábrica de Cultura do Jd. São Luiz (São Paulo/SP).

Arte e Psicanálise

De 22 a 24 de setembro, o último ciclo do Arte em Foco 2014 é dedicado a um encontro, guiado pelo professor da USP e psicanalista, João Augusto Frayze-Pereira, que vai tratar sobre os seguintes temas:

Freud e a Arte: tragédia, pintura, escultura;
Aproximações da psicanálise em relação à arte: psicanálise aplicada e psicanálise implicada;
Imagens do Inconsciente;
Arte bruta e marginalidade artística;
Transgressões do corpo na arte contemporânea;
Arte e Sonho: cinema, fotografia e pintura;
Perspectiva estética e clínica psicanalítica: o paciente como obra de arte.

 

Além de psicanalista, João Augusto Frayze-Pereira é graduado, mestre, doutor e livre-docente em Psicologia Social pela Universidade de São Paulo com pós-doutorado em Estética na École des Hautes Études en Sciences Sociales, Paris. Docente do Instituto de Psicologia da USP e do Programa de Pós-graduação Interunidades em Estética e História da Arte da USP.  Membro da Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA) e da Association Internationale des Critiques d’Art (AICA). Membro efetivo-docente da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo na qual coordena o Grupo de Estudos “Estética-Arte-Psicanálise”. Além de Arte, Dor – Inquietudes entre Estética e Psicanálise (Ateliê, 2010, 2ª edição), publicou outros livros, coletâneas e diversos artigos em jornais, revistas científicas e catálogos de exposições.

Encerrando o último ciclo, o artista plástico Francisco Severino apresenta a mostra Mata de Minas. A exposição vai reunir trabalhos em óleo/tela retratando montanhas do interior de Minas Gerais, Arte Naïf. Nas diversas variações cromáticas, os ambientes ganham a tela pela consistência das pinceladas e pela preocupação de ser realista, mas sem a necessidade de se ater ao real em todos os aspectos.

Há em cada imagem pintada uma seleção de elementos que contribui para a riqueza de cada composição. A natureza domina o espaço num exercício de liberdade de expressão plástica em que formas e cores são colocadas a serviço de um projeto visual harmônico, conquistando o observador não só pela proporção majoritária na tela, mas, principalmente, pelo prazer de compor, com uma paleta bastante pessoal, uma atmosfera de lirismo e sonho que ainda tem no interior do Brasil.

Fancisco Severino nasceu em Descoberto, Minas Gerais, em 1952. Antes de se dedicar à pintura foi metalúrgico, profissão que abandonou em 1975, quando participou de sua primeira mostra coletiva, na Galeria Alpendre, São Paulo. Três anos depois, fez sua primeira exposição individual na Galeria de Arte da Aliança Francesa, também na capital paulista, seguindo-se de outras, no Rio de Janeiro (RJ), Descoberto (MG), Santos (SP), São João Nepomuceno (MG), Cataguases (MG), Leopoldina (MG), Manhuaçú (MG), Viçosa (MG), Guarani (MG), Nova Friburgo (RJ). Em São Paulo, tem exposto com frequência na Galeria Jacques Ardies. Entre mostras coletivas que realizou no exterior, destacam-se – Brazilian Original Art / Manchester, Ingalaterra;Galerie Naïfs du Monde Entier / Paris, França; Brésil Naïfs / RabatMarrocos; Coletiva de Brasileiros, em 16 Estados norte-americanos, Concours International d’Art naif / Quebec, Canadá;Donninglund Kunstcenter / Dinamarca. O editor e pesquisador Max Forny o incluiu em três obras:Le Revê et lês NaïfsLe Paradis et lês Naïfs e L’arbre et lês Naïfs.

Programação

26 a 28/05
Arte, Deficiência e Educação

Profª. Lucia Helena Reily (Unicamp)
Intervenção artística: Ver e Não Ver em Dança: Trecho do espetáculo ‘Desassossego em Branco’
Renata Mara

_______________________________________
28 a 30/07

Arte e Periferia
Profª. Rose Satiko Gitirana Hikiji (USP)
Intervenção Artística: Caçamba
Clebin Quirino

_______________________________________

 

25 a 27/08
Dança e Afrodescendência
Profª. Inaicyra Falcão (Unicamp)
Intervenção Artística: Minha Cabeça me Salva ou me Perde
Kanzelumuka

_______________________________________

22 a 24/09
Arte e Psicanálise
Prof. João Augusto Frayze-Pereira (USP)
Intervenção Artística: Montanhas de Minas
Francisco Severino

_______________________________________

 

Serviço

 

Horário: 19h às 22h

 

Funarte MG
Rua Januária, 68. Centro. BH/MG

Informações: (31) 3213.7112

Inscrições Gratuitas
Nome completo, breve currículo, telefone para contato
arteemfoco.funarte@gmail.com
Vagas Limitadas

 

 

Fonte: Funarte
Facebook: Teatro Caetanno’s Agenda Cultural
Twitter: Teatro Caetanno’s
 
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Publicado por em 22/06/2014 em Brasil

 

Grande Dança Brasil: flash mobs nas 12 cidades-sede

22-06-2014 – Fátima de Carvalho

 

 

Teve início, dia 11 de junho, a Grande Dança Brasil 2014 – série de flash mobs a ser realizada nas 12 cidades-sede da Copa do Mundo. Com realização da Funarte e do Ministério da Cultura, serão ao todo 48 flash mobs realizados em espaços públicos até o dia 13 de julho.

O primeiro deles foi em Brasília, no dia 11, às 11h30. O evento  aberto ao público e teve coreografias de Carlinhos de Jesus e Octávio Nassur, além de trilha sonora assinada pelo produtor e maestro Luís Portela.

Quem quiser participar pode acessar o sítio virtual da Grande Dança Brasil 2014 para se informar sobre o calendário do evento, ensaios abertos e aprender as coreografias.

 

CARLINHOS DE JESUS

Carlinhos de Jesus tornou-se sinônimo de dança de salão e referência nacional como dançarino, coreógrafo e professor, difundindo sua arte no Teatro, Cinema, Carnaval, e em grandes eventos nacionais e internacionais.

Foi o coreógrafo do Show da “Cerimônia de Abertura da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável – RIO + 20”.

Com a sua Cia de Dança montou os espetáculos: “Ritmus”, “Aquarelas”, “Pé na Estrada” e “Isto é Brasil”.

Criou, durante 11 anos consecutivos, coreografias inesquecíveis para a Comissão de Frente da Escola de Samba Mangueira.

 

OCTÁVIO NASSUR

Idealizador e coordenador geral do FIH2 Festival Internacional de Hip Hop e do Brasil Tap Jazz Festival Internacional de Dança, ambos realizados em Curitiba.

Diretor Geral da Bienal de Dança de Curitiba.

Autor do livro ‘Culinária Coreográfica – Desmedidas de Receitas para Iniciantes na Cozinha Cênica’.

Coordenador Nacional do MBA em Dança – Gestão e Produção Cultural – da Faculdade Inspirar em Curitiba, Porto Alegre, São Paulo e Belo Horizonte.

Pesquisador especializado em Danças Urbanas em Los Angeles/EUA.

 

Informações atualizadas e montagem específica
para o blog por – Fátima de Carvalho

 

Fonte Adaptada: funarte
Facebook: Teatro Caetanno’s Agenda Cultural
Twitter: Teatro Caetanno’s

 

 

 

 

 

 
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Publicado por em 22/06/2014 em Brasil

 

Ensemble OCAM

13-06-2014 – Fátima de Carvalho

 

O grupo homenageia autores como Igor Stravinsky e
Heitor Villa-Lobos (Foto: Andrea Costa)

 

No domingo 15 de junho, o Ensemble OCAM se apresenta no Itaú Cultural. O grupo é formado por músicos da Orquestra de Câmara da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP), a OCAM. A apresentação faz parte da programação do Domingo da Família.

Sob regência de André Bachur, o grupo apresenta um repertório dedicado a autores do início do século XX, como Igor Stravinsky e Heitor Villa-Lobos. O programa conta também com a estreia mundial de “A Estória do Cangaço”, obra do compositor residente da OCAM Carlos dos Santos.

“A Estória do Cangaceiro”, escrita na mesma formação de “A História do Soldado”, de Stravinsky, dialoga e reconta a obra do mestre russo sob a roupagem do cangaço e de seus personagens.

A OCAM é comandada pelo maestro Gil Jardim – também seu diretor. Além de desenvolver a prática musical e a profissionalização dos alunos, ela tem como objetivo dar suporte às atividades pedagógicas desenvolvidas no Departamento de Música da ECA/USP. Formado por 45 músicos, em seleção anual, o corpo sinfônico é composto não só de estudantes do Departamento de Música da universidade, mas também de jovens da comunidade ligados a ela por meio de seus cursos de extensão universitária.

Ensemble OCAM
domingo 15 de junho de 2014
às 11h30
Sala Itaú Cultural − 247 lugares

Entrada franca − ingressos distribuídos com meia hora de antecedência

[livre para todos os públicos]

 

Fonte: Itaú Cultural
Facebook: Teatro Caetanno’s Agenda Cultural
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Publicado por em 13/06/2014 em Brasil

 

CLOWNS TÔ FOLIA EM PIRENÓPOLIS – 14/06

13-06-2014 – Fátima de Carvalho

 

Artes: do interior para o interior chega a Pirenópolis – GO.

Ideia de Flyer (Clowns) - Frente e Verso

Com o projeto intitulado “Artes: do interior para o interior”, o Grupo Imagem – Artes Integradas circula por cinco cidades do interior goiano. Dia 14 será a vez de Pirenópolis receber o espetáculo.

O projeto “Artes: do interior para o interior” propõe a circulação de 5 mostras gratuitas de teatro, música e artes visuais. Cada evento é constituído por vernissage de artistas visuais em espaços anexos à apresentação da peça cênica e mostra de músicos durante a exposição de artes visuais e apresentação do espetáculo “Clowns-tô-folia”.

Depois de passar pelas cidades de Jataí (24/05), Quirinópolis (26/05) e Araçu (06/06), o grupo chega a Pirenópolis. O fechamento do projeto ocorrerá na cidade-sede do grupo, em Inhumas, no dia 28 de junho.

A proposta, aprovada pela Lei Estadual de Incentivo à Cultura- Lei Goyazes, visa contribuir para a democratização de acesso a bens culturais, com descentralização das produções artísticas, priorizando o público do interior, bem como promovendo o intercâmbio e diálogo entre as cidades interioranas.

 

O espetáculo ‘Clowns-tô-folia’  – A peça ‘Clowns-tô-folia’ reúne quadros miméticos clownescos, que contam pequenas histórias de amor e humor. Um pobre homem e sua solidão amorosa, um casal de amores brutos, um atleta e sua academia aberta: Essas personagens se encontram e se enlaçam, em busca de alguma satisfação interior. O elenco formado por Cristyane Leal, Everaldo Miranda, Mário Leal é dirigido por Rafael Martins, que também está em cena.

Mostra de Músicos – Os músicos contemplados pelo projeto são artistas que desenvolvem trabalhos autorais e que estão em processo de divulgação de seu produto cultural. Sem distinção de estilo musical, a proposta é viabilizar a circulação e o diálogo desses músicos com as cidades visitadas. Os músicos se apresentam durante a mostra de artes visuais. A dupla Luiz Rezende e Fernando comporá a seção musical do projeto.

Exposição coletiva de artes visuais – Os artistas visuais participantes do projeto: ‘Artes: do interior para o interior’ disponibilizam seus trabalhos artísticos para que circulem pelas cidades visitadas. Uma exposição coletiva anexa ao local de apresentação do espetáculo é montada para que o público tenha oportunidade de apreciar suas obras. Rafael Martins e Luria Corrêa dividirão as galerias ao lado de Edgar Franco, Layza Vasconcelos, Fátima Carvalho e o grupo Bicicleta Sem Freio.

Este projeto é patrocinado pela Futura Caminhões –Volkswagen, tem o apoio da Universidade Federal de Goiás e conta com a parceria de todas as prefeituras e secretarias de cultura das cidades visitadas.

O Grupo Imagem – Artes Integradas, inicialmente com o nome de Cia. De teatro Imagem, foi criado em 2006, por Rafael Martins e Cristyane Leal.  Desde 2010, é mantido pela Associação Martins Leal Luccheze – Artes Integradas. Pela Lei nº2860, de 12 de dezembro de 2012, recebeu título de Utilidade Pública Municipal em Inhumas-GO, como reconhecimento dos trabalhos prestados à comunidade. Durante esse tempo, o grupo ampliou seu escopo de atuação e agregou parceiros, passando a se chamar “Grupo Imagem – Artes Integradas”, desenvolvendo trabalhos nas áreas de teatro, música, artes visuais, literatura e circo. Sua trupe é formada por atores, poetas, artistas visuais, músicos, pesquisadores, e amantes de Arte, cuja proposta de trabalho visa intercambiar as várias linguagens culturais, enlaçadas harmonicamente por eventos culturais. A prática do grupo é pautada na política de produção e divulgação independente de artistas parceiros e técnicos e seu contato efetivo e direto com o público. Tal postura visa despertar novos apreciadores de arte, deselitizando a produção cultural, bem como alimentando a necessidade latente e incompressível de bens artísticos. Dentro da perspectiva de teatro de grupo e do processo de criação coletiva, a linha de frente do Grupo Imagem – Artes Integradas é hoje formada por Everaldo Miranda, Mário Leal, Cristyane Leal e Rafael Martins.

O Grupo Imagem – Artes Integradas conta com uma equipe em constante revisão técnica e profissional, não abrindo mão do crescimento humano e buscando sempre ampliar sensibilidade e pluralidade artísticas. Consciente de seu papel sócio-político e de seu contexto de atuação, o Imagem trabalha no sentido de alargar fronteiras e promover diversão, autoconhecimento, reflexão e mudança na realidade em que vive.

Contatos (62) 8572-6678 – Izabela Carvalho

 

Ficha técnica

Direção: Rafael Martins

Roteiro: Rafael Martins e Everaldo Miranda

Elenco: Cristyane Leal, Everaldo Miranda, Mário Leal e Rafael Martins

Revisão artística: Adailson Costa

Trilha sonora: Everaldo Miranda

Sonoplastia: Adaílson Costa

Consultoria musical: Adailson Costa e Jakelyne Rúbia

Cenário e elementos de cena: Grupo Imagem – Artes Integradas

Maquiagem: Adaílson Costa

Iluminação: Adaílson Costa

Design dos Figurinos: Tainá Macedo

Confecção dos Figurino: Flávia (F.C. Fantasias)

Design Gráfico: Alfredo Ramos e Rafael Martins

Produção: Grupo Imagem – Artes Integradas e Ateliê Fátima Carvalho

Assessoria de Comunicação: Izabela Carvalho

Fotografia: Layza Vasconcelos e Lúria Correa

Filmagem e edição de vídeo: Grupo Imagem – Artes Integradas

Artistas Visuais: Edgar Franco, Rafael Martins, Douglas Pereira, Victor Rocha, Renato Reno, Fátima de Carvalho, Layza Vasconcelos, Luria Corrêa, Bené Silveira e Alex Elias

Músicos: Luiz Rezende e Fernando

Apoio: Ateliê Fátima Carvalho Produção e Assessoria Cultural

 

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Publicado por em 13/06/2014 em Brasil

 

Oscar Niemeyer: clássicos e inéditos

13-06-2014 – Fátima de Carvalho

 


A mostra traz projetos tradicionais de Niemeyer e outros raros,
que permaneceram no papel
(Foto: Juliana Zucolotto/Fundação Oscar Niemeyer)

 

Um dos personagens mais influentes da arquitetura moderna mundial, Oscar Niemeyer tornou-se ícone de uma época e de um estilo. Em reconhecimento a esse artista, o Itaú Cultural inaugura no dia 4 de junho a exposição Oscar Niemeyer: clássicos e inéditos ‒ uma seleção de projetos e materiais raros sobre obras clássicas, além de fotografias e maquetes.
Com curadoria de Lauro Cavalcanti e expografia de Pedro Mendes da Rocha, além dos trabalhos em si, a mostra examina o processo de criação de Niemeyer, possibilitando uma percepção única de sua produção. “O objetivo é revelar projetos inéditos que, por vários motivos, permaneceram no papel e, agora, são trazidos ao público por um extenso trabalho de pesquisa e digitalização de originais”, destaca Lauro.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Os desenhos de Oscar Niemeyer provêm, em sua grande maioria, de cadernos de trabalhos não executados. Eles nos permitem ver a metodologia do arquiteto e entender um pouco mais de seu modo de conceber, desenhar, escrever e, em alguns casos, acompanhar o desenvolvimento dos projetos. Com patrocínio do Itaú Unibanco, a Fundação Oscar Niemeyer realizou a digitalização de 4.800 desenhos e croquis originais de seu acervo, e parte desse material está presente na mostra.

Entre os materiais jamais expostos estão os originais do conjunto de 20 croquis preparados por Oscar Niemeyer, em 1997, para ser multiplicados e percorrer universidades de todo o país, e cópias heliográficas da sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, interferidas por traços de lápis de cor.

Merece atenção especial o projeto da cidade de Negev, em Israel, desenhada em 1964, apenas três anos após a inauguração de Brasília. Com características praticamente opostas à capital brasileira, Niemeyer tira completamente o protagonismo do automóvel, adota a verticalidade nas habitações e estabelece distâncias entre casa, trabalho e lazer que possam ser percorridas a pé, como numa antiga cidade medieval.

Alguns dos maiores símbolos arquitetônicos de São Paulo – Copan, Memorial da América Latina e marquise do Parque Ibirapuera – foram produzidos na prancheta de Oscar Niemeyer, assim a exposição dedica um de seus espaços à relação do arquiteto com a cidade. Será possível acompanhar o raciocínio do arquiteto na criação de espaços urbanos. Entre as décadas de 1930 e 1990, Niemeyer projetou construções como o Centro Técnico da Aeronáutica (1947), o Clube dos 500 (1950), a fábrica da Duchen (1950) e a sede da Companhia Energética de São Paulo [Cesp (1979)].

Oscar Niemeyer: clássicos e inéditos
quinta 5 de junho a domingo 27 de julho de 2014
abertura: quarta 4 de junho às 20h
terça a sexta das 9h às 20h; sábados, domingos e feriados das 11h às 20h
Piso 1, -1 e -2

Entrada franca
[livre para todos os públicos]

 

Fonte: Itaú Cultural
Facebook: Teatro Caetanno’s Agenda Cultural
Twitter: Teatro Caetanno’s
 
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Publicado por em 13/06/2014 em Brasil

 

Ocupação do Galpão 1 da Funarte MG 2014 – área de música

03-06-2014 – Fátima de Carvalho

 

Funarte publica edital para seleção de propostas de espetáculos,
atividades educativas, formativas, de intercâmbio e de difusão

 

A Funarte instituiu o Edital de ocupação do Galpão 1 da Funarte MG 2014, no dia 12 de maio de 2014, segunda-feira. Será selecionado através desse edital um projeto de ocupação do espaço, situado em Belo Horizonte (MG). A programação deve reunir no mínimo 39 shows. Ela poderá incluir:

“a) espetáculos musicais, inclusive em interação com outras linguagens artísticas;
b) atividades educativas, voltadas inclusive para alunos da rede pública de ensino e de projetos socioeducativos;
c) atividades formativas, tais como oficinas, masterclasses, workshops e outros;
d) atividades de intercâmbio e difusão, tais como seminários, debates, encontros, mesas redondas e palestras etc.”

A programação artística proposta deverá incluir ao menos uma apresentação de um artista “de outra das cinco regiões geográficas do Brasil” (Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul). O projetodeverá incluir espetáculos e atividades que contemplem experiências com pessoas com deficiência ”(cadeirantes, cegos, surdos e pessoas com deficiência intelectual)”, tanto como parte dos elencos, como quanto à possibilidade de acesso dessas pessoas como espectadores.

As atividades devem ser realizadas no período de 1º de agosto a 26 de outubro de 2014, às sextas-feiras, sábados e domingos.

Podem concorrer nesse edital pessoas jurídicas privadas, com ou sem fins lucrativos, ”que tenham como finalidade expressa o desenvolvimento de atividades de produção artística e/ou cultural, e com experiência comprovada de, no mínimo, dois anos na produção de espetáculos e eventos musicais”.

O prazo de inscrições é de 45 dias, a contar da data de publicação da portaria que institui o edital, ou seja: até o dia 25 de junho de 2014.

O total de recursos empregados neste edital é de R$ 422,6 mil, dos quais R$ 400 mil serão destinados ao projeto vencedor e R$ 22,6 mil às despesas administrativas do concurso.

Conforme o edital, a análise das propostas habilitadas será realizada por uma Comissão de Seleção independente, integrada por profissionais de reconhecida experiência na área musical, coordenada e presidida pela Funarte.

A especificação dos documentos necessários para a inscrição estão especificadas no texto do edital, bem como os critérios de avaliação.

A portaria que institui o Edital de ocupação do Galpão 1 da Funarte MG 2014 foi publicada no Diário Oficial da União, no dia 12 de maio de 2014.

Acesse o edital, a ficha de inscrição,demais documentos relacionados e contatos na página deste edital, aqui

 

Fonte: Funarte
Facebook: Teatro Caetanno’s Agenda Cultural
Twitter: Teatro Caetanno’s
 
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Publicado por em 03/06/2014 em Brasil